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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

1º TRIMESTRE DE 2012. 1ª LIÇÃO: O SURGIMENTO DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE


INTRODUÇÃO


Testemunhamos, nessas últimas décadas, a expansão de um movimento teológico denominado de Teologia da Prosperidade. Ao longo deste trimestre estudaremos a respeito da prosperidade, a partir de uma perspectiva bíblica, diferentemente daquela apregoada por essa que poderia muito bem ser referida como Teologia da Ganância. Nesta aula, definiremos esse movimento, em seguida, apontaremos seus fundamentos, e, ao final, destacaremos alguns dos seus ensinamentos.

1. TEOLOGIA DA PROSPERIDADE: CONTEXTUALIZAÇÃO

A teologia, em si mesma, não é negativa, na verdade, todo discurso sobre Deus é uma teologia, é justamente essa a etimologia da palavra: Theos - Deus, e Logia - Discurso, portanto, toda discussão que trata a respeito de Deus, seja ela bíblica ou não é uma teologia. Em sentido amplo, qualquer pessoa pode muito bem ser considerado teóloga ou teólogo. Uma teologia bíblica, isto é, fundamentada na revelação, consoante ao exposto na Escritura, pode contribuir para a edificação da igreja. A teologia serve à evangelização e às missões, a fim de que possamos levar corretamente a mensagem da salvação, à apologética, a fim de confrontar os ensinamentos contrários à Palavra de Deus, à edificação do Corpo de Cristo, na medida em que esse cresce na doutrina, no conhecimento e na graça do Senhor Jesus. Mas nem toda teologia é bíblica, existem muitos movimentos teológicos heterodoxos, que não se coadunam com os princípios bíblicos. A teologia bíblica parte do pressuposto de que Deus se revelou (Hb. 1.1,2) e que o Verbo se fez carne (Jo. 1.1,14), por esse motivo, podemos conhecê-LO. Para tanto, precisamos reconhecer que a Bíblia não é de particular interpretação (II Pe. 1.20) e que não pode ser lida sem que se atente para determinados princípios hermenêuticos. A Teologia da Prosperidade (ou Teologia da Ganância) utiliza a Bíblia para reforçar os interesses dos líderes, por isso, não se trata de uma teologia exegética (que busca o sentido no texto), mas eisegética (que leva o sentido para o texto). A Teologia da Prosperidade utiliza textos isolados e descontextualizados da Bíblia para defender que os filhos do Rei não podem passar por sofrimento ou privação financeira. Seus adeptos argumentam que os sofredores e os pobres são infiéis, e que não estão determinando ou requerendo de Deus o que lhes é de direito. A espiritualidade do cristão costuma ser atrelada aos bens materiais que consegue adquirir, por outro lado, a ausência deles costuma ser associada à infidelidade na doação de ofertas, na maioria das vezes, exigidas acima da capacidade financeira das pessoas que frequentam suas igrejas.

2. OS FUNDAMENTOS DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE

O avô da Teologia da Prosperidade foi Emanuel Swedenborg (1688-1772), um importante cientista sueco. Em 1973 ele publicou um livro intitulado Infinite [Infinito], posterioremente, lançou outro com o título de Heavenly Secrets [Segredos Celestiais], no qual advoga ser o único revelador do Senhor. Ele defendia que havia dialogado um ano com Paulo e conversado várias vezes com Lutero, como se isso não fosse bastante, que havia estado com Moisés. Muitos dos seus escritos foram distribuídos e amplamente lidos nos Estados Unidos, e acabaram influenciando pessoas como Ralph Waldo Trine, Warren Felt Evans e outros que fundaram o movimento Novo Pensamento. O mentor intelectual desse movimento foi Phineas Quimby (1802-1866), que, através da hipnose, desenvolveu a ideia de curas através da mente. A base da sua teoria era a de que a mente tem poder e habilidade para criar e influenciar, desse argumento surgiria a Confissão Positiva, isto é, a teologia da determinação, e a crença de que as palavras têm poder para realizar o que bem se deseja. Um dos seguidores de Quimby foi Warren Felt Evans (1817-1889), que se tornou o escritor responsável pela divulgação da ideias de Quimby através dos seus livros. O mais representativo escritor desse movimento, no entanto, seria Ralph Waldo Trine (1866-1958), através do qual o Novo Pensamento adquiriu popularidade. Alguns cristãos acabaram incorporando à doutrina bíblica aos pressupostos do Novo Pensamento, dentre eles, Norman Vicent Peale (1898-1993), pastor da Marble Collegiate Church, em Nova Iorque. Ele ficou conhecido pelo seu livro The Power of Positive Thinking [O Poder do Pensamento Positivo]. Mas a Teologia da Prosperidade, como a conhecemos atualmente, ganhou força através do Pastor E. W. Kenyon (1867-1948), sendo esse o responsável pela relação entre o Novo Pensamento e a Teologia da Prosperidade. Ele aderiu à Confissão Positiva, colocou o ser humano em posição elevada e passou a defender a Teologia da Prosperidade e da Saúde. Posteriormente, Kenneth Hagin (1917-2003) assumiu o posto de principal evangelista da Teologia da Prosperidade. Ele é o pai do movimento Palavra da Fé, movimento difundido no Brasil, por vários líderes eclesiásiticos, entre eles Valnice Milhomens. Alguns líderes neopentecostais (ou pseudopentecostais) aderiram a esse movimento, dentre eles, Edir Macedo, R. R. Soares e Valdomiro Santiago os quais, através da utilização da mídia, principalmente a televisiva, massificaram a Teologia da Prosperidade no país.

3. OS ENSINAMENTOS DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE

A Teologia da Prosperidade, conforme se depreende desse relato histórico, foi importada dos Estados Unidos, e ainda é bastante popular naquele país. Atualmente é defendida por líderes como Joel Osteen, T. D. Jakes e Joyce Meyer. Muitas pessoas assistem pela TV os ensinamentos dessa teologia, mas não sabem o quanto ela destoa da ortodoxia bíblica. Trata-se também de um movimento bastante heterogêneo, isso porque cada pastor-celebridade apresenta determinadas especificidades em relação ao movimento. Os lideres da Teologia da Prosperidade costumam, em geral, têm uma visão deturpada de Deus. Alguns deles negam a doutrina da trindade, outros exageram, tal como Benny Hinn, que, a partir de uma suposta revelação, passou a defender que cada pessoa da divindade é triuna, resultando em nove pessoas distintas. A visão predominante de Deus na Teologia da Prosperidade é a de uma divindade sem soberania, isso porque seus líderes colocam o ser humano em primazia. Para eles o poder não está em Deus, mas no próprio ser humano, este, através do poder da confissão positiva, deve determinar, obrigar Deus a fazer o que deseja. A Teologia da Prosperidade acaba por supervalorizar o ser humano em detrimento de Deus. Ela inverte o papel do Criador e da Criatura, os seres humanos, e não Deus, é o centro do universo. Alguns deles, como Paul Crouch e Kenneth Copeland, advogam que o ser humano é deus ou que têm um deus dentro de si. A ênfase é posta na saúde e na riqueza, como explicita Oral Roberts, em um de seus livros, que Jesus nunca foi pobre, e , por conseguinte, nenhum cristão pode aceitar a pobreza. Robert Tilton vai mais além, argumentando que ser pobre é pecado, já que Deus promete prosperidade. Para incentivar os adeptos a alcançarem a prosperidade, eles os desafiam a darem bastante, às vezes, tudo o que têm, com promessas de que serão recompensados por Deus, em uma espécie de barganha. A visão de salvação deles também é equivocada, tendo em vista que o pecado é a pobreza, a redenção acontece quando alguém consegue enriquecer, negando, assim, a condição de pecado apresentada na Bíblia, e a necessidade de um Salvador. A morte de Jesus perde a razão de ser, por esse motivo, pouco se fala em arrependimento e novo nascimento, bem como em ser uma nova criatura.

CONCLUSÃO
A Teologia da Prosperidade ou da Ganância tem causado estragos ao movimento evangélico brasileiro. Isso porque muitos se fizeram pastores, outros por acharem pouco, se dizem bispos e apóstolos com o objetivo de extorquir os incautos. O culto às personalidades se tornou uma prática recorrente, as mesmas caras estão sempre na televisão, fazendo apelos, determinando e prometendo saúde e prosperidade. Eles negam a mensagem da cruz de Cristo, e, com ela, a possibilidade do cristão sofrer. A generalização da mídia acaba causando deturpações, pois as pessoas pensam que todos os evangélicos são iguais. Oramos ao Soberano Deus para que, através das próximas lições, possamos assumir uma posição apologética contra essa famigerada teologia, que nada tem de bíblica e que se opõe ao genuíno evangelho de Jesus de Cristo.

Fonte: EBDWEB

sábado, 24 de dezembro de 2011

ASSEMBLEIA DE DEUS EM VIÇOSA REALIZA CANTATA DE NATAL EM PRÉDIO PÚBLICO


NATAL - momento de celebração no mundo cristão. Nesse espírito de gratidão a  a Deus, pelo nascimento do do seu filho Jesus Cristo, a Assembleia de Deus de Viçosa-AL, em parceira com a prefeitura deste município, realizou uma linda cantata, sob o título "A excelência do Natal". 

    A apresentação foi realizada na Praça Apolinário Rebelo da  no dia 23, às 20h30, nos janelões do prédio histórico da antiga Secretaria de Saúde, hoje funcionando o LAC (Laboratório de Aprendizagem Central). Como não havia sido realizado em viçosa esse momento, A Igreja e um expressivo número de pessoas se aglomeraram ao redor do patrimônio público a fim de prestigiar o evento. Diversas autoridades se fizeram presentes: O ex-prefeito da cidade Flaubert Torres  e sua esposa Salete Pedrosa Torres, o atual prefeito Sr Flaubert Filho e a primeira dama da cidade Ana Paula Calazans  (também Secretária de Educação), o vice prefeito Manoel dos Passos (Vô), além de vários  secretários e vereadores.

    A cantata começou com uma rápida mensagem de boas vindas pelo Pr. Donizete Inácio e em seguida intercalada com vídeos foram apresentados vários hinos contando a história do Natal, sob a regência do jovem David Kenneth, filho do pastor, e da irmã Jeane Brandão. 
    
   O coral foi formado por crianças, adolescentes e jovens da igreja, que de forma vibrante lotaram os janelões do formoso prédio, louvando assim  ao Senhor com muita graça, ao tempo em que o público  assistia atentamente.

  No final das apresentações o Pr. Donizete entregou uma mensagem e com toda a igreja fez uma fervorosa oração pela cidade e seus governantes. Foi cedida a palavra ao Prefeito que muito emocionado elogiou o trabalho realizado e falou que nos próximos anos esta parceria continua, pois "com a cantata de hoje foi dado oficialmente a abertura das comemorações do Natal em Viçosa", enfatizou o prefeito. A primeira Dama do município, fazendo uso da palavra demonstrou sua emoção por tudo que viu e ouviu e agradeceu pelo trabalho que a Assembléia de Deus vem realizando na cidade através dos seus  membros.

A Deus seja a glória e o louvor para sempre

 








sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

CÂMARA MUNICIPAL DE VIÇOSA-AL, HOMENAGEIA PASTOR DONIZETE

    
Numa seção solene realizada nesta quinta-feira(15) na câmara Municipal de Viçosa, cidade localizada na Zona da mata alagoana, foi conferido o título de cidadão honorário viçosense ao pastor Donizete Inácio de Melo, líder da igreja Evangélica Assembléia de Deus deste município. 

  O pastor esteve ladeado pela secretária de Educação do município Ana Paula Calazans Torres, Giselda Tenório, Maria José Duarte e do Sr. João Maviel da Silva que juntamente receberam o honroso título.

    Ao usar a tribuna da casa legislativa, o vereador Elias de Albuquerque Brandão, autor do requerimento do reverendíssimo, externou para os presentes a imensa honra de conferir o honroso título ao líder religioso. Depois de fazer a leitura da biografia do homenageado, tomado por tamanha emoção declarou o Vereador: “ Sinto-me realizado e honrado do requerimento que solicitei a esta casa, em apresentar o digníssimo pastor à receber o título de cidadão viçosense, homem que durante quatro anos neta cidade muito tem feito, dedicando sua vida, usando dos seus talentos e habilidades em prol da edificação de seus liderados e da comunidade como todo viçosense como todo”, ressaltou. Esta foi a primeira proposta que fiz desde que aqui estou, minha homenagem não diz respeito tão somente por ser meu pastor, mas pelo relevante serviço prestado a nossa comunidade", finalizou o parlamentar.

    Facultada a oportunidade aos homenageados, todos externaram toda a sua gratidão pelo título recebido. “Não podemos esconder a emoção num momento como este  de tão elevada respeitabilidade dos munícipes para comigo”, ressaltou o pastor tomado de emoção, “Aqui cheguei em 2007, fui bem recebido pelo um povo ordeiro, respeitador, festeiro e receptivo. No momento elevo toda minha gratidão ao Supremo e Eterno Deus, ao Vereador Elias Brandão pelo requerimento a mim conferido, a minha família, a igreja Assembleia de Deus em Viçosa, ao pastor presidente da Assembleia de Deus em Alagoas José Antônio dos Santos e a todos que de maneira direta e indireta tem contribuído para tamnha honra. Sou pernambucano de nascença, alagoano de registro e viçosense de coração”, comemorou o líder assembeiano.

     Ao término da solenidade, o prefeito do município Flaubert Filho, parabenizou a todos os homenageados do dia, aos requerentes e a todoss os presentes desejando um feliz natal e um ano novo cheio de realizações.









Discurso na íntegra
“Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória pois a ele eternamente. Amém”. (Palavras ditas pelo Apóstolo Paulo aos Rm 11.36).


Exmo. Sr. Presidente da Câmera de Vereadores de Viçosa JOSÉ REINALDO PEDROSA CHAGAS e demais vereadores, Exmo. Sr. Prefeito Municipal FLAUBERT TORRES FILHO e demais autoridades políticas, militares, civis e religiosas aqui presentes, Ilustríssimo autor da indicação para o título de Cidadão de Honra: Vereador Elias de Albuquerque Brandão e um cumprimento muito especial aos caros conterrâneos, já que a partir deste instante sou oficialmente um Viçosense.

É Difícil conter a emoção ao ser contemplado com tão honroso título que me está sendo concedido hoje por Viçosa. É grande a surpresa e alegria que me acometeu ao ser contemplado por tal honraria, embora saiba, desde sempre, da generosidade de que é pródigo este chão, e que tem nos ilustres vereadores desta Augusta Casa como representantes políticos de nossa cidade.

Diga-se a propósito, que para falar sobre os eminentes homens públicos da nossa gloriosa Viçosa precisaria certamente encontrar palavras, palavras que me faltariam, pois toda esta cidade sabe do vosso profícuo trabalho e empenho frente a esta casa de leis municipais. Não poderia, fugir, assim, de início, ao agradecimento bem mais do que formal à Câmara Municipal e aos vereadores que votaram em meu nome para receber tal honraria. Consigno, em especial, minha eterna gratidão ao vereador Elias Brandão por ter apresentado o projeto de Decreto Legislativo que me concede este título.

Sou Pernambucano de nascimento, Alagoano de registro e Viçosense de coração. Aqui cheguei em 20 de novembro do ano de 2007, quando por ocasião fui empossado pastor da Igreja Evangélica Assembléia de Deus e nesta cidade encontrei um povo amigo, ordeiro, respeitador, festeiro e receptivo. Fui agraciado com uma Igreja abençoada e abençoadora que sabe amar, respeitar e considerar os seus pastores e esta honraria da qual sou hoje participante é de um filho desta terra, membro honrado da nossa Igreja e um vereador atuante desta casa.

Nobre Vereador Elias Brandão e demais vereadores, saibam Vossas Senhorias que o Senhor Jesus, certa vez, disse: “Quem vos recebe, a mim me recebe; e quem me recebe a mim, recebe aquele que me enviou. E qualquer que tiver dado só que seja um copo d’água fria a um destes pequenos, em nome de discípulo, em verdade vos digo que de modo algum perderá o seu galardão” (Mateus 10. 40, 42).

Meus caros conterrâneos, notem que os homenageados que acabam de ser acolhidos como cidadãos Viçosenses nunca se omitiram, seguindo o ensinamento de Martin Luther King quando afirmou: “Nossa geração não lamenta tanto os crimes dos perversos quanto o estarrecedor silêncio dos bondosos”.

Meus modestos serviços prestados a esta cidade, conforme histórico apresentado nada mais, nada menos é do que um dever da minha parte, pois aqui chegando tive o cuidado de arregaçar as mangas e fazer aquilo que sei e o que posso, conforme palavras sempre ditas pelo meu pastor presidente.

Neste lugar, já sorri, já chorei, já discursei e preguei a Palavra de Deus em praticamente todos os bairros e em vários povoados na defesa do que considero ser de interesse da nossa população, que é a cidadania e sobre tudo a salvação em Jesus Cristo.

Quero nesta ocasião dedicar este título, em primeiro lugar ao meu Deus, pois sem ele nada faríamos e nem sequer existiríamos. Quero dividir tal honraria com a minha família: meus pais, meus irmãos consanguíneos, minha esposa Sulamita Helena e meus três filhos. Como muito prazer também divido a alegria deste dia com a Igreja Evangélica Assembléia de Deus, na pessoa do meu Pr. Presidente José Antonio dos Santos, aos companheiros de ministério e toda membresia viçosense.

À todos os senhores e senhoras, meus conterrâneos viçosenses, “Obrigado”.


Donizete Inácio de Melo
       PASTOR
Igreja Evangélica Assembléia de Deus -Viçosa-AL



terça-feira, 13 de dezembro de 2011

AS CONSEQUÊNCIAS DO JUGO DESIGUAL


INTRODUÇÃO



O casamento não é um contrato social. É a união divinamente dirigida, de um homem com uma mulher, com o objetivo de constituir família e servir e adorar a Deus. Essa união deve ser entendida no sentido amplo e abrangente; trata-se de uma união, ao mesmo tempo, espiritual, física e social.

O casamento é a única forma de união consagrada por Deus para a constituição da família, objetivando o bem-estar do ser humano em todos os aspectos da vida. Foi o próprio Deus quem instituiu o matrimônio. Na Bíblia, vemos o casamento elevado a um nível bem alto, como observamos na Epístola aos Hebreus 13.4: “Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros Deus os julgará”.

Nesta aula estudaremos acerca do casamento misto; veremos como o cristão deve encarar o casamento, e compreender que as uniões mistas prejudicam o povo de Deus. Deus nunca aprovou a união dos israelitas com os outros povos. Todas as vezes que Israel desobedeceu à ordenança do Senhor sobre o casamento misto, sofreu duras consequências. Da mesma forma também não é da vontade de Deus o casamento entre o fiel e o infiel; a Bíblia chama isso de jugo desigual. Como pode haver comunhão genuína entre o casal, que não concorda entre si sobre questões espirituais? Diz a Bíblia: “Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?”(Os 3:3).

I. O CASAMENTO NO ANTIGO TESTAMENTO
Não é de hoje que o assunto “casamento misto” vem sendo apresentado nas Escrituras como um dos grandes perigos ao Reino de Deus, desde a fundação de Israel até os dias da Igreja. Há pessoas que pensam que Deus tem em mente, proibindo os casamentos mistos, tirar a alegria de um casal que pretende se unir pelos laços do matrimônio. O que o Senhor deseja é ver preservada a comunhão com Ele. O Senhor mesmo instituiu o casamento como uma regra, mas deixou claro uma exceção: a união entre quem pertence ao povo de Deus com uma pessoa que não pertence ao povo de Deus. Deuteronômio 7:3,4 deixa claro a forma com que os israelitas deveriam se portar quando entrassem na terra prometida: não deveriam realizar pactos de paz com as nações que lá existiam, e principalmente não aparentar-se com elas. O princípio ordenado por Deus aos israelitas é que eles reconheçam o Senhor como único e verdadeiro Deus.

1. A natureza do casamento. O casamento tem por objetivo não somente a necessidade do homem de procriação e de companhia, mas também de satisfazer suas necessidades sexuais. Na cidade de Corinto a imoralidade sexual era descomedida e sem limite. E os cristãos daquela igreja, principalmente os incautos e os solteiros, corriam sério perigo em sua vida espiritual e no padrão moral familiar. Tal como era naquela cidade, acontece hoje. Por isso a recomendação de Paulo sobre a necessidade do casamento é bastante clínica: “mas, por causa da prostituição, tenha cada homem sua própria mulher e cada mulher seu próprio marido“(1Co 7:2). Este versículo mostra que o casamento trata de uma aliança monogâmica e heterossexual, comprometendo um homem e uma única mulher(Gn 1:26,27; 2:18; 3:16). Portanto, o ajuntamento homossexual é uma excentricidade e uma abominação aos olhos de Deus(ler Lv 18:22).

Também, o texto de 1Corintios 7:2 estabelece o princípio de que a ordem de Deus para seu povo permanece como sempre foi, a saber, que cada pessoa deve ter apenas um cônjuge - é o princípio da monogamia; a afirmação de que cada homem deve ter a sua própria mulher implica monogamia.

O escritor aos Hebreus diz que devemos respeitar o casamento e que este deve ser constituído “sem mácula“, ou seja, sem mancha (Hb 13:4). Qual seria a mancha deste casamento? O mesmo texto que nos manda respeitar o casamento responde: a prostituição, ou seja, a impureza sexual (que envolve toda e qualquer prática sexual antes do casamento) e o adultério (que é a prática sexual de um casado com quem não é seu cônjuge).

O casamento entre o homem e uma mulher quando é realizado com amor recíproco preserva e protege a pureza moral da sociedade a partir da família.

O casamento é uma aliança, um pacto, então não deve ser quebrado. Se o nosso Deus é um Deus de aliança, e Ele não quebra nem permite quebra de aliança, também não permite que o casamento seja quebrado. Como Deus não se divorcia do seu povo, assim ele não permite que marido e mulher se divorciem. Divorciar-se é quebrar o matrimônio da Aliança. Lemos em Malaquias 2:16: “Porque o Senhor Deus de Israel diz que odeia o divórcio…”.

Precisamos compreender o texto de Mateus 19:1-7 em que Jesus diz que o divórcio é proibido, mas que foi permitido por causa da dureza do coração. Deus nunca intencionou o divórcio, pois este contraria a essência do casamento como uma aliança que nunca deverá ser quebrada, anulada. Você então pergunta: Por que foi dada a permissão para o divórcio conforme Mateus 19:7? Jesus responde em Mateus 19:9: “Quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério…”. Note bem que a única razão para o divórcio conforme Jesus é o adultério, e isto para proteger a parte inocente, e não para dar às pessoas uma maneira fácil de cair fora de um relacionamento desagradável. Fora do adultério, o casamento só pode ser dissolvido pela morte. Divórcio é o atestado do pecado humano.

2. Casamentos proibidos. O povo de Israel recebeu advertências enérgicas de não se misturar com as nações pagãs e idólatras que habitavam em Canaã (Dt 7:1-5). Deus havia escolhido Israel para ser o seu povo próprio, separado para Ele(ler Dt 7:6-11). Não desejava que fosse como as outras nações. Não o escolheu por ser mais numeroso (era o menor de todos os povos). Escolheu-o simplesmente porque o amava e desejava que lhe obedecesse em todas as coisas, inclusive não promovendo matrimônios com pessoas fora da sua linhagem.

Neemias usou como exemplo os erros de Salomão para ensinar o seu povo (Ne 13:26). Se um dos maiores reis de Israel caiu por causa da influência dos incrédulos, outras pessoas também poderiam cair. Neemias enxergou este principio no exemplo de Salomão. Seus dons e pontos fortes não terão beneficio algum se você falhar em lidar com suas fraquezas. Embora Salomão tenha sido um grande rei, seus casamentos com mulheres estrangeiras trouxeram uma grande tragédia para todo o seu reino (ler 1Reis cap. 11). Sob a influência de suas mulheres estrangeiras, Salomão construiu altares aos deuses estranhos, caindo assim no pecado da idolatria (ler 1Rs 11:6-8). Uma propensão ao pecado deve ser rapidamente reconhecida e tratada; caso contrario, ela pode nos dominar e derrubar. Portanto, devemos ter cuidado com as uniões que vão de encontro aos princípios estabelecidos por Deus ao seu povo, exarados na Bíblia Sagrada.

II. O CASAMENTO MISTO NO TEMPO DE NEEMIAS

1. A constatação do erro. Não sabemos o motivo dos casamentos mistos entre os israelitas, mas sabemos que Deus se desagradara deles, e que exigia uma mudança urgente daquela situação. Neemias relata que houve consenso entre os filhos de Israel, de não entregarem suas filhas para os povos da terra, nem desses povos tomarem esposas para seus filhos (Ne 10:30). Mas quando do seu retorno à Jerusalém, constatou que havia irregularidades em muitos casamentos, até mesmo na linhagem sacerdotal (Ne 13:28); o mesmo erro que levou Salomão à queda espiritual(Ne 13:26; veja 1Rs 11:5). Ele disse: “Vi também, naqueles dias, judeus que tinham casado com mulheres asdonitas, amonitas e moabitas“(Ne 13:23). Agora, deveriam se separar dos seus cônjuges estrangeiros (Ne 13:30). Deve ter sido uma situação muito difícil para aqueles homens. Não é fácil cortar laços familiares antigos, mas Deus o exigiu, a fim de que o povo pudesse ser abençoado e cumprisse os mandamentos do Senhor. É claro que para a Igreja isso não seria aplicável (ler 1Co 7:12,13). O compêndio doutrinário da Igreja é o Novo Testamento; não estamos mais debaixo da lei, mas da Graça de Deus (cf Rm 6:14). Todavia, a admoestação do apóstolo Paulo é que os crentes devem casar “no Senhor” (cf 1Co 7:39). Isso significa, em primeiro lugar, que a pessoa cristã deve casar-se com uma pessoa, também, cristã, desde que seja “no Senhor“, ou seja, “segundo a vontade do Senhor“. Em outras palavras, a pessoa cristã pode casar-se com uma pessoa, também, cristã e, ainda assim, estar fora da vontade do Senhor. A pessoa deve buscar a orientação de Deus nessa importante questão e casar-se com a pessoa que Deus preparou para ela.

Entre as diversas formas com que Deus pode ser esquecido como único e verdadeiro Deus é justamente quando um de seus filhos ou filhas resolve se unir com quem não é filho dEle. Esse tipo de convivência tende a suprimir a fé de um dos cônjuges, e afastá-lo de suas crenças e culto. Essa é uma forma de se negar a Deus, e começa justamente pelos sentimentos que um(a) crente nutre por um(a) não-crente. Isto pode parecer radical para algumas pessoas hoje, mas Deus deixa claro o motivo: “pois elas fariam desviar teus filhos de mim, para que servissem a outros deuses”(Dt 7:4). Portanto, Deus, em sua sabedoria, determinou que o povo fosse preservado em sua fé também a partir do matrimonio.

2. As consequências do casamento misto. O casamento misto sempre foi um problema na história do povo de Deus. O dilúvio foi provocado quando os filhos de Deus se casaram com as filhas dos homens, ou seja, quando houve casamentos entre aqueles que serviam a Deus com aqueles que não O serviam (Gn 6:1-3). Mais tarde, quando o povo de Israel entrou na Terra Prometida, o casamento misto foi uma das causas da apostasia espiritual da nação, desaguando no cativeiro babilônico (Êx 34:16). Ao tirar Israel do Egito, Deus ordenou-lhe, de modo claro e veemente, que não se misturasse com outros povos (cf Ex 34:12,16).

O casamento misto pode provocar: conflitos conjugais, desmoronamento do lar, perda das referencias culturais e espirituais (Ne 13:23-29). Veja o que Neemias diz: “E seus filhos falavam meio asdonita e não podiam falar judaico, senão segundo a língua do povo“(Ne 13:24). O que Neemais quis dizer aqui? Perda de referencias culturais e, também, espirituais. Os filhos desses casamentos mistos não conseguiam falar a língua de Israel de forma correta, mas falavam a língua dos países dos quais um de seus pais era oriundo; isto significava que elas não estava sendo educadas no caminho de Deus(Lv 20:7), mas educadas na cultura pagã e, sem dúvida, nos seus ritos pagãos. Isso deixou Neemias bastante irritado, a ponto de agir de forma violenta contra alguns deles (Ne 13:25).

Não é muito diferente na igreja hoje. Há jovens em nossas congregações que se enamoram não crentes, imaginando que no relacionamento poderão ganhá-los para Jesus, como se o namoro fosse uma forma adequada de evangelismo. Essa “estratégia” não tem o apoio do Senhor, até porque o nosso testemunho fala mais alto quando obedecemos a Deus, e não quando o desobedecemos em assuntos tão importantes como esse.

Portanto, o motivo para proibirem o casamento misto não era racial, mas espiritual. A questão não era preconceito racial, mas pureza doutrinária. A mistura de credos levaria ao afrouxamento das relações com Deus. Esdras (Ed 9:1-3), Neemias (13:23- 29) e Malaquias (Ml 2:10-16) confrontaram esse problema de forma firme depois do cativeiro babilônico.

Os casamentos mistos foram tão sérios em Israel que até filhos de sacerdotes se casaram com mulheres estrangeiras (Ed 10:18; cf Ne 13:28). Isto quase atingiu fatalmente o coração da religião judaica. Um dos filhos de Joiada, filho do sumo sacerdote Eliasibe, casou-se com uma filha de Sambalate, o grande inimigo dos judeus (cf Ne 13:28).

Portanto, o princípio espiritual de se evitar o casamento misto é lealdade a Deus. Essas uniões mistas com estrangeiros pagãos eram condenadas pela lei (Ex 34:12-16; Dt 7:3; Ed 9:12,14), mas era permitida quando o estrangeiro era convertido a Deus. Rute, por exemplo, sendo moabita, casou-se com Boaz e tornou-se membro da família genealógica do Messias.

III. RESPONSABILIDADE MINISTERIAL ACERCA DO CASAMENTO


1. O jugo desigual. O povo de Israel havia prometido não permitir que seus filhos se casassem com pagãos (Ne 10:30). Mas na ausência de Neemias o povo havia se casado com pagãos, desobedecendo, ostensivamente, a aliança que havia previamente firmada com Deus. Neemias ficou indignado com a desobediência do povo. A reação de Neemias foi bastante enérgica e contundente (Ne 13:25). Ele adotou várias medidas saneadoras tanto na administração da cidade quanto no exercício do santo ministério. Ele sabia que o povo jamais teria a benção de Deus se continuasse a misturar-se com os idólatras. O severo tratamento aplicado por Neemias aos israelitas que quebraram o pacto com Deus contrasta sua profunda fidelidade a Deus e a negligencia, desobediência e infidelidade do povo (ver também Esdras 10:3). O jugo desigual não era e nem é permitido.

Não podemos ignorar os perigos do jugo desigual. O apostolo Paulo, escrevendo sob a influência e inspiração do Espírito Santo, diz que precisamos nos separar dos incrédulos e não nos envolvermos em alianças ou sociedades com eles. Ele admoesta: “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas?“(2Co 6:14).

A palavra “jugo” refere-se à canga, um implemento de madeira, utilizado para prender uma junta de bois pelo pescoço e ligá-los à carroça ou ao arado. Se alguém tentasse prender um boi com uma mula por meio do jugo, o resultado seria desastroso, pois eles não trabalhariam bem em conjunto (ler Dt 22:10). Dois bois ou duas mulas seriam bons, mas as diferenças de temperamento e de tamanho entre bois e mulas não permite combinar os dois. O ponto aqui é que os crentes precisam evitar qualquer situação em que fiquem em jugo desigual com um incrédulo. Isso inclui exemplos como namoro, casamento, sociedades nos negócios, associações voluntárias (clubes, etc.) por meio das quais aqueles que não têm os mesmos valores espirituais possam exercer pressão sobre você. As amizades íntimas com as pessoas erradas também devem ser evitadas.

2. As consequências do jugo desigual. O casamento é considerado um pacto entre duas pessoas e Deus (Pv 2:17; Ml 2:14). Assim, o casamento misto(jugo desigual) corrói a própria base do casamento. O lar deve ser a base da sociedade, a estrutura sobre a qual uma nação se constrói. O Novo Testamento testemunha contra o casamento de cristãos com incrédulos. Como já frisei acima, Paulo pede aos cristãos que se casem “somente no Senhor“(1Co 7:39). Hoje, porém, como em outras épocas, alguns cristãos tentam apresentar boas justificativas, imaginando que conseguirão levar o cônjuge incrédulo a Cristo. Todavia, isso raramente acontece, e os filhos tendem a seguir o caminho do cônjuge não regenerado, à semelhança das crianças israelitas do tempo de Neemias, que não possuíam quaisquer referencias espirituais. E muitos, que no inicio era cristão, com o decorrer do tempo se tornam apóstatas por influencia do outro cônjuge descrente.

Querido irmão, tudo aquilo que não contribui em coisa alguma para nossa aproximação com Deus deve ser evitado. Portanto, quando formos meditar sobre esta ou aquela conduta, lembremo-nos que o que está em jogo é o nosso relacionamento com Deus e que Deus quer que nós nos santifiquemos.

3. Uma recomendação sempre atual. Com relação ao casamento misto, o rev. Hernandes Dias Lopes aponta três possibilidades: (1) o cônjuge incrédulo não se converter; (2) o cônjuge incrédulo converter-se; (3) o cônjuge crente afastar-se da igreja. Setenta e cinco por cento dos casamentos mistos tornam-se experiências amargas para o cônjuge crente. Você teria coragem de pegar um vôo para determinado destino sabendo que naquela rota 75% dos vôos estão caindo? Você se aventuraria num casamento misto, sabendo que 75% por cento deles estão naufragando ou enfrentando sérios problemas?

Os jovens precisam se acautelar nessa área vital da vida. Creio que todo jovem crente precisa observar alguns aspectos antes de dizer sim no altar. A pessoa com quem vai se casar já nasceu de novo? É uma pessoa que tem caráter aprovado? Ela possui valores familiares sólidos? É uma pessoa que respeita os pais? Ela respeita você? Essa pessoa ama você e demonstra isso em palavras e atitudes? Seus pais apóiam esse relacionamento? As pessoas que acompanham você testificam positivamente acerca desse relacionamento? Pense nisso!

Sejamos cautelosos e prudentes ao tomarmos decisões que influenciarão as nossas vidas para sempre. A exemplo de Neemias, oremos ao Senhor, pedindo-lhe que venha abençoar e purificar o seu povo(Ne 13:29)!

CONCLUSÃO


Água e óleo não se misturam, porque são substancias heterogêneas. Com os casamentos mistos acontece a mesma coisa, ou seja, humanamente pode haver uma ligeira impressão de unidade, mas Deus não vê assim. Isto significa que casamentos, cujos cônjuges professam fé diferente e que não tem a Bíblia como regra de fé e pratica é como água e óleo num mesmo recipiente, não há unidade. Como andarão juntos se não professam a mesma fé? Qual educação religiosa prevalecerá em relação aos filhos? Em que tipo de fé serão ensinados? Sigamos,a ordem do Senhor de não contrair matrimonio com os infiéis, para que tenhamos uma família abençoada por Ele. Amém?




Fonte: ebdweb

domingo, 11 de dezembro de 2011

ASSEMBLEIA DE DEUS EM VIÇOSA ALAGOAS COMEMORA DIA DA BÍBLIA

    A Assembléia de Deus em Viçosa localizada no zona da Mata do Estado de alagoas, igreja liderada pelo pastor Donizete Inácio de Melo, realizou na tarde de domingo(11) uma brilhante concentração em comemoração ao dia da Bíblia.

     Foi uma tarde marcante para a igreja na cidade, e um presente para os moradores do conjunto Residencial Cidade de Deus especificamente. Depois de realizar uma distribuição de folhetos em massa, foi realizada uma belíssima concentração na “praça da carvalhada” assim denominada. Os departamentos de adolescentes, jovens e senhoras abrilhantaram a tarde de domingo louvando ao Senhor acompanhados pelo som do acordeon tocado pela irmã Ana Domingos.
  
    Um riquíssimo e emocionante histórico da Bíblia foi lido pelo jovem Cícero Ferreira, ao tempo que todos ouviam com intensa atenção. Lido o referido histórico, alguns irmãos fizeram uso da mensagem salvadora. Ao término, o pastor Donizete inspirado por Deus, convocou a todos à fazer uma oração especial pela cidade. Em forma de círculo e de mãos estendidas  os crentes em Jesus intercederam fervorosamente ao Senhor em prol da cidade Viçosa, a bela Princesa das Matas assim conhecida. Glorificamos a Deus por duas senhoras que ao ouvir atentamente a mensagem salvadora,  aceitaram a Cristo como Salvador e Senhor  de suas vidas.

TODA HONRA, GLÓRIA LOUVOR E ADORAÇÃO SEJA TRIBUTADO AO SENHOR DOS SENHORES.

O sol causticante não impediu a juventude

Pai, mãe e filho na percussão

Momento da intercessão

Senhoras louvando ao Senhor

Pastor Donizete pregando a Palavra


Jovens e adolescentes louvando ao Senhor

Hora da intercessão
Dc. Marcos pregando
Ouvinte atento ao folheto

Edmilton, o sonoplasta a AD-Viçosa