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segunda-feira, 7 de abril de 2014

2ª Lição do 2º trimestre de 2014: O PROPÓSITO DOS DONS ESPIRITUAIS



 
“Assim, também vós, como desejais dons espirituais, procurai sobejar neles, para a edificação da igreja” (1Co 14:23)

 

INTRODUÇÃO


Os Dons Espirituais são recursos indispensáveis para o Corpo de Cristo. Eles contribuem sobremaneira para a expansão e edificação da Igreja. São sempre concedidos aos crentes visando um propósito específico. Qual é este propósito? A edificação de todos os membros do Corpo. Infelizmente, alguns fazem um uso errado dos Dons. Usam-nos para alcançar interesses pessoais. Em vez de glorificar o nome do Senhor, utilizam-se dos Dons a fim de galgar posições eclesiásticas. Muitos não estão mais sendo usados pelo Espírito Santo, mas estão tentando usar o Espírito. Eles estão enganando a si próprios. O Senhor conhece nossos corações e as nossas intenções. Haverá um dia que teremos que prestar contas ao Senhor a respeito do uso dos nossos dons e talentos. Neste dia muitos ouvirão do próprio Senhor a quem tentaram enganar: “... Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade” (Mt 7:23). Isso é muito sério, amado irmão!

I. OS DONS NÃO SÃO PARA ELITIZAR O CRENTE


1. A igreja coríntia. Ao visitar a igreja de Cristo em Corintos, Paulo relatou que ali havia a manifestação de muitos Dons Espirituais (1Co 1:7). Corinto era uma cidade cosmopolita, marcada pela idolatria, paganismo e imoralidade. Ser um crente fiel naquela cidade não era fácil. Logo, Deus concedeu muitos dons do Espírito Santo àqueles irmãos a fim de que tivessem condições de lutar contra a idolatria, a imoralidade e permanecessem em santidade. Todavia, a igreja de Corinto estava longe de ser uma igreja espiritual. O pecado havia adentrado ali. Paulo chama os irmãos de Corinto de carnais e meninos (1Co 3:1). Fica então a pergunta: O que torna o crente espiritual? Os Dons?. Podemos aprender, por intermédio dos irmãos de Corinto, que não. Quem tem poder para santificar os crentes é o Espírito Santo.

2. Uma igreja de muitos Dons, mas carnal - “E eu, irmãos não vos pude falar como a espirituais, mas como a carnais, como a criancinhas em Cristo”(1Co 3:1). Paulo nos conta que a igreja de Corinto usufruía todos os Dons Espirituais. Ainda assim, essa é a única igreja que o apóstolo chama de “carnal, como crianças em Cristo” (1Co 3:1).

Quando Paulo inicia a carta de 1Corintios, reconhece, no capítulo primeiro, que Deus havia abençoado a igreja com toda sorte de bênçãos espirituais, de Dons Espirituais, ao ponto de “não lhes faltar dom nenhum”. Corinto era uma igreja carismática no sentido bíblico da Palavra, ou seja, tinha os “carismas” do Espírito de Deus, os Dons, através dos quais desenvolvia seu serviço prestando culto a Deus e cumprindo a sua missão neste mundo.

Mas, Satanás sempre trabalha para que o povo de Deus não triunfe em união, na unidade de seus membros, na oração, na vigilância, no exercício da pregação do evangelho, em fim, ele sempre artimanha para que a igreja perca o caráter de Cristo e se desvie dos padrões de conduta condizente com a lei moral e espiritual de Deus. Foi o que aconteceu com a igreja de Corinto, que com menos de três anos de fundada começou a desviar-se dos padrões de conduta e de doutrina que o apóstolo havia estabelecido por ocasião de sua fundação. A igreja tinha carisma, mas não caráter. Tinham dons, mas não piedade. Era uma igreja que vivia em êxtase, mas não tinha um testemunho consistente. Tinha uma liturgia extremamente viva, pentecostal, mas a igreja não tinha a prática do evangelho. Faltava amor entre os crentes e santidade aos olhos de Deus. Era uma igreja de excessos, onde faltava ordem e decência.

Alguém, de forma sucinta, descreveu a situação daquela igreja da seguinte maneira: ”A igreja estava no mundo, como deveria estar, mas o mundo estava na igreja, como não deveria estar”. Esta é situação comum em muitas igrejas de hoje, infelizmente.

A seguir, mostramos alguns problemas que demonstram o quanto essa igreja era carnal:

a) Problemas de unidade (1Co 1:10 – 4:21). Paulo soube que havia divisões na igreja, que estava dividida em 4 grupos. Grupos que se formaram em torno de personalidades, de pessoas que tinham tido uma participação no passado recente da igreja, como o próprio Paulo e Apolo (1Co 3:4). Havia até um grupo que talvez fosse o mais perigoso deles que era o “Grupo de Cristo” - “... e eu, de Cristo” – 1Co 1:12. Eles diziam que não eram seguidores de homem algum e sim de Cristo. Era como se dissessem: não queremos estar debaixo da orientação ou da instrução e autoridade de qualquer homem porque recebemos tudo diretamente de Cristo. Alguns estudiosos têm identificado este grupo como o “grupinho dos espirituais” que falavam em línguas e gloriavam-se por terem experiências extraordinárias; que não aceitavam a autoridade de Paulo na igreja, e outras coisas mais.

b) Problemas morais e disciplinares (1Co 5:1 – 6:20).

- Relação incestuosa (1Co 5:1). Um homem vivia com sua madrasta e que era do conhecimento de todos, como se vê nas palavras de Paulo: “Geralmente se ouve que há entre vós imoralidade...” (1Co 5:1). O que mais incomodava o apóstolo Paulo era a falta de uma atitude firme por parte da igreja com relação àquela pessoa. Ou seja, a igreja deveria constatar que conduta moral e espiritualidade são duas coisas que andam juntas. Temos de ter as duas coisas; e quando temos uma e não a outra, ou a espiritualidade é falsa ou a moralidade é falsa. Mas a genuína espiritualidade exige uma conduta de acordo com as verdades do evangelho.

- Problema de litígio (1C0 6:1-6). Havia um irmão que estava processando outro num tribunal secular. Aqueles irmãos não chegaram a um acordo, e talvez por questão de terra ou talvez de dinheiro e negócios, este irmão estava em litígio com outro. Por isso estava processando-o no tribunal da cidade. Com esta atitude estava expondo o Evangelho à vergonha diante dos ímpios (1C 6:6).

- Prostituição religiosa. Havia um grupo que estava voltando à prática da prostituição religiosa (1Co 6:18-19), o que era comum na cidade de Corinto. Isso era praticado nos templos onde se cultuava a deusa Afrodite.

c) Problemas com casamento e divórcio (1Co 7). Devido ao fato de a prostituição e a imoralidade serem comuns, os casamentos em Corinto estavam sendo destruídos, e os cristãos não estavam certos de como deveriam reagir. Paulo deu respostas diretas e práticas.

Com base nestas demonstrações de carnalidade da igreja de Corinto, a despeito de possuir todos os dons listados por Paulo, nos conscientizamos de que “as manifestações espirituais na igreja local não são propriamente indicadoras de seriedade, espiritualidade e santidade”. Uma igreja onde predomina estes tipos de pecado, “nem de longe pode ser chamada de espiritual, e sim de carnal”.

3. Dom não é sinal de superioridade espiritual. O culto tem três aspectos: Deus é adorado, o povo de Deus é edificado e os incrédulos são convencidos de seus pecados. Se formos à igreja para adorar com o propósito de demonstrarmos a nossa espiritualidade, estaremos laborando em erro. O culto é para a edificação e não para exibição. Mas a igreja de Corinto estava transformando o culto num palco de exibição em vez de um canal para edificação.  Ela tinha todos os Dons (1Co 1:7), não lhe faltava Dom algum, porém, ela tentou colocar o Dom de “Variedade de Línguas” como o Dom mais importante, como um símbolo de status espiritual. (1)

É importante ressaltar que os Dons espirituais não são aferidores de espiritualidade. Você não mede a espiritualidade de uma igreja pela presença dos Dons espirituais nela. Se você fosse medir o grau de espiritualidade de uma igreja pelos Dons, a igreja de Corinto seria campeã de espiritualidade, pois tinha todos os Dons; mas a realidade dessa igreja era outra: era uma igreja carnal (1Co 3:1).

Alguns cristãos em Corinto haviam recebido o Dom Espiritual de Línguas. Em vez de usar este Dom para engrandecer a Deus e edificar outros cristãos, empregavam-no para se exibirem. Levantavam-se durante os cultos, falavam em línguas que ninguém entendia e esperavam que os outros ficassem impressionados com sua proficiência linguística. Exaltavam os Dons de sinais acima de outros Dons e afirmavam que quem possuía o Dom de línguas era espiritualmente superior aos outros irmãos. Essa atitude gerou orgulho e inveja e levou outros membros da congregação a sentirem-se inferiores e sem valor. Paulo julgou necessário, portanto, corrigir as atitudes equivocadas e estabelecer mecanismos de controles para o exercício dos Dons, especialmente de línguas e profecia.

Os tempos mudaram, mas os mesmos erros do passado ainda estão sendo repetidos nas igrejas contemporâneas.  Muitos acham que os portadores de Dons Espirituais são crentes superiores aos demais, que têm um nível maior de espiritualidade e que, em razão disto, desfrutam de uma posição diferenciada no meio da comunidade. Este pensamento, inclusive, tem feito com que muitos crentes andem à procura destes irmãos a fim de que obtenham curas divinas, maravilhas, sinais ou profecias, num comportamento totalmente contrário ao que determina a Palavra de Deus, que ensina que os sinais seguem os crentes e não os crentes correm atrás de sinais (Mc 16:17,20). Os Dons do Espírito Santo são concedidos pela graça de Deus, pela sua bondade e misericórdia, apesar dos nossos deméritos.

II. EDIFICANDO A SI MESMO E AOS OUTROS


Deus concede Dons, primeiramente para a edificação, consolação e exortação da igreja, e também para o enriquecimento da vida espiritual de seu portador(1Co 14:1-4).

1. Edificando a si mesmo. “O que fala língua estranha edifica-se a si mesmo...” (1Co 14:4). Aqui, Paulo nos leva a entender que o Dom de Língua não visa à edificação da igreja, mas a própria intimidade com Deus da pessoa detentora deste Dom. Seu propósito não é a edificação da igreja, mas a auto-edificação. É por essa razão somente que este Dom é inferior aos demais Dons. Todos os outros Dons alistados na Bíblia são Dons para edificação da Igreja; o Dom de Língua é único concedido para edificação própria do usuário.

O contexto indica que o apóstolo não defende o uso desse Dom para auto-edificação. Pelo contrário, refuta qualquer forma de uso do Dom na igreja que não resulte na edificação dos outros. O amor pensa nos outros, e não em si mesmo. Se for usado em amor, o Dom de Línguas beneficiará os outros, e não apenas o indivíduo que fala.

Portanto, a pessoa que ora em “língua estranha” para a sua edificação pessoal deve fazê-lo entre si mesma e Deus, não devendo fazê-lo em voz alta durante o culto público, porque, embora esteja se fortalecendo, ela não fortalece a mais ninguém. 

2. Edificando os outros, até mesmo o não crente. Paulo preocupava-se sobremaneira com a edificação de todos os que estão na igreja no momento do culto. No Novo Testamento não há uma pessoa que mais estimulou a igreja a buscar os Dons Espirituais como o apóstolo Paulo. Todavia, prezava pela devida ordem no culto. Os Dons Espirituais têm como objetivo precípuo a edificação da igreja.

Paulo não despreza o Dom de Línguas; sabia que ele é uma dádiva do Espírito Santo e jamais rejeitaria algo proveniente do Espírito. Quando diz em 1Corintios 14:5 - “E eu quero que todos vós faleis línguas estranhas” -, ele renuncia a qualquer intenção egoísta de limitar o Dom apenas a si mesmo e a um pequeno grupo de favorecidos. Seu desejo é semelhante àquele expressado por Moisés: “Tomara todo o povo do Senhor fosse profeta, que o Senhor lhes desse o seu Espírito”(Nm 11:29b). Porém, ao fazer essa afirmação Paulo sabia que não era da vontade de Deus que todos os cristãos tivessem um mesmo Dom(cf 1Co 12:29-30). Ele preferia que os corintos profetizassem, pois, ao fazê-lo, edificariam uns aos outros, enquanto que se falassem em línguas sem interpretação seus ouvintes não entenderiam e, portanto, não seriam beneficiados. Paulo prefere a edificação à exibição. Se alguém fala em outra língua, deve orar para que a possa interpretar, ou para que alguém a possa interpretar (cf 1Co 14:13).

Na igreja de Corinto, se não houvesse interprete, o irmão devia permanecer calado na igreja. Podia ficar em seu lugar e falar silenciosamente em outra língua consigo mesmo e com Deus, mas não tinha permissão de se expressar em público(cf 1Co 14:28). Essa exortação deve ser bastante usual para os nossos dias, em nossas igrejas!

III. EDIFICAR TODO O CORPO DE CRISTO


Os Dons Espirituais não foram dados à Igreja para projeção humana nem como aferidor para medir o grau da espiritualidade de uma pessoa. Os Dons foram dados para a edificação do Corpo de Cristo. Pelo exercício dos Dons a Igreja cresce de forma saudável. Assim, os Dons são importantíssimos e vitais para a Igreja. Eles são os recursos que o próprio Espírito Santo concedeu à Igreja par a que ela pudesse ter um crescimento saudável e também suprir as necessidades dos seus membros.

1. Os Dons na Igreja. O apóstolo Paulo nos induz a entender que quando os Dons são utilizados com amor, todo a igreja é edificada. Todos nós sabemos da influência destacada que o amor tem em termos de um desenvolvimento emocional sadio das crianças. Se isto é válido para a família humana, quanto mais será para a família de Deus! Esta é a razão da inclusão de 1Coríntios 13 entre os capítulos 12 e 14, que tratam dos Dons Espirituais.

Os Dons do Espírito são dados todos para o serviço, para a edificação do Corpo de Cristo, mas eles devem ser exercidos em amor, para que produzam o resultado desejado, isto porque sem o amor todos os Dons são sem valor, não importa quão espetaculares sejam (1Co 13:1-3). Desta forma, o amor é o "caminho sobremodo excelente", mais valioso até que os Dons mais elevados (1Co 12:31).

2. Os sábios arquitetos do Corpo de Cristo. “Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus. Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele. Porque ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo (1Co 3:9-11).

A Igreja é o “Edifício de Deus”. Todos os servos de Deus são companheiros de trabalho nesse “Edifício”, ou melhor, todos os servos de Deus são colaboradores que pertencem a Deus e trabalham uns com os outros para o bem do Edifício de Deus, que é a Igreja.

Paulo descreve sua participação no início da congregação em Corinto: “pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento”. Ele diz que foi a Corinto para pregar Cristo e este crucificado. Uma igreja se formou nessa cidade como resultado da conversão de muitos cidadãos, por intermédio da sua pregação. Na sequência, Paulo acrescenta: “E outro edifica sobre ele”. Trata-se, sem dúvida, de uma referência a outros mestres que visitaram Corinto subsequentemente e construíram sobre o alicerce que já havia sido lançado naquele local. Contudo, o apóstolo adverte: “mas veja cada um como edifica sobre ele”.

O exercício do ministério de ensino na igreja local é algo extremamente sério! Alguns mestres haviam passado pela igreja de Corinto ensinando doutrinas divisivas e princípios contrários à Palavra de Deus. O fundamento da Igreja é Jesus Cristo (At 4:11; Ef 2:20; 1Pe 2:6). Ele é a Pedra sobre a qual a Igreja está edificada (Mt 16:18). A Igreja não poderia ser edificada sobre Pedro nem sobre Paulo, porque tanto Pedro quanto Paulo eram efêmeros. Eles passaram, mas Cristo permanece para sempre. Portanto, qualquer que edificar sobre Este fundamento deve ter muito cuidado. O fundamento pode ser forte, mas vários materiais podem ser escolhidos no processo de edificação.

Hoje, nós estamos vendo igrejas embriagadas pelo sucesso, pelos resultados. Elas querem quantidade a qualquer custo. Para encher os templos, os pregadores mudam a mensagem e oferecem um evangelho sem exigências. A riqueza do Evangelho é sonegada e também substituída pelas novidades do mercado da fé. As pessoas gostam de espetáculo e gostam de novidades. Elas não têm discernimento para identificar os perigos e os riscos das heresias que entram disfarçadamente dentro das igrejas. É nesse contexto que Paulo mostra que a igreja precisa construir e se edificar, mas com qualidade. Deus não está interessado apenas em número, ele quer vida.

3. Despenseiros dos Dons. Nós somos "despenseiros da multiforme graça de Deus", e recebemos a ordem para sermos "bons despenseiros". Diz o apóstolo Pedro: “Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons despenseiros da multiforme graça de Deus” (1Pe 4:10). Aqui, o apóstolo exorta a igreja sobre como o Dom de Deus deve ser administrado. Na verdade, ele destaca o uso altruísta dos Dons de Deus a serviço de outras pessoas; mais prioritariamente de toda a Igreja. Nesta mesma linha de exortação, o apóstolo Paulo diz: "Cada um recebe o dom de manifestar o Espírito para a utilidade de todos" (1Co 12:7, BJ). Dessa forma, os despenseiros de Deus - ministros ou membros da igreja -, precisam ter muito cuidado no uso dos dons concedidos pelo Senhor para provisão, alimentação espiritual e edificação.

Portanto, cada cristão deve colocar o Dom que recebeu a serviço de todos, porque, ao receberem Dons, os cristãos se tornam “despenseiros da graça de Deus”. A charis (graça) é a fonte dos “charismatas” (dons, carismas). Quem os recebe, recebe a graça de Deus. Assim, ter um Dom Espiritual é como ter um “depósito da graça”, que deve extravasar. É válido ressaltar que o cristão é alguém que é discípulo de Jesus, o Senhor que se fez Servo e veio ao mundo não para ser servido, mas para servir (Mc 10:45); Ele, que usou a bacia e a tolha como seus distintivos. Muitos hoje estão precisando aprender esta doutrina: “da bacia e da toalha”.

CONCLUSÃO

“A Igreja de Jesus Cristo tem uma missão que transcende a esfera humana, pois recebeu a incumbência de fazer com que a ““... multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus” (Ef 3.10). Sua Missão, na Terra, é a proclamação do Evangelho, num mundo hostil às verdades de Cristo; um mundo que rejeita a Palavra de Deus. Diante dessa realidade, a Igreja precisa de poder sobrenatural. Os Dons Espirituais são um arsenal à disposição da Igreja para o cumprimento eficaz de sua Missão na Terra”. (2)
 
Fonte: ebdweb

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