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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

ZACARIAS: O REINADO MESSIÂNICO

Texto Básico: Zc 1:1; 8:1-3,20-23



 
 
“Eis que vem dias, diz o Senhor, em que levantarei a Davi um Renovo justo; sendo rei, reinará, e prosperará, e praticará o juízo e a justiça na Terra” (Jr 23:5).



INTRODUÇÃO


Zacarias, como um dos três profetas pós-exílio, juntamente com Ageu e Malaquias, ministrou para os judeus remanescentes que retornaram a Judá para reconstruir o Templo e sua nação. Como Ageu, ele encorajou o povo a concluir a reconstrução do Templo, mas sua mensagem foi muito além daqueles muros físicos e das questões daquela época. Com uma espetacular imagem apocalíptica e os detalhes que mencionou, ele falou a respeito do Messias, aquele a quem Deus enviaria para salvar o seu povo e reinar sobre toda a terra. Zacarias é um dos mais importantes profetas. No livro que leva o seu nome são registradas referências messiânicas detalhadas que foram claramente cumpridas na vida de Jesus Cristo. Ele diz que a reconstrução do Templo foi apenas o primeiro ato no drama dos tempos do fim e a introdução da era messiânica. Zacarias proclamou uma mensagem comovente de esperança para estes ex-exilados: “seu Rei chegaria logo! “. Jesus está voltando para estabelecer o seu reino milenar, e Ele reinará para todo o sempre. Há indicativos fortes para este acontecimento: a nação de Israel é o relógio Deus.


I. O LIVRO DE ZACARIAS



1. Conteúdo histórico. Zacarias era um contemporâneo mais jovem do profeta Ageu. Esdras 5:1 declara que ambos animaram os judeus, em Judá e Jerusalém, a persistirem na reedificação do Templo nos dias de Zorobabel (o governador) e de Josué (o sumo sacerdote). O contexto histórico para os capítulos 1-8, datados entre 520-518 a.C., é idêntico ao de Ageu. A situação espiritual de Judá é a mesma descrita no livro de Ageu, conforme estudamos anteriormente: indiferença religiosa, mornidão espiritual e acomodação em relação à obra de Deus. Juntamente com Ageu, seu contemporâneo, Zacarias foi usado por Deus para encorajar o povo a reconstruir o Templo de Jerusalém, que havia sido destruído por Nabucodonosor em 586 a.C. Em 538 a.C., Ciro, rei da Pérsia, promulgara um decreto, permitindo aos judeus exilados voltarem à pátria para reconstruir Jerusalém e o Templo, cumprindo, assim, as profecias de Isaías e Jeremias (Is 45:1-3; Jr 25:11,12; 29:10-14), e a intercessão de Daniel (Dn 9). Como resultado do ministério profético de Zacarias e Ageu, o Templo foi completado e dedicado em 516-515 a.C.


2. Vida Pessoal de Zacarias. O nome Zacarias, bastante comum em Israel, significa "o Senhor lembra" (isto é, o Senhor lembra de responder as orações dos pais por um filho). Ele era de uma família sacerdotal, assim como o profeta Jeremias(Jr 1:1) e Ezequiel (Ez 1:3). Dentre o grupo dos profetas menores, é reconhecido como o único sacerdote que foi profeta. Portanto, temos em tela mais um caso de uma pessoa nascida com uma função que posteriormente foi mudada pelo próprio Deus. Lembremo-nos de que ser sacerdote, naqueles dias, era menos difícil do que ser profeta, dado ao fato de que o sacerdote intercedia pelos homens a Deus, e o profeta falava aos homens sobre Deus.


Da mesma forma que Ageu, Zacarias ministrou aos israelitas a fim de que eles retornassem a cuidar do término da construção do templo do Senhor.


No início do Livro é dito que este profeta é "filho de Baraquias" e neto "de Ido" (Zc 1:1). Esdras, por outro lado, menciona que é "filho de Ido" (Ed 5:1; 6:14). Esta discrepância é mais aparente que real. É facilmente explicada quando se considera que Baraquias morreu antes de Ido, e Zacarias sucedeu seu avô na chefia da ordem sacerdotal de Davi. Há vários exemplos no Antigo Testamento em que os homens são chamados filhos de seus avôs (Gn 29:5; cf. Gn 24:47; 1Rs 19:16; cf. 2Rs 9:14,20). Em Israel, no Antigo Testamento, o avô era considerado o fundador da casa, assim, no caso de Zacarias, Ido era o chefe de sua família quando saiu da Babilônia e estabeleceu-se novamente em Jerusalém. O fato de Esdras referir-se a Zacarias como filho de Ido deve ser entendido no sentido geral de descendente.


Em todo caso, este profeta era membro da família sacerdotal de Ido, que voltou da Babilônia para Jerusalém sob as ordens de Ciro (Ne 12:4). O livro de Neemias acrescenta a observação de que no sumo sacerdócio de Joiaquim, filho de Josué, Zacarias foi nomeado chefe da casa de Ido (Ne 12:10,16). Se este é o profeta que intitula este livro, como é razoável supor, então Zacarias era jovem em 520 a.C. e criança quando foi para Jerusalém numa caravana da Babilônia. O livro de Esdras nos informa que Zacarias compartilhava com Ageu o trabalho de animar Zorobabel e Josué a reconstruírem o Templo (Ed 5:1,2; 6:14).


A carreira profética de Zacarias começou "no oitavo mês do segundo ano de Dario" (Zc 1:1). A primeira fase de seu ministério durou até o nono mês do quarto ano do reinado do rei Dario, em 518 a.C. (Zc 7:1). Nada sabemos sobre os anos restantes da vida ou ministério do profeta, com exceção da declaração de nosso Senhor de que foi morto "entre o santuário e o altar" (Mt 23:35).


3. Estrutura e mensagem.


a) Estrutura. O livro do profeta Zacarias tem duas partes bem delineadas: a primeira diz respeito a oito visões que o profeta teve da parte de Deus, visões onde se encontravam mensagens relativas ao atual estado espiritual do povo, uma corroboração da mensagem dada, na mesma época, pelo profeta Ageu, na qual se conclama o povo a reconstruir o templo e a dar prioridade a Deus e à Sua obra. Já a segunda parte do livro, que se inicia no capítulo 9, o profeta traz diversas mensagens a respeito do futuro de Israel e do final dos tempos, numa renovação das promessas messiânicas dos profetas anteriores ao exílio, numa clara afirmação de que Deus não havia Se esquecido, mas, antes, estava bem recordado das promessas que haviam sido proferidas ao Seu povo antes e durante o cativeiro.


Zacarias é, mesmo, depois de Isaías, o profeta que mais referências faz ao Messias, o que deve ser bem levado em conta diante do caráter diminuto de seu livro. As profecias mais famosas de Zacarias a respeito do Messias predizem sua entrada triunfal em Jerusalém (Zc 9:9), sua traição por trinta moedas de prata (Zc 11:12,13), sua morte como pastor ferido (Zc 13:7), sua segunda vinda (Zc 14:4) e o estabelecimento do seu reino milenar, no qual governará como Rei e sumo sacerdote (Zc 14:9). Um dos versículos mais dramáticos das Escrituras proféticas é encontrado em Zc 12:10, quando, na maioria dos manuscritos a primeira pessoa é usada: “E olharão para Mim, a Quem traspassaram”. Jesus Cristo, pessoalmente, profetizou Sua definitiva recepção pela nação de Israel.


Embora várias profecias de Zacarias tivessem aplicação ou cumprimento parcial na época desse profeta, muitas delas ainda aguardam cumprimento num futuro próximo.


b) Mensagem. A mensagem de Zacarias compõe-se de duas etapas:


b.1) Mensagem entregue durante a reconstrução do Templo(Zc 1:1-8:23). Zacarias encorajou o povo a abandonar o pecado em suas vidas e continuar a reconstruir o Templo. Suas visões descreveram o juízo dos inimigos de Israel, as bênçãos preparadas para Jerusalém e a necessidade de o povo de Deus permanecer puro - evitando a hipocrisia, a superficialidade e o pecado. As visões de Zacarias proveram esperança ao povo. Nós também precisamos seguir cuidadosamente as instruções para que permaneçamos puros até a volta de Cristo.


b.2). Mensagens entregues depois da reconstrução do Templo (Zc 9:1-14,21). Além do encorajamento e da esperança, as mensagens de Zacarias eram também uma advertência de que o reino messiânico não começaria assim que a obra do Templo fosse concluído. Os inimigos de Israel seriam julgados e o Rei viria, mas o próprio povo judeu enfrentaria muitas circunstâncias difíceis antes de experimentar a bênção da vinda do Messias. Nós, também, podemos enfrentar muita tristeza, decepção e angústia antes de entrarmos no Reino eterno de Cristo.


4. Unidade literária. A unidade do livro é seriamente questionada pelos estudiosos, principalmente pelos liberais. As duas divisões principais, capítulos 1 a 8 e os capítulos 9 a 14, são tão dessemelhantes em estilo e ponto de vista histórico que tornou-se comum atribuir a cada uma destas divisões um autor diferente. Por causa disso, não faltaram entre os "críticos bíblicos" quem dissesse que somente a primeira parte do livro seria do profeta Zacarias e que a segunda parte teria sido acrescida posteriormente por algum "autor apocalíptico", teorias que, como costuma ocorrer com os "críticos bíblicos", não têm qualquer evidência histórica. O certo é que o livro de Zacarias sempre foi reconhecido e tido como uma única obra e completa com 14 capítulos, e isto pelos judeus que, como sabemos, não aceitam Jesus como sendo o Messias, o que é bastante para crermos na sua integridade e autenticidade na forma como se encontra no cânon judaico. Ademais, como dissemos, o fato de Zacarias ter apresentado mensagens messiânicas é uma consequência natural do plano divino para com a humanidade, pois uma das principais funções dos profetas era, como nos ensina Paulo, manter viva a promessa messiânica entre os judeus (cf. Rm 1:2,3).


II. PROMESSA DE RESTAURAÇÃO



1. Sião. A palavra “Sião” é mencionada pela primeira vez na Bíblia em 2Samuel 5:7: "Porém Davi tomou a fortaleza de Sião; esta é a Cidade de Davi". Portanto, Sião era originalmente o nome da fortaleza jebusita na cidade de Jerusalém. Sião passou a significar não só a fortaleza, mas também a cidade onde a fortaleza se encontrava. Depois que Davi capturou "a fortaleza de Sião", Sião passou a ser chamada de "a Cidade de Davi" (1Reis 8:1; 1Cr 11:5; 2Cr 5:2). Após a morte do rei Davi, o termo Sião passou a se referir ao monte em Jerusalém, o Monte Sião, onde se encontrava o Templo de Salomão. Mais tarde, Sião passou a se referir ao próprio Templo e aos terrenos do Templo. Depois disso, Sião foi usado para simbolizar Jerusalém e a terra prometida.


Quando Salomão construiu o Templo de Jerusalém, a palavra Sião expandiu o seu significado para incluir também o Templo e a área ao seu redor (Salmo 2:6;48:2,11-12;132:13). Sião foi eventualmente usado como um nome para a cidade de Jerusalém, a terra de Judá e o povo de Israel como um todo (Is 40:9; Jr 31:12; Zc 8:2,3, 9:13).


2. O zelo do Senhor – “Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Zelei por Sião com grande zelo e com grande indignação zelei por ela” (Zc 8:2). Assim como a ira de Deus deve ser compreendida em relação à aliança, também deve ser compreendido seu ciúme, ou zelo. O sentido original para este texto sugere uma erupção de sentimentos como a que é vista no rosto vermelho de uma pessoa em virtude de emoções fortes. É como se Deus não pudesse se conter mais diante da obstinação e do pecado do seu povo. Ele está se consumindo de ciúmes por ela, ou melhor, ‘com grande zelo’(Zc 8:2). Tão grande, de fato, é o amor de Deus por Sião que ele anuncia a sua intenção de voltar e habitar em Jerusalém, cuja triste sorte será revertida quando ela vier se tornar a Cidade da Verdade, isto é, o lugar onde a crença e a boa conduta andam de mãos dadas (cf. Is 26:2,3; Jr 3:17), e assim será distinta de todos os outros lugares – um monte Sagrado(Zc 8:3).


O zelo de Deus pelo seu povo nasce do amor pactual e da dedicação divina a ele (Zc 1:14). Isto, por sua vez, requer do povo uma verdadeira lealdade a Deus, pois a Sua santidade jamais deve ser violada, sob pena de punição. Está escrito: “porque eu, o SENHOR, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem” (Ex 20:5).


3. Restauração de Jerusalém (Zc 8:3b). A chave para a plena restauração de Jerusalém é a volta de Jesus Cristo a Sião. Pois indica a ocasião em que Cristo voltará, em plena glória, para implantar o seu reino sobre as nações. Nessa ocasião, a presença divina fará de Jerusalém a cidade da verdade e da fidelidade. E o monte do Senhor será santo, isto é, separado à sua adoração. “Assim diz o Senhor dos Exércitos: voltarei para Sião e habitarei no meio de Jerusalém; e Jerusalém chamar-se-á a cidade de verdade, e o monte do Senhor dos Exércitos, monte de santidade” (Zc 8:3). Portanto, um Dia Cristo governará em seu Reino na Terra. Então todo os seu povo viverá com Ele. Esta verdade deve nos encorajar a esperar ansiosamente pelo reinado do Messias.


III. O REINO MESSIÂNICO



Quando Deus formou Israel, Seu propósito era o de que fosse um "reino de sacerdotes" para o Senhor (Êx 19:6), proclamando-o entre os gentios (1Rs 8:60). A fé e a obediência de Israel à Aliança Mosaica eram para trazer-lhe tamanha bênção que, por conseguinte, conduziria o mundo pagão ao Senhor. Porém, depois dos reinados de Davi e de Salomão, os israelitas não foram fiéis à aliança. Por isso, Deus foi obrigado a discipliná-los, o que resultou na sua expulsão da terra de Israel, via exílio assírio (722 a.C.) e exílio babilônico (586 a.C.). Os profetas israelitas já haviam profetizado esses eventos, mas sempre acrescentavam que a nação seria redimida e restaurada à sua glória do passado, através da vinda do Messias.


O profeta Daniel também indicou que um período conhecido como "os tempos dos gentios" interviria (Dn 9:20-27). Assim, como parte de Sua disciplina para com Israel, Deus colocou a nação sob a dominação gentílica até que o Messias venha. Quando o Messias veio, pela primeira vez, muitos em Israel estavam procurando essa redenção (ler Lc 2:25-32). Entretanto, Deus havia determinado que o Messias seria rejeitado e morreria (At 2:23). Por conseguinte, a instituição do Reino Israelita e suas prerrogativas de banimento dos malfeitores foi adiada, para dar condições de que o Evangelho chegasse até os gentios. Enquanto isso, Israel permaneceria debaixo do domínio dos gentios; daí desenvolveu-se a perspectiva equivocada de que Israel foi rejeitado para sempre. No Segundo Advento (Segunda Vinda) do Messias, o Reino Israelita será estabelecido em Jerusalém e o Messias reinará sobre o mundo inteiro em justiça.


Todavia, a Bíblia ensina claramente, que o Reino Messiânico não virá sem uma batalha, tanto espiritual, quanto literal. Satanás não renunciará à sua autoridade voluntariamente e lutará para matar e destruir tantos quantos for possível, até o seu fim. Ele também tentará destruir Israel, para impedir que chegue ao arrependimento. Contudo, ao final da Grande Tribulação, quando os exércitos do mundo cercarem e invadirem Jerusalém, o Senhor retornará para guerrear por Israel.


Os capítulos 12 a 14 de Zacarias descrevem, vividamente, essa batalha: "Naquele dia, farei de Jerusalém uma pedra pesada para todos os povos; todos os que a erguerem se ferirão gravemente; e, contra ela, se ajuntarão todas as nações da terra. Naquele dia, diz o Senhor, ferirei de espanto a todos os cavalos e de loucura os que os montam; sobre a casa de Judá abrirei os olhos e ferirei de cegueira todos os cavalos dos povos. (...) Naquele dia, o Senhor protegerá os habitantes de Jerusalém; e o mais fraco dentre eles, naquele dia, será como Davi, e a casa de Davi será como Deus, como o Anjo do Senhor diante deles" (Zc 12:3-4,8).


Combinado com a ação do dragão e da besta em Apocalipse 11-13 e 19, surge um panorama dessa batalha do final dos tempos: os exércitos romanos (ou ocidentais, especialmente a Europa) e o Anticristo (a Besta do Apocalipse) invadirão o Oriente Médio e Israel, onde o Anticristo conquistará o Templo (cf 2Ts 2:4) e nele erigirá sua imagem, para que o mundo o adore (Ap 13:15). Ainda que a intenção dele seja a de exterminar Israel, Deus protegerá um remanescente fiel. Então os exércitos do mundo todo se ajuntarão no Vale de Armagedom, área que se tornará o palco da batalha por Jerusalém.


Quando a situação parecer extremamente desesperadora, os líderes de Israel se arrependerão e reconhecerão Jesus como seu Messias (Zc 12:9-14). Essa atitude disparará o retorno do Messias (Zc 14:4; Ap 19) para derrotar os inimigos de Israel e estabelecer o Seu governo sobre o mundo inteiro, a partir de sua sede em Jerusalém.


Esse Reino Messiânico não é o final da história. Após o reinado de mil anos do Messias (Ap 20), Deus criará novos céus e uma nova terra – o Estado Eterno -, bem como edificará uma Nova Jerusalém, onde todos os seus filhos, a sua igreja, viverão juntos, em igualdade, por toda a eternidade (Ap 21-22). Essa nova Jerusalém é a cidade celestial que foi feita para ser o local onde Deus habitará juntamente com os homens que lhe foram fiéis e aceitaram a sua oferta de submissão e obediência à sua Palavra. É o local que substituirá o Éden como morada de Deus com os homens. Ela é explicitamente mencionada e revelada no capítulo 21 do livro do Apocalipse. O próprio Jesus já havia mencionado existir um lugar que seria por Ele preparado para que os seus servos nele habitassem para sempre com o Senhor (João 14:1-3). O objetivo de Deus é fazer com que tenhamos, novamente, um lugar onde possamos habitar com Deus, e a Nova Jerusalém é este local.

CONCLUSÃO


Não temos dúvida de que o reino messiânico é uma realidade iminente. A Bíblia está eivada de profecias a respeito deste tempo tão promissor e de grande expectativa, tanto para a Igreja como para o povo judeu. Assim como todas as profecias sobre os impérios passados e acerca da primeira vinda de Cristo cumpriram-se fielmente, as profecias escatológicas igualmente se cumprirão. Os acontecimentos atuais, principalmente com os que tem ocorrido com a nação de Israel, pregam com bastante penetração que estamos no limiar de um novo tempo e de uma nova forma de Deus tratar com o ser humano. O reino messiânico será o único período da história em que “o efeito da justiça será paz, e a operação da justiça, repouso e segurança para sempre”(Is 32:17). Como diz o Salmista: “A misericórdia e a verdade se encontraram; a justiça e a paz se beijaram” (Sl 85:10). Vem, Senhor Jesus” (Ap 22:20).

Fonte:ebsweb


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