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sábado, 19 de setembro de 2009

A ESCOLA DOMINICAL NO BRASIL

A Igreja Metodista trouxe a Escola Dominical para o Brasil. Em 1836, o Rev. Justin Spaulding organizou no Rio de Janeiro, entre estrangeiros, uma congregação com cerca de 40 pessoas e em junho abriu uma Escola Dominical com 30 alunos, dos quais alguns eram brasileiros, ensinados na sua própria língua.
Mas o espírito de Raikes, em criar um “instituto bíblico infantil”, somente surgiu dezenove anos mais tarde, através do casal de missionários escoceses independentes, Robert e Sarah Kalley. Eles são considerados os fundadores da Escola Dominical no Brasil. Em 19 de agosto de 1855, na cidade imperial de Petrópolis, no Rio de Janeiro, eles dirigiram aquela que é considerada a primeira Escola Dominical em terras brasileiras. Sua audiência não foi grande: apenas cinco crianças assistiram àquela aula. Mas foi suficiente para que seu trabalho florescesse e alcançasse os lugares mais retirados de nosso país. Essa mesma Escola Dominical deu origem à Igreja Evangélica Fluminense, marco da Igrejas Evangélicas Congregacionais no Brasil.

Hoje, no local onde funcionou a primeira Escola Dominical do Brasil, acha-se instalado um colégio (Colégio Opção, R. Casemiro de Abreu - segundo informações da Igreja Congregacional de Petrópolis). Mas ainda é possível ver o memorial que registra este tão singular momento do ensino da Palavra de Deus em nossa terra.

(CPAD)

HISTÓRICO DA ESCOLA DOMINICAL

Escola Dominical, como criação protestante, tem sido reclamada a sua criação para diversas pessoas, muitas delas metodistas, devido a própria visão social que o Grande Despertamento fazia revelar-se nos líderes avivalistas.

John Wesley iniciou estudos bíblicos dominicais em Savannah, Geórgia, em 1737. Entre 1763 e 1769, Hannah Ball Moore, uma senhora metodista começou estudos bíblicos dominicais em sua própria casa e, a partir de 1769, nas dependências da Igreja (Anglicana) High Wycombe. Na década de 1770, o Ministro Unitariano Theophilus Lindsey proveu lições bíblicas dominicais em sua igreja, a Capela da Rua Essex, em Londres. O Rev. J. M. Moffatt,, Ministro Independente de Nailsworth, passou a lecionar estudos bíblicos dominicais já em 1774. Em Ephata, Pennsylvania, em Washington, no Estado de Connecticut, no início de 1780 já se usavam o Catecismo de Westminster e a Bíblia em estudos bíblicos dominicais das igrejas presbiterianas. Howard J. Harris declarou que, em 1780, estudos bíblicos dominicais eram feitos em cidades de Gloucester e em vilas da Inglaterra, como Painswick e Dursley. E um ministro metodista de Charleston, Carolina do Sul, em 1787, chamado George Daughaday, administrou estudos bíblicos dominicais a crianças negras americanas. Mas o Movimento de Escola Dominical, propriamente dito, teve como criador Robert Raikes.

Robert Raikes (14 de Setembro de 1735-5 de Abril de 1811), filho de Robert e Mary Raikes, foi quem originou o Movimento de Escola Dominical. Anglicano, Raikes foi batizado na infância na Igreja (Anglicana) de Santa Maria da Cripta e educado na Escola da Cripta, ambos na Rua Southgate, em Gloucester, e, mais tarde, na Escola dos Reis. Tornou-se aprendiz de Jornalismo com seu pai, dono do Diário de Gloucester. Quando seu pai faleceu, em 1757, Raikes assumiu a editoria do jornal, aumentando o tamanho do jornal e melhorando o layout.

Raikes se interessava pela reforma prisional inglesa, por causas das condições terríveis a que os presos eram submetidos. Certo dia, procurando um jardineiro na Rua Saint Catherine, no bairro de Sooty Alley, ele encontrou um grupo de crianças maltrapilhas brincando na rua. A esposa do jardineiro disse, então, que aos domingos a situação era pior, pois as crianças que trabalhavam nas fábricas, de segunda a sábado, durante horas muito longas, ficavam desocupadas nesse dia, quase abandonadas, passando o tempo brincando, brigando e aprendendo toda espécie de vícios. Elas extravasavam toda sorte de violência nesse dia. Essas crianças, constatou Raikes, estavam a um passo do mundo do crime e ele chegou a ver o destino de muitas delas, ao visitar as prisões de Gloucester.

Raikes resolveu estabelecer uma escola gratuita para esses meninos de rua. Então, Raikes contratou uma equipe de quatro mulheres no bairro para lecionar, recebendo um xelim e seis pence, cada uma. Com a ajuda do Rev. Thomas Stock, Ministro Anglicano, Raikes pôde logo associar cem crianças, de seis aos doze ou quatorze anos, nestas escolas dominicais. A primeira foi instalada na Rua Saint Catherine. Seu objetivo principal não era ensinar a Bíblia, mas alfabetizar os alunos e ministrar aulas de religião com o propósito de reformar a sociedade. O objetivo último era modificar-lhes o caráter usando os ensinamentos bíblicos.

Assim, a Escola Dominical nasceu como um instituto bíblico infantil, operando de forma independente das igrejas, alfabetizando e ensinando Bíblia às crianças carentes. Algumas crianças, a princípio, relutaram em vir para as escolas porque as suas roupas estavam tão rotas, mas Raikes providenciou tudo de que eles precisavam, inclusive banho e cabelos penteados.

As aulas começavam às 10 horas da manhã e iam até as duas da tarde, com lições de matemática, história e inglês, com um intervalo de uma hora para o almoço. Eles eram levados então à igreja para serem instruídos no catecismo até as 17:30 h. Recebiam pequenas recompensas, como livros, canetas, jogos, aqueles que tivessem dominado a lição ou aqueles cujo comportamento tivessem mostrado uma melhoria notável. Entrementes, recebiam castigo corporal aqueles de mau comportamento, como era do costume pedagógico da época.

Depois de um período experimental, Raikes divulgou suas idéia e os resultados em seu jornal, no dia 3 de Novembro de 1783, data em que se comemora, na Grã-Bretanha, o dia da Fundação da Escola Dominical. Esta experiência foi transcrita em outros jornais. Líderes religiosos tomaram conhecimento do movimento que se espalhava.

Em 1784, eram 250 mil alunos matriculados. A taxa de criminalidade de Gloucester caiu, com o advento das escolas dominicais de Raikes, de forma que em 1792 não houve um só caso julgado pela comarca de Gloucester.

O trabalho de Raikes foi saudado com entusiasmo, e em breve, escolas dominicais já estavam sendo criadas em todo o Reino Unido e exportadas para os Estados Unidos. Seu trabalho foi muito assessorado pelo comerciante William Fox (1736-1826), diácono da Igreja Batista da Rua Prescott, em Londres. Impressionado pelas escolas dominicais fundadas por Raikes que eram responsáveis pela redução do índice de criminalidade de Gloucester, Fox chamou Raikes para formar uma associação para promoção e criação de escolas dominicais. Foi criado, então em 1785, a Sunday School Society of Great Britain (Sociedade da Escola Dominical da Grã-Bretanha), com o apoio dos bispos anglicanos de Chester e Salisbury. Essa sociedade foi ajudada por muitos filantropos, podendo abrir cerca de trezentas escolas dominicais, suprindo-as com livros, material didático e professores. Esta sociedade publicou, na gráfica de Raikes, o Sunday School Companion, livro com versículos bíblicos para leitura. Em 1787, segundo depoimento de Samuel Glasse, 200 mil crianças eram alunas da Escola Dominical em toda a Inglaterra.

Houve, no entanto, uma forte oposição ao movimento de Raikes, que era considerado por alguns líderes religiosos como um movimento diabólico, porque era aparte das Igrejas e era dirigido por leigos, isto é, pessoas que não tinham formação religosa. O Arcebispo de Canterbury reuniu os bispos para considerar o que deveria ser feito para exterminar o movimento. Chegou-se a pedir que o Parlamento, em 1800, aprovasse um decreto para proibir o funcionamento de escolas dominicais. Achavam que este movimento levaria à desunião da Igreja e que profanava “o dia do Senhor”. Tal decreto nunca foi aprovado. Em 1802, Raikes se aposentou, e, em 1811, após um ataque de coração, veio a falecer. Seus alunos vieram ao funeral, na Igreja (Anglicana) de Santa Maria do Filão e receberam da Sra. Raikes um xelim e uma fatia de um grande bolo de ameixa cada um. Quando Raikes faleceu, quatrocentos mil alunos estavam matriculados nas diversas escolas dominicais britânicas. Nesse ano ocorreu a divisão em classes, possibilitando alfabetização de adultos.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

QUAL É A SUA PRIORIDADE?

Encontramo-nos na corrida pela vida, no atendimento naquilo que é necessário, ao que é imediato e o que é urgente. Frequentemnte deixamos de lado aquilo que é realmente mais importante. Nosso problema não é o volume de demandas ou a falta de habilidade para organizar nossa agenda, mas os valores - estabelecer aquilo que é verdaeiramente importante.Nossos valores e prioridades são refletidos na maneira como usamos nossos recursos - tempo, dinheiro, força e talentos. Frequentemente nossas ações desmentem nossas palavras. Dizemos a Deus ocupa o primeiro lugar em nossa vida; entretanto, na prática, o relegamos a uma posição menos importante em nossa lista de prioridades. É fácil tornar outras prioridades mais importantes do que fazer a obra de Deus. Mas o Senhor quer que prosssigamos até o fim sem fraquejar, e que cooperemos na construção do Reino. Não pare e nem dê desculpas. Coloque o seu coração naquilo que é correto, e faça-o. Ordene corretamente as suas prioridades. Fazer a obra de Deus é prioridade? Que Deus em Cristo lhe abençoe. Pb Efigênio

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

LIÇÕES DE VIDA

A VIDA É MAIS DO QUE SIMPLESMENTE REAGIR, ELA REQUER INICIATIVA

* NÃO É NECESSÁRIO TER UM TÍTULO DE PRESTÍGIO, PARA DESEMPENHARMOS UM IMPORTANTE PAPEL.

*ATÉ MESMO OS LÍDERES MAIS BRILHANTES NECESSITAM DE ORIETAÇÃO.

* ATÉ MESMO UM PEQUENO GRUPO DE PESSOAS CAPAZES E LEAIS, PODE REALIZAR GRANDES PROEZAS.

* SABER QUAIS AÇÕES SÃO EXIGIDAS DE NÓS, SIGNIFICARÁ POUCO , CASO NÃO TENHAMOS VONTADE DE REALIZÁ-LAS.

*O QUE OFERECEMOS A DEUS, PRECISA SER DE CORAÇÃO- MELHOR DO QUE SOMOS E POSSAMOS SER

*DEUS É FIEL A SEUS PLANOS E PROMESSAS, MESMO QUANDO AS PESSOAS COMPLICAM O PROCESSO.

LEIA, REFLITA E COMENTE. UM ABRAÇO!!!!!!!!! Pb. Efigênio

domingo, 13 de setembro de 2009

CICATRIZES

Olá amigos e amigas esta mensagem e para todas as pessoas que DEUS colocou em meu caminho. Num dia caloroso do verão no sul da Florida, um garoto decidiu ir nadar no lago atrás de sua casa. Saiu correndo pela porta traseira, se jogou na água e ficou nadando feliz. Sua mãe desde a casa olhava pela janela, e viu com horror o que estava acontecendo. Em seguida correu atrás de seu filho gritando o mais forte que podia. Ouvindo a mãe o menino se tocou, olhou e foi nadando até ela. Porém era tarde, muito tarde. A mãe conseguiu agarrar o menino pelos braços justo quando o animal agarrava suas pernas. A mulher lutava determinada com toda a força do seu coração. O crocodilo era mais forte, mas a mãe era muito mais apaixonada e seu amor não a abandonava. Um senhor que escutou os gritos correu para o lugar com uma pistola e matou o crocodilo. O menino sobreviveu e, ainda que suas pernas tenham sofrido bastante, ele pode voltar a caminhar. Quando saiu do trauma, um enfermeiro lhe perguntou se ele queria mostrar as cicatrizes das suas pernas. O menino levantou o lençol e mostrou ao rapaz. Então, com grande orgulho e arregaçando as mangas ele disse: "Mas as marcas que você ver são estas". Eram as marcas das unhas da sua mãe que haviam pressionado com força sua pele. "As tenho porque mamãe não me soltou e salvou minha vida". Moral da História: Nós também temos cicatrizes de um passado doloroso. Algumas foram causadas por nossos pecados, por pequenas ou grandes falhas, por desobediência, porém algumas foram das unhas de DEUS que nos segurou com força para que não caíssemos nas garras do mal. DEUS te abençoe sempre. Mas lembra que se alguma vez doeu tua alma, foi porque DEUS te agarrou bem forte para que não caísses. Lembra que se tiveres vergonha de DEUS, ele também terá vergonha de ti... Reflita na mensagem e saiba que DEUS te ama e quer o teu bem

A BÍBLIA X CELULAR

Recebi esta mensagem e resolvi editá-la para que toda pessoa, possa compartilhar desta maravilha.
Já imaginou o que aconteceria se tratássemos a nossa Bíblia do jeito que tratamos o nosso celular? E se sempre carregássemos a nossa Bíblia no bolso ou na bolsa? E se déssemos umas olhadas nela várias vezes ao dia? E se voltássemos para apanhá-la quando a esquecemos em casa ou no escritório...? E se a usássemos para enviar mensagens aos nossos amigos? E se a tratássemos como se não pudéssemos viver sem ela? E se a déssemos de presente às crianças? E se a usássemos quando viajamos? E se lançássemos mão dela em caso de emergência? Ao contrário do celular, a Bíblia não fica sem sinal. Ela pega em qualquer lugar. Não é preciso se preocupar com a falta de crédito porque JESUS já pagou a conta e os créditos não têm fim. E o melhor de tudo: não cai a ligação e a carga de bateria é para toda a vida. “Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto”. (Is 55:6). Nela encontramos alguns telefones de emergência:
- Quando você estiver triste, ligue João 14.
- Quando pessoas falarem de você ligue Salmo 27.
- Quando você estiver nervoso, ligue Salmo 51.
- Quando você estiver preocupado, ligue Mateus 6: 19,34.
- Quando você estiver em perigo, ligue Salmo 91.
- Quando DEUS parecer distante ligue Salmo 63.
- Quando sua fé precisar ser ativada ligue Hebreus 11.
- Quando você estiver solitário e com medo, ligue Salmo 23.
- Quando você for áspero e crítico, ligue 1 Coríntios 13.
- Para saber o segredo da felicidade, ligue Colossenses 3: 12 – 17.
- Quando você sentir-se triste e sozinho ligue Romanos 8: 31 – 39.
- Quando você quiser paz e descanso, ligue Mateus 11: 25 – 30.
- Quando o mundo parecer maior que DEUS, ligue Salmo 90.

Essa relação de telefones de emergência pode ser importante a qualquer momento em sua vida. Pode ser que um desses números de emergência salve uma vida... QUE DEUS O ABENÇOE...

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Amante de Escola Bíblica

A ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL INSTURE A MENTE, EDIFICA O CARÁTER, AQUECE O CORAÇÃO E APONTA O CAMINHO DA VIDA A TODOS.

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL, A MAIOR ESCOLA DO MUNDO.