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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

O REFEXO DO IPI REDUZIDO.

ipi
       Nos últimos dias no nosso país – especificamente entre o ano de 2012 e início de 2013, muitos brasileiros têm achado muito motivo de comemorar diversas conquistas alcançadas. Razões de tamanhas comemorações, diz respeito às facilidades que os mesmo receberam para alcançar aquilo que tanto almejavam. Ver o sonho realizado é sem dúvida tudo que todo ser humano traz consigo.
       A presidente Dilma Vana Rousseff, junto à comissão econômica do Brasil dos brasileiros, muito contribuiu para diversas conquistas alcançadas na vida de muitos brasileiros. Para tanto, nossa presidente aprovou uma medida econômica que ficou por demais que conhecida até mesmo por aqueles que pouco se debruça no contexto econômico da atualidade - A redução do IPI( Imposto sobre Produtos Industrializados).
        A redução do IPI, caiu como luva para os sonhadores. O carro do ano, a motos dos sonhos, o eletrodoméstico tão esperado, a primeira viagem de avião, etc., fez surgir rojões de fogos comemorativos em diversas regiões do Brasil. A redução do IPI foi sem dúvida um sinal verde que se abriu levando assim a muitos atingir a conquista que outrora não foi possível.
       Indiscutivelmente, a economia brasileira recebeu uma guinada, chegando elevar o Brasil a sexta posição no cenário mundial. Contudo necessário se faz um análise sobre o reflexo que essas medidas trouxeram para milhares.
     Em meio aos rojões de fogos comemorativos, o Brasil no cenário econômico mundial, o congestionamento nas grandes capitais, a dona de casa feliz, os municípios brasileiros sentem na pele as medidas tomadas, entre essas a “milagrosa” redução do IPI. Não atribuiremos todo avanço, bem como as deficiências da economia a redução supramencionada, portanto apontamos como um fator que muito contribuiu para tal.
       Uma vez que a redução do IPI abriu o sinal verde para as compras, o sinal vermelho acendeu para os cofres públicos municipais. Assim como os consumidores receberam uma relevante redução nas compras, os repasses nos cofres públicos não ficaram para trás.
       Que as medidas tomadas para alavancar a economia foram relevantes, sim, sem dúvida não discutiremos, contudo que em meio as tais medidas, também deviam ser tomadas para aliviar as perdas dos menos favorecidos. Os técnicos em economia deviam analisar que milhares sobrevivem na dependência dos repasses advindos de determinados impostos. Muitos municípios no nosso país, encontram-se em colapso econômico por falta desses repasses. Os menos favorecidos esperam medidas que levem a viverem de maneira mais digna. Precisamos de medidas que abram o sinal verde da melhor qualidade de vida para nossos “irmãozinhos” brasileiros.
Por Efigênio Hortêncio de Oliveira








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