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quinta-feira, 31 de março de 2011

ONDE DEUS ESTÁ QUANDO ESTAMOS NO DESERTO?


Você se lembra de quando, em completa frus­tração, apenas balbuciava o seu nome, e sua presença imediatamente se manifestava. Mas agora, no deserto, você quer gritar: "Deus! Onde estás?"

"Eis que, se me adianto, ali não está; se torno para trás, não o percebo. Se opera à esquerda, não o vejo; esconde-se à direita, e não o diviso" (Jó 23:8, 9).

Não é assim que você chora? Você almeja ouvir a Deus e tudo o que consegue é ouvir apenas um grande silêncio! Você ora, e sua oração não passa do teto. Completamente frustrado, você se lembra de quando, em completa frustração, apenas bal­buciava o nome de Deus, e sua presença imediatamente se mani­festava. Mas, agora, no deserto você grita: "Deus! Onde estás?" E, como Jó, olha para todos os lados procurando Deus e não o percebe. Você nem enxerga o que Deus tem feito a seu favor.
Bem-vindo ao deserto! Fique sabendo, no entanto, que você não está sozinho, mas em boa companhia.
Você anda por onde andou Moisés... o mesmo Moisés criado como príncipe no palácio de Faraó. O Moisés que tinha uma visão de libertação do seu povo da escravidão do Egipto. Aquele Moisés que pastoreou umas poucas ovelhas num canto isolado do deserto durante quarenta anos.
Você tem a companhia de José... José, o preferido do papai... José, com sonhos de liderança e conquistas. José, ainda jovem, jogado numa cisterna e depois vendido como escravo por seus irmãos. José, apodrecendo na fétida prisão de Faraó...
Você está sentado ao lado de Jó... o homem descrito pelas Escrituras como "o maior de todos os do Oriente" (Jó 1:3). Jó, que perdeu tudo: bens, filhos, saúde e o apoio da esposa.
Contudo, o mais importante é que você estará acompa­nhado do Filho de Deus, Jesus, que depois de receber do Pai o testemunho de que era seu Filho, após receber o Espírito San­to, foi para o deserto enfrentar as forças das trevas.
A lista de viajantes do deserto é extensa, pois o deserto é o lugar por onde passa todo filho de Deus. Gostaríamos de evitá-lo; procuramos um atalho ou desvio, mas eles não exis­tem. A rota da terra prometida passa, inevitavelmente, pelo de­serto, e a terra não poderá ser conquistada se não o atravessar­mos. Se quisermos entrar na terra prometida, precisamos en­tender o tempo em que vivemos.
FONTE: Vitória no Deserto - (John Bevere)

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