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terça-feira, 29 de julho de 2014

5ª Lição do 3º Trimestre de 2014: O CUIDADO AO FALAR E A RELIGIÃO PURA

 
Texto Base: Tiago 1.19-27

 
“.... Mas todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar” (Tg 1:19).

 

INTRODUÇÃO

Zenão – um pensador antigo – disse: “temos dois ouvidos, mas apenas uma boca; assim podemos escutar mais e falar menos”. Tiago adverte: “Sabeis isto, meus amados irmãos; mas todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar” (Tg 1:19). Quanto menos falar, menos risco a pessoa tem de tropeçar. Alerta o sábio Salomão: “No muito falar não falta transgressão, mas o que modera os lábios é prudente” (Pv 10:19). Falar é uma necessidade básica, e ouvir é uma responsabilidade vital para aqueles que desejam construir relacionamentos saudáveis e maduros. Todavia, precisamos falar o necessário, na hora certa e de forma eficaz, sem “jogar conversa fora”.

I. PRONTO PARA OUVIR TARDIO PARA FALAR (Tg 1:19,20)

“Sabeis isto, meus amados irmãos; mas todo o homem seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não opera a justiça de Deus”.

A comunicação é a chave para um relacionamento saudável. Dependendo da maneira como nos comunicamos, podemos dar vida ou matar um relacionamento. Portanto, esteja pronto para ouvir e prudente no falar.

1. Pronto para ouvir (1:19). “Sabeis isto, meus amados irmãos; mas todo o homem seja pronto para ouvir...”. Aqui, trata-se de uma ordem incomum, dada quase em tom de humor. É como dizer: “apressem-se em ouvir!”. O termo "pronto", no grego, é “táxys”, de onde vem nossa palavra táxi (rápido). O táxi é um carro de serviço. Ele deve estar sempre disponível. Seu objetivo é atender o cliente, sempre. Se vamos usar um táxi, é porque temos pressa. Não podemos esperar. Assim ocorre também com a comunicação. Devemos ter rapidez para ouvir. Significa que devemos estar prontos para ouvir a Palavra de Deus, bem como todo conselho e admoestação justos. Devemos nos sujeitar ao ensino do Espírito Santo.

O rev. Hernandes Dias Lopes – em seu livro “Tiago (transformando provas em Triunfo)” – disse que é preciso que estejamos prontos para ouvir a voz de Deus, a voz da consciência, a voz de nosso próximo. Hoje estamos perdendo o interesse em ouvir, e o resultado disso é a família em desarmonia, é a sociedade fragmentada. Se nós estivéssemos prontos para ouvir, com a mesma disposição que estamos prontos a falar, certamente haveria menos ira e mais encontros abençoadores e saudáveis entre nós.

Hoje, estamos substituindo relacionamentos por coisas. Os pais já não têm mais tempo para os filhos. Eles estão muito ocupados e não podem mais ajudar os filhos nos deveres da escola, nem ouvir o que os filhos têm a dizer sobre suas fantasias de criança ou suas angústias da adolescência.

O diálogo está morrendo entre marido e mulher. Os casamentos estão acabando, o índice de divórcio está crescendo espantosamente, porque os cônjuges estão correndo atrás do urgente e deixando o que é importante de lado; estão valorizando coisas e não relacionamentos; estão substituindo pessoas por coisas.

Temos de ouvir com os ouvidos, com os olhos e com o coração. Precisamos disponibilizar tempo e atenção para os outros. As pessoas são mais importantes que as coisas.

2. Tardio para falar (1:19). É surpreendente como Tiago insiste em tratar do nosso modo de falar! Adverte-nos a ser cuidadosos em nossas conversas. O que Tiago quer dizer com “tardio” é que devemos refletir primeiro, e não falar de imediato. É preciso saber a hora de falar e também o que falar. O que temos a dizer é verdadeiro? É oportuno? Edifica? Transmite graça aos que ouvem? Geralmente falamos antes de pensar, de ouvir, de orar, de medir as consequências. Devemos ter muito cuidado com isso, pois: "a morte e a vida estão no poder da língua..." (Pv 18:21). As palavras podem dar vida ou matar.

Salomão teria concordado plenamente com Tiago. Ele disse: “O que guarda a boca conserva a sua alma. Mas o que muito abre os lábios a si mesmo se arruína” (Pv 13:3). Por isso, Davi orava a Deus e pedia: "Põe, ó Senhor, uma guarda à minha boca; vigia a porta dos meus lábios!" (Sl 141:3). Muito transgride quem fala para depois pensar, fala sem refletir e fala mais do que o necessário. Diz o sábio Salomão: “Na multidão de palavras não falta transgressão, mas o que modera os seus lábios é prudente” (Pv 10:19); “Até o tolo, quando se cala, é tido por sábio” (Pv 17:28). Quem fala demais acaba caindo em pecado. Precisamos, pois, estar atentos sobre o que falamos, como falamos, quando falamos, com quem falamos e por que falamos.

3. “Tardio para se irar” - Controle a sua ira. “Mas todo o homem seja... tardio para se irar. Porque a ira do homem não opera a justiça de Deus”. O verdadeiro crente deve saber se controlar tanto verbal quanto emocionalmente, deve saber lidar com a palavra e também com a ira.

Quem se irrita com facilidade não produz a justiça que Deus espera de seus filhos. Quem perde a calma transmite uma impressão equivocada do cristianismo. A maior demonstração de força está no autodomínio, e não no domínio sobre os outros. Diz Salomão: “Melhor é o longânimo do que o valente, e o que domina o seu espírito do que o que toma uma cidade” (Pv 16:32). Em geral, a ira humana é desgovernada, destruidora e pecaminosa; é obra da carne, e não opera a justiça de Deus. A Palavra de Deus não proíbe o crente de ficar indignado, irado, contra o pecado, a injustiça (Lc 19:45), entretanto, estabelece limites para o nosso temperamento não se achar descontrolado, deixando-nos impulsivamente irados – “irai-vos e não pequeis...” (Ef 4:26). Diz o sábio Salomão: “Retém as suas palavras o que possui o conhecimento, e o homem de entendimento é de precioso espírito” Pv 17:27).

Caim não soube controlar suas emoções, sua tempestividade, por isso cometeu grave crime – “...E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o seu semblante” (Gn 4:5). Caim irou-se, não dominou sua ira, e esta o levou à prática do homicídio – “...e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel e o matou” (Gn 4:8). Caim, um homem descontrolado pela ira!

Precisamos aprender a lidar com nossos sentimentos. Um indivíduo temperamental provoca grandes transtornos na família, no trabalho, na igreja e na sociedade. O cristão, que é templo do Espírito Santo, tem de levar a sua mente cativa a Cristo (2Co 10:5) e manifestar o fruto do Espirito Santo: o domínio próprio (Gl 5:22).

II. PRATICANTE E NÃO APENAS OUVINTE DA PALAVRA (Tg 1:21-25)

1. Enxertai-vos da Palavra (Tg 1:21). “Pelo que, rejeitando toda imundícia e acúmulo de malícia, recebei com mansidão a palavra em vós enxertada, a qual pode salvar a vossa alma”.

Para que a Palavra de Deus seja enxertada efetivamente no coração do crente, primeiramente é necessária que ele desaposse de seu coração toda impureza e maldade - " despojando-vos de toda impureza e acúmulo de maldade"(ARA). A Palavra de Deus é comparada a uma semente, e o coração do homem, a um solo. Antes de lançarmos a semente precisamos preparar a terra. Jesus falou de quatro tipos de solo: o solo endurecido, o superficial, o congestionado e o frutífero (Mt 13:3-9). Antes de acolhermos a Palavra, precisamos remover a erva daninha da impureza e da maldade. Também é requerida uma atitude correta para receber a Palavra: "... recebei com mansidão a palavra em vós enxertada...". A mansidão é o oposto da ira (Tg 1:19). É necessário adubar o terreno para que a semente frutifique. A Palavra deve ter raízes profundas em nossa vida; senão, seremos destruídos quando as tempestades derem de ímpetos contra nós. Tiago fala ainda acerca do resultado da recepção da Palavra: "... a qual pode salvar a vossa alma". Quando nascemos da Palavra, ouvimos a Palavra, recebemos a Palavra e praticamos a Palavra, podemos ter garantia da salvação.

2. Praticai a Palavra (Tg 1:22-24).E sede cumpridores da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não cumpridor, é semelhante ao varão que contempla ao espelho o seu rosto natural; porque se contempla a si mesmo, e foi-se, e logo se esqueceu de como era”.

Não basta receber a Palavra enxertada; é preciso também obedecer-lhe. De nada adianta ter uma Bíblia ou mesmo lê-la como um livro qualquer. Devemos traduzir a Bíblia em ações. Suas palavras devem se materializar em nosso modo de viver. Ao ler as Escrituras, devemos sempre permitir que elas mudem nossa vida para melhor. Professar grande amor pela Palavra de Deus ou considerar-se um grande estudioso da Bíblia não passará de um modo de se enganar se o conhecimento crescente não nos tornar cada vez mais semelhante a Jesus.

Quem é “ouvinte da Palavra”, mas não muda seu comportamento, “é semelhante ao varão que contempla ao espelho o seu rosto natural”. Ou seja, vê a própria imagem de relance no espelho toda a manhã e depois se esquece completamente do que viu. Ele não tirou proveito nenhum do espelho e do fato de ter se olhado nele. Claro que alguns elementos de nossa aparência não podem ser mudados, mas pelo menos podem nos tornar mais humildes! E, quando o espelho nos diz que é hora de lavar o rosto, fazer a barba, pentear os cabelos, ou escovar os dentes, devemos atender. De outro modo, é inútil ter o espelho.

É fácil ler a Bíblia de forma descuidada ou por obrigação sem nos tocarmos pela leitura. Vislumbramos o ideal de Deus para nós, mas nos esquecemos rapidamente dEle e continuamos a viver como se já fôssemos perfeitos. Nossa presunção impede o progresso espiritual. (1)

3. Persevere ouvindo e agindo (Tg 1:25).Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar” (ARA).

Neste texto, Tiago mostra aquele que considera, atentamente, a Palavra de Deus e tem por hábito colocá-la em prática. Para ele, a Bíblia é a lei perfeita, a lei da liberdade, porque é somente obedecendo à lei de Deus que a verdadeira liberdade pode ser encontrada (compare com João 8:31,32). Ao obedecer, esse indivíduo descobre a verdadeira libertação do modo de pensar carnal. A verdade o liberta. Esse indivíduo colhe os benefícios das Escrituras. Não se esquece daquilo que leu. Antes, procura colocar a leitura em prática na vida diária. Como cristãos, nós somos salvos pela graça de Deus, e a salvação nos liberta do controle do pecado. Como crentes, nós somos livres para viver como Deus nos criou para viver. Naturalmente, isso não quer dizer que somos livres para fazer o que quisermos (cf 1Pe 2:16; Gl 5:13) – agora somos livres para obedecer a Deus. A obediência simples como a de uma criança traz bênçãos inestimáveis para a alma. O indivíduo será bem-aventurado no que realizar.

III. A RELIGIÃO PURA E VERDADEIRA (Tg 1:26,27)

Em Tiago 1:26,27, vemos um contraste entre a falsa religião e a religião pura e sem mácula. O termo “religião” representa os padrões de comportamento associados à crença religiosa e diz respeito às manifestações exteriores, e não ao espírito interior. Refere-se às expressões da crença no culto e no serviço, e não à doutrina em que a pessoa crê.

1. A falsa religiosidade.Se alguém entre vós cuida ser religioso e não refreia a sua língua, antes, engana o seu coração, a religião desse é vã” (Tg 1:26).

A religião pura e verdadeira vai muito além de doutrinas e ritos. Hoje há um grande abismo entre o que professamos e o que vivemos; entre o que dizemos e o que fazemos; entre a nossa profissão de fé e a nossa prática de vida; entre o cristianismo teórico e o cristianismo prático. Esse distanciamento entre verdades inseparáveis, essa falta de consistência e coerência, dá à luz uma religião esquizofrênica e farisaica.

Tiago aponta o sério risco de se viver uma religião descomprometida, mística, teórica, descontextualizada, sem praticidade e sem pertinência histórica. Ele diz que não basta o ritual bonito, a liturgia pomposa, a exterioridade irretocável. É preciso celebrar a liturgia da vida. Para tanto, ele coloca o prumo de Deus em nós e questiona-nos: somos verdadeiros religiosos ou não? Como saber se somos? No controle da língua.

Tiago afirma que a língua é como animal selvagem. Se for controlada e refreada de modo apropriado, poderá ser usada para o bem. Mas seus poderes de destruição serão enormes, se for deixada a seu bel-prazer. A pessoa que deixa de controlar sua língua acaba enganando o próprio coração na questão da veracidade de sua religião. Ele é um mero “ouvinte” da Palavra e, quando falha em colocar em prática aquilo que ouve, mostra que sua religião é vã: vazia, inútil e infrutífera. Pode observar todas as cerimônias religiosas e, desse modo, parecer extremamente piedoso, mas está apenas enganando a si mesmo.

Miriã e Arão, um casal sem o controle da língua. Dando um salto bíblico de mais de 3.400 anos, falemos de Miriã e de Arão, irmãos de Moisés, que não souberam dominar a língua e murmuraram contra Moisés – “E falaram Miriã e Arão contra Moisés, por causa da mulher cuxita, que tomara, porquanto tinha tomado a mulher cuxita” (Nm 12:1). Miriã, como líder da rebelião, só não morreu por causa da intercessão de Moisés. Porém, ficou temporariamente leprosa.

A língua funciona como aferidora do coração. Ela é como uma radiografia que revela o que está em nosso interior. Não há coração puro se a língua é impura. Não há língua santa se o coração é um poço de sujeira. Não há cristianismo verdadeiro sem santidade da língua. Se o coração estiver certo, a língua mostrará isso.

A língua desenfreada é apenas um exemplo da “religião vã”. Qualquer comportamento incoerente com a fé cristã é vão. Conta-se a história do dono de um mercantil que fingia ser um homem piedoso. Morava num apartamento em cima do comércio e, todas as manhãs, gritava para seu assistente no andar de baixo:

-  João!

-  Sim, senhor.

-  Já misturou água no leite?

-  Sim, senhor.

-  Já mudou a data de vencimento da manteiga?

-  Sim, senhor.

-  Já requentou o pão de ontem?

-  Sim, senhor.

-  Então suba aqui para fazer o devocional!

Tiago diz que uma religião como essa é vã, falsa. Deus não se contenta com rituais; seu interesse maior é pela vida de piedade prática.

2. A verdadeira religião (Tg 1:27). “A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e guardar-se da corrupção do mundo”.

A religião verdadeira não é um simples ritual, não é misticismo ou encenação, mas é ter uma vida separada para Deus. É guardar-se incontaminado do mundo, ou seja, do sistema de valores pervertidos, corruptos, sujos, imorais e inconsequentes.

A religião que agrada ao Senhor é rechaçar o mal ainda que mascarado de bem. O mundo é atraente, ele arma um cenário encantador para nos atrair. Contudo, o mundo jaz no maligno(1João 5:19).

O verdadeiro religioso tem compaixão dos necessitados (Tg 1:27). Tiago associa, dentro da comunidade cristã, a verdadeira religião com práticas adequadas, e mostrando que a fé verdadeira está associada não apenas à fé, mas com o que fazemos para espelhar nossa fé. O cuidado dos necessitados não é o conteúdo do cristianismo, mas sua expressão. A preocupação prática da religião de uma pessoa é o cuidado pelos outros. A religião é a prática da fé, é a fé em ação. Palavras não substituem obras (Tg 2:14-18; 1João 3:11-18).

3. Guardando-se da corrupção do mundo (Tg 1:27). Tiago, também, menciona outro aspecto da verdadeira religião: “... guardar-se da corrupção do mundo”. Para nos protegermos da corrupção do mundo, precisamos nos comprometer com o sistema ético e moral de Cristo, e não com o do mundo. Não devemos nos adaptar ao sistema de valores do mundo, baseado no dinheiro, no poder e no hedonismo. A verdadeira fé não significa nada se estivermos contaminados com estes valores. Não podemos amar o mundo nem ser amigo dele. Não podemos nos conformar com o mundo para não sermos condenados com ele.

Observe a exortação de João: “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1João 2:15-17).

A Bíblia diz que “Demas amou o presente século”, ou seja, amou o mundo - abandonou deliberadamente e conscientemente a sua fé, apostatou-se (2Tm 4:10).

Estamos fisicamente no mundo, mas não espiritualmente nele (João 17:11-16). Estamos no mundo não para que ele nos contamine, mas para sermos nele instrumentos de transformação. No mundo somos embaixadores de Deus, somos ministros da reconciliação; somos sal, luz e perfume de Cristo (Mt 5:13,14; 2Co 2:15).

CONCLUSÃO

Concluindo esta Aula, devemos avaliar nossa fé com as seguintes perguntas: leio a Bíblia com o desejo humilde de receber a repreensão e o ensino de Deus e de ser transformado por Ele? Anseio por aprender a refrear a minha língua? Como reajo quando alguém começa a contar uma piada imprópria? Minha fé se manifesta em atos de bondade para com aqueles que não têm como retribuir?

Nos dias em que vivemos, em que "tudo é relativo", é preciso lembrarmos que o falar do crente deve ser sim, sim, não, não, e o que sai disto é de procedência maligna (Mt 5:37). Equivocam-se os faladores da atualidade que acham que suas palavras não são levadas em conta pelo Reto e Supremo Juiz. Não só nossas ações, mas também nossas palavras são levadas em conta diante de Deus. Tenhamos muito cuidado com o que falamos, pois tudo está sendo anotado perante o Senhor - “Mas eu vos digo que de toda palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no Dia do Juízo” (Mt.12:36). Que possamos dizer como Jó: “Nunca os meus lábios falarão injustiça, nem a minha língua pronunciará engano” (Jó 27:4). Que os nossos ouvidos estejam prontos para ouvir, a nossa língua para falar sabiamente e a nossa vida para praticar tudo quanto aprendemos do Evangelho. Que este seja o compromisso de todos os cristãos, na presença de Deus, neste mundo!

Fonte: ebdweb

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