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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

CONGREGAÇÃO DO POVOADO SABALANGÁ EM VIÇOSA REALIZA ENCERRAMENTO DA EBD.

         
Nesta sexta-feira(27), a Congregação da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Povoado Sabalangá realizou o encerramento da Escola Bíblica sob um clima por demais que agradável. Com o Objetivo de obtermos uma escola participativa e sobretudo a melhoria do ensino aprendizagem da palavra de Deus, facultamos a palavra para todos irmãos presentes a fim de externar toda gratidão a Deus por mais uma ano que Deus nos concedeu do estudo sistemático da palavra de Deus, ao tempo em que abrimos o espaço para sugestões  no sentido buscarmos caminhos de  fazer o melhor para EBD nessa Congregação no ano 2014. Sugestões valiosas foram expostsas por todos os presentes. Irmã Neuza Borges sugeriu a dinâmica "Amigo da oração", irmã Alcione sugere que a Bíblia seja estudada com intensa sistematização versículo por versículo. Já para a irmã Ranúzia, é interessante que venhamos utilizar meios didáticos nos estudos, como por exemplo projetor, vídeo e outros meios tecnológicos para uma melhor compreensão.. Em seguida foi realizada uma pequena confraternização na classe das crianças e pre-adolescente. No momento  os alunos que obtiveram a frequência 100% foram presenteados. Termino usando das palavras do auxiliar José Carlos: "A  Escola Bíblica no Povoado sabalangá não pode parar" 

Por Efigênio Hortêncio






domingo, 22 de dezembro de 2013

Revista da EBD do 1º trimestre de 2014. UMA JORNADA DE FÉ


O ano de 2014 terá início com o convite a frequentarmos a EBD a fim de relembrarmos a jornada de fé, a formação e a herança espiritual do povo de Israel. A revista relatará com base no livro de Êxodo o início da escravidão dos hebreus pelos egípcios, a escolha de Moisés como libertador e a forma como Deus retirou os hebreus do jugo egípcio. 
A capa da lição, com uma representação da abertura do Mar Vermelho faz referência ao início da jornada de fé (e de dúvidas também) do povo de Israel pelo deserto.  

Todo o conteúdo do livro será estudado em 13 lições comentadas pelo Pr. Antonio Gilberto edescritas abaixo:

Lição 1 – O livro de Êxodo e o Cativeiro de Israel no Egito
Lição 2 – Um Libertador para Israel
Lição 3 – As Pragas Divinas e as Propostas Ardilosas de Faraó
Lição 4 – A Celebração da Primeira Pascoa
Lição 5 – A Travessia do Mar Vermelho
Lição 6 – A Peregrinação de Israel no Deserto até o Sinai
Lição 7 – Os Dez Mandamentos do SENHOR
Lição 8 – Moisés - Sua Liderança e Seus Auxiliares
Lição 9 – Um Lugar de Adoração a DEUS no Deserto
Lição 10 – As Leis Civis Entregues por Moisés aos Israelitas
Lição 11 – DEUS Escolheu Arão e Seus Filhos para o Sacerdócio
Lição 12 – A Consagração dos Sacerdotes
Lição 13 – O Legado de Moisés

Como um recurso a mais para professores e alunos haverá também o livro de apoio do trimestre:Uma jornada de fé: Moisés, o Êxodo e o Caminho à Terra Prometida.
Nesta obra, acompanharemos a história de Moisés no Êxodo bem como o seu legado para o povo de Israel, para a humanidade como um todo e para a igreja até os dias de hoje

Fonte:casadabibliaonline.bogspot,com

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

13ª lição do 4º trimestre de 2013: LANÇA O TEU PÃO OBRE AS ÁGUAS

 
“Lança o teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás” (Ec 11:1).

 


INTRODUÇÃO


Nos textos de Eclesiastes 11:1-10, o sábio Salomão nos convida a ser proativos (alguém que antecipa futuros problemas, necessidades ou mudanças, fazendo com que as coisas aconteçam). “Lança, reparte, semeia, alegre-se, recreie-se, anda” (Ec 11:1,2,6,9) são alguns dos imperativos apresentados pelo sábio. Muitos comentaristas tem dito que aqui temos a “vida de fé”, no sentido de tomar algumas atitudes e acreditar que elas trarão resultados proveitosos. A expressão “não sabes” aparece quatro vezes em três versículos (Ec11:2,5,6). Então, a lei da semeadura e da colheita está presente aqui.

I. VIVENDO COM PROPÓSITO


1. Tomando uma atitude. "Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás" (Ec 1:1). Aqui, Salomão nos exorta a tomarmos uma atitude. Este texto faz referência a maneira de como era plantado o trigo naquela época, que consistia em semear os grãos sobre a água na época da cheia dos rios e que quando as águas baixassem haveria uma grande plantação. Isso demonstra uma confiança de que mesmo sem saber qual semente vai germinar, a certeza é que a colheita será abundante. A lei da semeadura pode ser aplicada a todas as áreas da nossa vida, "porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que semeia na carne, da carne ceifará corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna"(Gl 6:7b,8). Vivemos num tempo em que se ficarmos aguardando condições ideais para fazermos alguma coisa, nunca faremos  nada. Para "lançar o pão sobre as águas", é preciso ter fé. A fé "é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem" (Hb 11:1). Só aquele que crê que Deus supre as nossas carências pode tomar esta atitude. Não tenha medo de lançar sementes, pois Deus "é poderoso para fazer [...] além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera" (Ef 3:20).

Lança o pão sobre as águas, através das obras. As Escrituras nos contam a história de Davi e Jônatas. Eles construíram uma amizade sincera, na base da honestidade e compreensão. Jônatas não concordava com as atitudes erradas do seu pai, o rei Saul, por isso defendeu a Davi em várias ocasiões, livrando-o da morte, pois o rei, seu pai, queria matá-lo. Mais tarde, após a morte do príncipe Jônatas, quando Davi já era rei, o filho de Jônatas, Mefibosete, aleijado, vivia isolado e pobre em lugar distante do reino. Paralítico e longe de sua família ele vivia, até que o rei Davi o descobriu e lhe restituiu a honra, deu-lhe uma casa e o colocou como um príncipe até o fim dos seus dias. Jônatas lançou o seu pão sobre as águas e o seu filho colheu as bênçãos da sua atitude.

2. Evitando a passividade. "Reparte com sete, e ainda até com oito, porque não sabes que mal haverá sobre a terra" (Ec 11:2). O sábio se utiliza de uma figura de linguagem para nos fazer um convite à generosidade. Repartir “com sete e ainda com oito” é a generosidade colocada em prática. Afinal, muitos que ajudamos hoje poderão nos ajudar amanhã. Podemos aplicar isso à nossa vida; tomando uma atitude de generosidade com as pessoas, pois talvez algum dia vamos precisar da generosidade de alguém. Salomão se afastou de Deus e certamente deve ter experimentado o egoísmo. Porém, ele conseguiu perceber que o egoísmo torna a vida sem sentido, vazia, que não compensa, por isso, Deus nos ensina, em sua Palavra, a termos uma vida generosa. A sociedade está marcada pelo egoísmo, onde não damos mais espaço para a generosidade. Todavia, nós crentes não podemos nos conformar com a maneira de pensar deste mundo: "E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (Rm 12:2). Ao invés de olharmos somente para as nossas carências e necessidades, venhamos a olhar para aqueles que estão necessitados da nossa ajuda.

O apóstolo Paulo escrevendo aos Gálatas diz: “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido. Então, enquanto temos tempo, façamos o bem a todos, mas principalmente aos domésticos da fé” (Gl 6:9,10).

John Wesley disse: "Faça todo o bem que você puder, por todos os meios que você puder, de todos os modos que você puder, em todos os lugares que você puder, em todo o tempo que você puder, pra todas as pessoas que você puder".

II. VIVENDO COM DINAMISMO


1. A imobilidade da árvore caída (vivendo do passado). “Estando as nuvens cheias, derramam a chuva sobre a terra, e, caindo a árvore para o sul ou para o norte, no lugar em que a árvore cair, ali ficará” (Ec 11:3). O pr. José Gonçalves, citando Derek Kidner, observa que na metáfora da árvore caída aprendemos que a mesma não consultou a conveniência de ninguém para que pudesse tombar. A árvore caiu e onde tombou ficou! Está totalmente imóvel e não há mais nada a fazer! A vida também é imprevisível e cheia de contingências. Ela não é feita somente de momentos bons, pelo contrário, há aqueles que são extremamente desagradáveis. E aí, o que fazer? Ficar preso a uma experiência passada sobre a qual nada mais se pode fazer ou enfrentar a vida desse ponto para frente? Ficar preso ao passado é assemelhar-se à árvore que tombou e sobre a qual nada mais pode ser feito. Devemos, sim, enfrentar o futuro com fé e coragem.

2. O movimento do vento e das nuvens (vivendo o presente).Quem observa o vento nunca semeará, e o que olha para as nuvens nunca segará” (Ec 11:4). O homem é limitado e mesmo com toda tecnologia existente, e todo conhecimento adquirido, não pode prever com exatidão o que pode acontecer. Se Deus determinar uma coisa, quem é o homem para impedir? “Agindo eu, quem o impedirá?" (Is 43:13b). As forças da natureza (“nuvens cheias, chuvas, árvores, ventos”) são apenas um lembrete que o homem não controla o clima. Então, o melhor é não ficar somente observando o vento ou olhando para as nuvens. A frase a seguir é muito instrutiva: “O pessimista se queixa do vento, o otimista espera que ele mude, e o realista ajusta as velas” ( Nicolas- Sebastien Chamfort, escritor francês, 1741-1794).

III. VIVENDO COM FÉ E ESPERANÇA


1. Plantando a semente.Pela manhã, semeia a tua semente e, à tarde, não retires a tua mão, porque tu não sabes qual prosperará; se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boas” (Ec 11:6). Aqui, Salomão usa, novamente, uma metáfora: a do plantio – “semeia a tua semente”. Nós devemos semear em tempo oportuno, pela manhã e  pela tarde, pois não sabemos qual semente dará bom fruto. Vale a pena lembrar que ao nosso redor existem muitas pessoas que precisam que lancemos a boa semente sobre suas vidas, a começar dentro da sua casa com seus filhos, marido ou esposa. Pois tudo o que o homem semear, isso também ceifará (Gl 6:7). Diz o pr. José Gonçalves que lançar e semear requer ação. É preciso plantar a semente, pois só colhe quem planta. “E digo isto: Que o que semeia pouco pouco também ceifará; e o que semeia em abundância em abundância também ceifará” (2Co 9:6). Muitos desistem de semear porque as condições não são favoráveis; desistem logo diante das primeiras dificuldades que a vida lhes impõe. Mas, o sábio incentiva: “Não retires a tua mão”. É um convite a não desanimar. No mundo da semeadura, vale lembrar que a perseverança é fator determinante.

2. Germinando a semente. ”... não retires a tua mão, porque tu não sabes qual prosperará; se esta, se aquela ou se ambas igualmente serão boa”.

Quem pode garantir qual semente germinará? Alguém escreveu algo verdadeiro sobre esse assunto: “Qualquer pessoa pode contar quantas sementes tem dentro de uma maça, mas só Deus poderá dizer quantas maças nascerão de uma semente”. É preciso ter coragem e ser ousado. A vida é dura e os obstáculos são tremendos na trajetória da vida. Os desertos fazem parte de nossa trajetória, e muitos desistem no meio do caminho, porque perdem a esperança. Sem esperança, não há como semear, e assim terminam vencidos pelas dificuldades instransponíveis que os desertos lhes impõem. Foi assim com o povo de Israel em sua trajetória rumo a Terra Prometida. Josué e Calebe plantaram as sementes  de fé e esperança em Deus, por isso alcançaram a Terra Prometida.

Diz o pr. José Gonçalves: “Não há dúvida de que Salomão via a vida como um grande campo e com ele uma grande variedade de solos. Com certeza havia muitos solos nos quais fosse não atrativo semear, mas o agricultor só saberia que a semente germinaria se semeasse. O que dependeria também do clima. Era, portanto, preciso fé, perseverança e esperança. Uma bela metáfora da lei da sementeira espiritual. De nada adianta ficarmos observando o caos social e não tomarmos nenhuma atitude. É necessário que façamos a nossa parte semeando a genuína Palavra de Deus nesse solo duro e pedregoso (Lc 8:5-15)”.

IV. VIVENDO COM RESPONSABILIDADE


“Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade; anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos; sabe, porém, que de todas estas coisas Deus te pedirá contas” (Ec 11:9 – ARA).

Neste texto, Eclesiastes apresenta três ordens que mostram o desejo de Deus para a vida do ser humano, especialmente quando ainda é jovem: (a) alegrar-se na juventude; (b) recrear-se nos dias da juventude; (c) andar pelos caminhos que satisfazem ao coração e agradam aos olhos. Mas, na última parte deste versículo, Salomão nos diz: “sabe, porém...”. Toda vez que essa expressão é usada na Bíblia, precisamos ficar atentos, pois, em seguida, recebemos uma orientação clara de Deus para a nossa vida.

Nesse texto Eclesiastes diz: “que por todas essas coisas te trará Deus a juízo”. Deus deseja que vivamos intensamente, porém, Ele já nos orientou pela Palavra o que isso significa. Por exemplo, o Salmo 16:5 diz: “O Senhor é a porção da minha herança e o meu cálice; tu és o arrimo de minha sorte”. O Salmista entendia que alegria e satisfação deveriam ser medidas pelo Senhor e não por nós. O termo “porção” fala de quantidade exata. Em Salmos 16:11, ele reitera essa ideia: “Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente”. Isso nos faz pensar que alegria verdadeira não depende de experiências marcantes, mas de nossa comunhão contínua com Deus.

Os conselhos dados em Provérbios 16:2 - “Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o Senhor pesa o espírito” -, e em Provérbios 16:25 - “Há caminho que parece direito ao homem, mas afinal são caminhos de morte” -, ensinam a considerar a direção e aprovação de Deus em todas as coisas. Em outras palavras, o autor recomenda um prazer inteligente, responsável. Ele lembra que Deus faz certas exigências na vida, e que Ele castiga os excessos e os abusos da Sua vontade. Esse pensamento continua em Eclesiastes 11:10: “Afasta, pois, a ira do teu coração e remove da tua carne o mal, porque a adolescência e a juventude são vaidade”.

O comentário Bíblico Moody, ao se referir ao texto de Eclesiastes 11:9,10, diz: “Aproveite ao máximo os dias da juventude, quando os prazeres da vida ainda podem ser desfrutados, e não espere pelos dias da velhice, quando a vitalidade já tiver acabado. Contudo, é o caminho divino e não a devassidão que deve ser o guia ao prazer”.

Não há problema em uma pessoa desfrutar a vida, principalmente a juventude. No entanto, além dela ter a consciência de que prestará contas a Deus, também precisa saber que o vigor da vida passa (muito mais rápido do que se gostaria), e no final, aquilo que foi cultivado e desejado pode não ter valor para a eternidade.

O que nos guia para desfrutar a vida, com responsabilidade, aproveitando ao máximo, sem perder a direção correta? Eclesiastes responde: “Lembra-te do teu Criador” (Ec 12:1). Lembrar-se do Criador é mais que simplesmente trazê-lo à mente. É um chamado à reverência que é uma forma de praticar o temor do Senhor. Lembrar-se do Criador é considerar que Ele é o justo juiz (2Tm 4:1).

CONCLUSÃO


Concluo esta Aula expressando o mesmo ponto de vista do pr. José Gonçalves. Ele diz que o capítulo 11 de Eclesiastes é um convite à ação. É uma resposta contra a imobilidade. É um convite a um mergulho na fé que assume riscos, já que o mundo à nossa frente é um terreno desconhecido. É, portanto, um “lançar-se” e “semear”. É também um “alegrar-se” com as maravilhas com as quais a vida nos presenteou. Mas também é um “afastar-se”; afastar-se do pecado e da iniquidade, pois, no final, teremos de dar conta de todos os nossos atos perante Deus. A verdadeira sabedoria consiste em reconhecer que nada somos sem Deus.
 
Fonte: ebdweb

DOMINGO DE FESTA NA CONGREGAÇÃO DA ASSEMBLEIA DE DEUS NO POVOADO SABALANGÁ.




Neste domingo(15), Sob o tema: “Mas eu esperarei continuamente, e te louvarei cada vez mais” salmos 71.14, a Congregação da Igreja Evangélica Assembleia de Deus  no  povoado Sabalangá em Viçosa Alagoas, viveu um domingo festivo na presença de Deus. O momento festivo se fez jus ao segundo aniversário do Conjunto de Senhoras Estrela da Manhã.  O órgão de louvor tem como coordenadora a irmã  Valdenice e maestrinas as irmãs Ranúzia e Lenilda.

  A programação iniciou no turno da tarde com uma concentração evangelística na Praça do Povoado. Após a concentração vespertina, o salão de recreação da Escola Coronel José Aprígio Vilela  -  local onde é realizado os cultos - ficou pequeno pra comportar os visitantes e convidados. O momento de louvor foi abrilhantado pelo cantor Edmilton Estêvão, Adenilson Júnior, Conjunto Lírio dos Vales ( Congregação do Conjunto Cidade) e o conjunto aniversariante. Os órgãos louvaram  ao Senhor com muita graça e unção da parte de Deus.  

A mensagem foi transmitida pelo Pastor Donizete Inácio de Melo, que por sua vez usou como tema para sua preleção  “Esperança e Louvor" baseado no tema da festa.  Ao fazer menção do tema supra, o pastor enfatizou que esperança e louvor são instrumentos poderosos  que jamais pode faltar na vida do crente. Simultaneamente foi celebrada a última Santa Ceia do ano na congregação.

Ao término do culto a irmã Valdenice - coordenadora do grupo de Senhoras aniversariantes externou total gratidão a Deus, a cada  irmão que contribuiu para que a festa pudesse ser realizada, aos visitantes e convidados e ao Pastor Donizete e o dirigente a congregação.


Ao Senhor Seja A Glória.

Por Efigênio Hortêncio de Oliveira











               

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

11ª lição do 4º trimestre de 2013: A ILUSÓRIA PROSPERIDADE DOS ÍMPIOS


Texto Básico: Eclesiastes 9:1-6

15/12/2013


“Tudo sucede igualmente a todos: o mesmo sucede ao justo e ao ímpio, ao bom e ao puro, como ao impuro; assim ao que sacrifica como ao que não sacrifica; assim ao bom como ao pecador; ao que jura como ao que teme o juramento” (Ec 9:2).



INTRODUÇÃO

Por que os justos sofrem e prosperam os ímpios? Este é um tema recorrente, e é abordado pelo sábio Salomão em Eclesiastes. Asafe, levita, líder dos músicos do Templo, quase que se desviou dos caminhos de Deus porque “tinha inveja dos soberbos, ao ver a prosperidade dos ímpios” (Sl 73:3). Quando este homem buscou a Deus para entender como é que o ímpio prospera e o justo passa aperto, ele descobriu a seguinte verdade: o ímpio está num lugar escorregadio e que não tem segurança. Diz ele: “então entendi eu o fim deles”; ”certamente tu os pusestes em lugares escorregadios: tu os lanças em destruição”; “como caem na desolação, quase num momento! ficam totalmente consumidos de terrores”; “como faz com um sonho, o que acorda, assim, ó senhor, quando acordares desprezarás a aparência deles” (Sl 73:17-20). Olha o que está falando: eu entendo o fim do ímpio! O ímpio está em lugar escorregadio! Daqui a pouco, foi-se! Daqui a pouco acaba! Daqui a pouco é destruído! Daqui a pouco não se acha mais! A riqueza e o bem-estar dele são momentâneos, são temporais! Ele começa a entender tudo isso! Ele começa a entender a prosperidade do ímpio! Ele começa a entender que a prosperidade do ímpio é ilusória. Ele descobriu, também, que com Deus o justo tem a confiança no futuro. Veja asegunda parte do versículo 24: “guiar-me-ás com o teu conselho, e depois me receberás em glória”. Com Deus posso crer no amanhã. O ímpio não conhece o amanhã. O ímpio não sabe o que acontece. Paulo diz em Romanos 8:18: “porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada”. Eu tenho um futuro! O choro pode durar a noite inteira mas a alegria vem ao amanhecer. Há um bom futuro para nós. O nosso momento pode ser de lutas, de adversidades. O nosso momento pode ser de dia mau, mas ele está dizendo aqui: “guiar-me-ás com o teu conselho, e depois me receberás em glória”. Eu tenho a convicção que o final é glorioso, precioso. Seremos medidos pela régua da eternidade e não pelas contingências da vida.

I. OS PARADOXOS DA VIDA

1. Os justos sofrem injustiças. Muitos que cristãos dizem ser, já perguntaram e ainda perguntam, ainda de forma introspectiva: por que os justos sofrem e os ímpios prosperam? Às vezes parece que os ímpios levam vantagens em relação aos crentes. Todavia, a prosperidade do ímpio é só nesta vida, enquanto a do justo é eterna. As lutas e dificuldades da vida são para todos, bons ou injustos, fiéis e infiéis. Deus é misericordioso, Ele faz com que o sol nasça para todos, assim como a chuva caia para os justos e ímpios (Mt 5:45). Sabemos que enquanto vivermos em um corpo corruptível, estaremos sujeito às doenças e as intempéries desta vida. Somente estaremos livres, para todo o sempre, da dor e do sofrimento, no dia em que recebermos um corpo glorificado, não mais sujeito à morte (1Co 15:52). Esta é a nossa viva esperança, e o nosso consolo em meio à dor: saber que um dia viveremos eternamente com o Senhor, livres de lágrimas e dores (Ap 21:4).

A “Teologia da Prosperidade” tem pregado que o bem-estar espiritual é irreconciliável com qualquer espécie de sofrimento. Se o crente sofre é porque não é próspero. Todavia, a vida cristã não é uma sala vip; cristianismo não é um parque de diversões, nem uma colônia de férias. Nós não temos imunidades especiais, temos, sim, imanência sobrenatural, temos a presença de Jesus conosco. O profeta Isaias diz: “quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. porque, eu sou o senhor, teu deus, o santo de Israel”(Isaias 43:2-3a). Deus está conosco no vale da dor. Deus está conosco no leito da enfermidade. Deus está conosco nas agruras, nas intempéries, nas vicissitudes, nas tempestades da vida. O sofrimento é o cálice que o povo de Deus precisa beber, enquanto caminha rumo à glória. A cruz vem antes da coroa, o sofrimento antes da recompensa final. Nós entramos no reino de Deus por meio de muitas tribulações (At 14:22).“muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas”(Sl 34:19). Amém!

2. Os maus prosperam. “Tudo isso vi nos dias da minha vaidade; há um justo que perece na sua justiça, e há um ímpio que prolonga os seus dias na sua maldade” (Ec 7:15); “Eis que estes são ímpios; e, todavia, estão sempre em segurança, e se lhes aumentam as riquezas “(Sl 73:12).

Estes textos revelam que os justos sofrem e os maus prosperam. Embora pareça-nos paradoxal, é bíblico. O livro de Jó, por exemplo, detalha a luta de um homem que, à primeira vista, reconhecia apenas o princípio da retribuição. Os amigos de Jó compartilhavam da visão de que se alguém sofre ou passa reveses na vida é porque cometeu algum pecado (Jó 4:8). Todavia, o real propósito do livro não é apenas focalizar o sofrimento humano, mas revelar como Deus se relaciona com seus filhos (Jó 42:3). Concordo com o pr. José Gonçalves: “a espiritualidade de uma pessoa não pode ser mediada pelo que ela possui, e sim pelo o que ela é. Ser próspero não significa ‘ter’, mas ‘ser’”.  Diz mais: “a régua da eternidade nos medirá tomando como critério a fidelidade a Deus, e não a prosperidade dos homens. A prosperidade bíblica vem como resultado de um relacionamento sadio com Deus (Sl 73:17,27,28)”.

Um fato deve importar ao homem: Deus faz tudo de acordo com a sua vontade sem se importar se os homens gostam ou não, chamem isso de bom ou mau, de justo ou injusto. Deus favorece alguns e desfavorece outros. Logo, a jornada de uns é diferente da de outros, não por sua própria escolha, mas por determinação divina: “Assim, pois, isto não depende do que quer, nem do que corre, mas de Deus, que se compadece” (Rm 9:16).

Ao entrar no santuário de Deus, Asafe pôde entender o fim(Sl 73:17), ou seja, o verdadeiro triunfo, o verdadeiro êxito, que é o de obter a salvação da vida na pessoa bendita de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (1Pe 1:9). Somente neste fim, diz o profeta Malaquias, veremos a diferença entre o justo e o ímpio (Ml 3:18), entenderemos quem, na verdade, é o exitoso, o triunfante, pois de que adianta ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? (Mc 8:36).

II. A REALIDADE DO PRESENTE E A INCERTEZA DO FUTURO

1. A realidade da morte. “Porque os vivos sabem que hão de morrer...” (Ec 9:5). O homem não sabe o que lhe acontecerá; ninguém sabe, mas sabe que acontecerá. Está convencido de que a morte o aguarda.

A questão da morte é, sem dúvida, uma das maiores questões que todo ser humano enfrenta em sua peregrinação terrena, a ponto de vários filósofos, ditos “existencialistas”, ter resumido toda a trajetória do ser humano sobre a face da Terra sob o signo da chamada “angústia da morte”, visto que o grande paradoxo do homem é, precisamente, o de ter consciência de que irá morrer (Ec 9:5). É este o maior “drama biológico” vivido pelo homem na Terra.

A morte é, sem dúvida, um dos fatos que mais intrigam o ser humano. Registros de todas as comunidades humanas, em todas as épocas e em todos os estágios civilizatórios, mostram que o tema da morte é uma questão com a qual o homem sempre se depara, sem saber como dela cuidar. Esta perplexidade do homem diante deste tema é, aliás, mais uma demonstração de que a morte surge como um elemento intruso, inadequado e indevido na existência humana.

Ainda que seja por causas várias, o fato é que ninguém escapa da morte física, todos quantos nasceram sobre a Terra, morreram fisicamente, sejam ricos ou pobres, doutos ou indoutos, homens ou mulheres, fiéis ou infiéis. A morte física é inevitável, é o resultado de uma sentença dada por Deus a toda a humanidade, através do primeiro casal, algo que somente Cristo mudaria. Um dia todos terão que enfrentar a morte, tanto os ímpios quanto os justos. Porém sabemos que a morte não é o fim para o sofrimento humano. Ela é o fim para um novo começo na eternidade. Para o verdadeiro cristão, é tão somente a passagem para a eternidade com Deus. Aliás, o verdadeiro cristão espera o Arrebatamento, num abrir e fechar de olhos, a qualquer momento. Logo, quando isto ocorrer, brevemente, muitos não provarão a morte. É quando se dirá: “tragada foi a morte na vitória” – “E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória” (1Co 15:54). Glórias a Deus!

2. A certeza da vida eterna. “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco eles têm jamais recompensa, mas a sua memória ficou entregue ao esquecimento” (Ec 9:5). Alguns pregadores, desprovidos da verdade, utilizam com frequência este versículo para ensinar que a alma permanece em estado de dormência após a morte e a consciência deixa de existir. Entretanto, não é possível construir uma doutrina sobre o além baseada apenas nesse ou em qualquer outro versículo de Eclesiastes. Este livro apresenta conclusões fundamentais em raciocínio humano “debaixo do sol”, isto é, em conclusões a que poderíamos chegar por nós mesmos se não tivéssemos a Bíblia como referência. Como bem disse o pr. José Gonçalves, “Salomão escreveu Eclesiastes sob uma análise puramente existencial. Quem está do lado de lá da eternidade não participa do lado de cá da existência. Neste aspecto, ‘os mortos não sabem coisa nenhuma’. Isto não se dá porque eles estão inconscientes, mas porque pertencem a outra dimensão (Ap 6:9; 2Co 5:8), onde nem mesmo o sol é necessário”(Ap 22:5).

A distinção entre a tristeza do crente e a tristeza do ímpio em ocasiões fúnebres está na esperança que tem o crente de que, além da morte física, existe uma eternidade de delícias com o Senhor, existe uma plenitude da vida eterna que já começamos a gozar aqui. O crente sabe que, com a morte física, há tão somente uma passagem para uma comunhão mais perfeita com o Senhor, é uma etapa a mais na caminhada rumo à glorificação, quando, então, no Dia do arrebatamento da Igreja, tanto mortos quanto vivos, que agora são filhos de Deus, terão manifestado o que haverão de ser, pois, quando Cristo se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque assim como é O veremos (1Jo 3:2).

Quando estivermos diante de uma ocasião fúnebre de um servo do Senhor, não devemos nos desesperar, como é costumeiro ocorrer quando se trata da morte de ímpios ou da reação de ímpios diante da morte de entes queridos, mas, pelo contrário, ainda que entristecidos, porque humanos somos, temos de nos consolar e nos confortar com a esperança que temos de que Jesus virá buscar a Sua igreja e que, vivos e mortos, serão reunidos nos ares e se encontrarão com o Senhor, para vivermos uma plenitude de comunhão com o Senhor, eternamente.

III. A IMPREVISIBILIDADE DA VIDA


1. As circunstâncias da vida. Voltei-me e vi debaixo do sol que não é dos ligeiros a carreira, nem dos valentes, a peleja, nem tampouco dos sábios, o pão, nem ainda dos prudentes, a riqueza, nem dos inteligentes o favor, mas que o tempo e a sorte pertencem a todos. Que também o homem não conhece o seu tempo; como os peixes que se pescam com a rede maligna e como os passarinhos que se prendem com o laço, assim se enlaçam também os filhos dos homens no mau tempo, quando cai de repente sobre eles” (Ec 9:11,12).

Nestes versículos, o autor conclui que as fases da vida são imprevisíveis. Ricos e pobres, brancos e negros, doutores e analfabetos, justos e injustos, estão sujeitos às vicissitudes da vida. Terremotos, furacões, secas, desempregos, etc., ocorrem não somente em paises habitados por ímpios, mas também por crentes piedosos. Mas, o que parece ser caos, na verdade, tem por trás a vontade divina. Assim, as coisas que parecem caóticas só as são para a mente humana, não no plano divino. Essa conclusão acaba sendo benéfica, pois caminha na contramão da autoconfiança e auto-suficiência do homem. Tudo depende de Deus. A própria sabedoria está sujeita às incertezas da vida e isto responde por que alguns esforços humanos fracassam: “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o Senhor” (Is 55:8). (1)

Contudo, não podemos nos deixar abalar pelas circunstâncias da vida nem pela prosperidade dos ímpios; precisamos confiar no Deus Todo-Poderoso, pois somente Ele nos fará habitar um Dia nas regiões celestes.

2. Aproveitando a vida. “Vai, pois, come com alegria o teu pão (...) goza a vida com a mulher que amas, todos os dias de tua vida fugaz, os quais Deus te deu debaixo do sol; porque esta é a tua porção nesta vida pelo trabalho com que te afadigaste do sol” (Ec 9:7,9, ARA).

Aqui, Salomão, mais do que qualquer outro, sabia que debaixo do sol a vida não era fácil e nem se parecia nem um pouco justa. Mas não a negou nem fugiu da sua realidade. Pelo contrário, aconselhou que em meio às imprevisibilidades da vida devemos nos preocupar em viver aquilo que nos foi tocado como porção. Ele é enfático ao transmitir com autoridade seu conselho sobre como devemos agir em relação às coisas consideradas efêmeras, porém boas e necessárias para uma melhor qualidade de vida: “Vai, pois, come com alegria o teu pão”.

Paulo, na Carta aos Filipenses, declarou: “Aprendi a viver contente em toda e qualquer situação”(Fp 4:11). Isso significa dizer que nesse contentamento estão envolvidas grandes e pequenas coisas, por isso ele diz: “toda e qualquer situação”. É nessa direção que Salomão segue agora.

O crente deve viver alegremente e satisfeito, desfrutando prazerosamente também das coisas simples da vida, como dádivas de Deus: “pois Deus já aceitou com prazer o que você faz” (Ec 9:7.NTLH). Enquanto o efêmero não passar, desfrutemos também desses momentos não menos importantes da vida. A sabedoria não está em abster-se de coisas boas, ainda que sejam de pouca duração como o próprio alimento que temos à mesa. Por outro lado, a sabedoria não superestima nem supervaloriza irresponsavelmente o que é passageiro. (2)

Não obstante as incertezas, as fatalidades e os demais fatores sombrios que Salomão atribui à vida e a tudo que a ela se relaciona, ele conclui que estar entre os vivos e confiar na bondade de Deus é melhor, pois enquanto há vida há esperança (Ec 9:4).

“Considerando as incertezas do futuro e a certeza da morte, Salomão recomendou que todos desfrutem da vida como um dom de Deus [...] É como se Salomão perguntasse: ‘Afinal, qual  é a sua verdadeira riqueza?’. Pelo fato de o futuro ser tão incerto, devemos desfrutar as dádivas de Deus enquanto podemos!” (Bíblia de Aplicação Pessoal. p. 883).

CONCLUSÃO


Um homem feliz é conhecido por aquilo de que ele foge. Há momentos em que fugir é um sinal de covardia, como foi o caso de Neemais. Ele respondeu aos seus inimigos: "[...] homem como eu fugiria?" (Ne 6:11). Mas em outras ocasiões, fugir é sinônimo de sabedoria e prudência. José do Egito fugiu da mulher de Potifar (Gn 39:12). Davi fugiu quando o rei Saul queria matá-lo (1Sm 19:10). Paulo escreve a Timóteo: "Tu, porém, ó homem de Deus, foge destas coisas" (1Tm 6:11). Se você se encontra perguntando: Ah!, se eu tivesse isto ou aquilo, se eu tivesse uma casa melhor, um carro mais novo eu seria mais feliz...Fuja! Se você perceber que está olhando a prosperidade do ímpio e dizendo: Ah!, se tivesse o que ele tem eu seria mais feliz... Fuja! Quando você vê uma propaganda, e pensar: Ah!, se eu pudesse comprar esse produto, eu seria mais feliz... Fuja! Sua felicidade não está nas coisas, mas em Deus. A Bíblia diz que "Melhor é um bocado seco e tranquilidade que a casa farta de carnes e contendas" (Pv 17:1). A verdadeira prosperidade é Cristo, nEle repousa todas as riquezas de Deus (Ef 2:7). Com Ele, temos razões para estarmos sempre contentes, trabalhando sempre, com respeito e dignidade (Ef 4:28; 1Ts 2:9; 2Ts 3:8), mas confiando nEle que nos supre do que temos real necessidade (Mt 6:33). Vivamos, pois, a nossa vida de maneira a glorificar a Deus, mesmo que, às vezes, pareça sem sentido e cheia de paradoxos.

Fonte: ebdweb

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

RESULTADO DA II ELEIÇÃO DOS DIRETORES DE MUNICIPAL ENSINO DE VIÇOSA


          Na Sexta-feira(06) foi realizado em Viçosa a II Eleição em 13(treze) escolas municipais para Diretores Gerais e Diretores Adjuntos da Rede de Ensino da Secretaria Municipal de Educação.  A eleição deu-se das 8 horas às 17 horas, sendo que as escolas  que funciona a EJA - Educação e Jovens e Adultos a votação foi até as 20 horas.

 

Por Efigênio Hortêncio


Resultado: 



Escola Municipal Elias Leite
Maria do Carmo Assunção Ferreira
Escola Municipal Alegria e Esperança
Alba Cléia Vieira Bezerra
Escola Municipal Alza Torres
Luciana Vasconcelos Tenório
Escola Municipal Frei Damião
Andreia Fernandes de Vasconcelos
Escola Municipal Nazaré Batista
Diretora Geral: Maria Marta Pontes Carnaúba Santos Diretora Adjunta: Maria Madalena Fidelis da Costa
Escola Municipal Odilon Gato
Maria Cristina Rodrigues de Oliveira
Escola Municipal Pedro Carnaúba
Diretor Geral: Francisco Terto da Silva  Diretor Adjunto: José Roberto Joventino de Oliveira
Centro de Educação Infantil
Maria Angélica de Oliveira Pereira
Escola Municipal São José
Gláucio Allan da Silva Pinto/ José Elias da Silva
Escola Municipal Sítio Boa Vista
Juliana Tamires Soares Santana
Escola Municipal Pimentel Amorim
Zilda de Lima Nanes
Escola Municipal Manoel Firmino
Diretora Geral: Rilda Ferreira de Queiroz  Diretor Ajunto Adenilson Albuquerque da Silva
Escola Municipal Cônego Jatobá
Francisca Mariana de Melo Balbino