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terça-feira, 7 de abril de 2015

2ª lição do 2º trimestre de 2015: O NASCIMENTO DE JESUS

Texto Base: Lucas 2:1-7


“E deu à luz o seu filho primogênito, e envolveu-o em panos, e deitou-o numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem” (Lc 2:7)


INTRODUÇÃO

Nesta Aula trataremos acerca do Nascimento de Jesus Cristo. Indubitavelmente o maior e o mais impactante acontecimento da história da humanidade. Foi o cumprimento da promessa de Deus logo após a queda do homem, no afã de restaurá-lo ao status quo da criação (Gn 3:15). Sem esse acontecimento o ser humano estaria perdido para sempre. É possível perceber como Deus moveu céus e terra para que, na plenitude do tempo, de acordo com Gálatas 4:4, Jesus, o próprio Deus encarnado, nascesse para trazer salvação a toda humanidade: “Vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei”. O nascimento de Jesus significou boas-novas de salvação para toda a humanidade.

I. O NASCIMENTO DE JESUS NO CONTEXTO PROFÉTICO

Deus usou César Augusto (Lc 2:1), o imperador romano, para a concretização dos seus planos. Ele foi o primeiro imperador chamado de Augusto, título dado pelo Senado que significava exaltado, denotando dignidade e pressupondo veneração religiosa. Deus, em sua soberania, o usou para publicar um decreto, fazendo o Messias nascer em Belém de Judá, na nação de Israel, para cumprir as profecias do Antigo Testamento.

O imperador César Augusto, que era reverenciado como divindade, foi usado pelo verdadeiro Deus para determinar a ida de José e Maria à cidade de Davi para registrarem-se – “Todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade” (Lc 2:3). Nessa ocasião, como na eternidade havia sido planejado, Deus veio ao mundo, encarnado, nascendo exatamente em Belém, como já havia sido profetizado pelos profetas (Mq 5:2).

Belém era uma pequena vila, talvez com apenas uma hospedaria, e tinha recebido muitas pessoas de outros locais por causa do recenseamento. Estava lotada e, por isso, José e Maria não acharam lugar e ficaram mesmo numa rude estrebaria, onde nasceu o Rei dos reis e Senhor dos senhores, o Salvador do mundo.

Segundo estudiosos, César Augusto com seu decreto objetivava arrecadar mais impostos, recrutar para o serviço militar e fazer a contagem dos povos conquistados para dimensionar a grandeza do seu império, porém, Deus o escolhera como um instrumento para realizar os planos eternos da salvação da humanidade.

O decreto de César Augusto foi editado no tempo perfeito de Deus e de acordo com o seu perfeito plano de trazer seu Filho ao mundo. Jesus, portanto, nasceu em Belém para que, também se cumprisse a profecia que diz: “Mas tu, Belém Efrata, posto que pequena para estar entre os milhares de Judá, de ti é que me sairá aquele que há de reinar em Israel, e cujas saídas são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Mq 5:2). Jesus nasceu numa simples manjedoura (Lc 2:7), com toda simplicidade incontestável (Lc 2:12).

1. Poesia e profecia. Em Lucas 1:46-56 temos o registro do cântico de Maria. Esse cântico é famoso e tem sido conhecido como o Magnificat. É um irrompimento de louvor. Há, em especial, um bom número de semelhanças com o cântico de Ana (1Sm 2:1-10). As palavras de Maria expressam o louvor de sua alma que transbordou de alegria ao receber a bondade de Deus. Foi uma expressão de profunda satisfação de Maria diante da bondade divina. O cântico pode ser dividido em três estrofes. (1)

- Na primeira estrofe, nos versos 46 a 50, destacamos:

a) O louvor de Maria por ter sido a escolhida para ser o veículo que traria Cristo ao mundo. Não foi ela quem escolheu ser a mãe do Senhor. Foi o próprio Deus que soberanamente a escolheu para trazer Jesus a terra. Nós não podemos transformar Maria numa deusa, nem numa corredentora ao lado de Cristo, pois a Bíblia diz que há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, que é Jesus Cristo, homem (1Tm 2:5). Porém, não podemos deixar de reconhecer a posição única dessa mulher como bem-aventurada entre todas as mulheres.

b) O fato de Maria chamar Deus de meu Salvador demonstra que precisava de um Salvador, precisava de salvação. Maria era como nós, necessitada de salvação. Esse é o motivo por que não podemos levantar um altar em sua honra.

c) Maria afirmou a sua baixeza, isto é, a sua total dependência de Deus, e sua completa incapacidade diante dos assombrosos planos divinos, revelando sua profunda humildade.

d) Maria reconheceu o poderio do Senhor que faz grandes coisas, e fez em particular a ela, escolhendo-a.

e) Maria ressaltou a santidade e a misericórdia divina que se estende de geração em geração a todos os que o temem, isto é, aqueles que vivem de acordo com a sua vontade!

- Na segunda estrofe, nos versos 53 a 53, podemos ressaltar:

a) Maria fez ressoar o clamor dos humilhados e rejeitados pela sociedade.

b) Maria mostrou que Deus agiu com o seu poderoso braço, intervindo na história do homem que soberbamente desprezava os mais pobres.

c) Nas suas palavras é possível unir a ação divina no passado e no futuro.

d) Ao olhar para o futuro, Maria profetizou, pois o tempo do verbo no original é um "ariosto profético", demonstrando que essa ação divina é contrária aos soberbos e poderosos.

e) Quando Deus age, Ele é quem exalta aquele que se humilha sob sua poderosa mão divina.

- Na terceira estrofe, nos versos 54 e 55, encontramos:

a) A garantia do cuidado e do amparo divino.

b) A relação servil de Israel para com Deus.

c) A constância de Deus, caracterizada por sua misericórdia.

d) A destinação da misericórdia divina a toda descendência de Abraão, não só física, mas espiritual.

e) A fidelidade de Deus em cumprir as suas promessas.

Em Lucas 1:56 vemos que Maria ficou com Isabel por mais três meses, provavelmente até que sua prima desse à luz, voltando depois para sua casa, em Nazaré. Certamente naquela cidade se realizaram os acontecimentos descritos em Mateus 1:18-25, que nos fala sobre a instrução divina para José receber Maria, que estava grávida, pois o que nela estava sendo gerado era obra do Espirito Santo.

2. A restauração do Espírito profético. Lucas enfatiza a pessoa do Espírito Santo tanto no Evangelho quanto em Atos, mencionando-o 53 vezes nos dois livros. E, prossegue seu registro mostrando que estava sendo inaugurada uma nova maneira de Deus relacionar-se com o homem: Estava sendo iniciada a "era do Espírito".

Em Lucas 1:41 temos o relato de um milagre. Trata-se de um fato sobrenatural. Não há explicação natural para a situação descrita aqui. Vemos que a criança estremeceu no ventre da mãe após a saudação de Maria, e Isabel ficou cheia, plena, do Espírito Santo. No verso 42 Isabel, cheia do Espírito Santo, saúda Maria com as seguintes palavras: “Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre!”. Somente pelo Espírito Santo é que Isabel poderia saudar Maria daquela maneira. E como você pode perceber por essa saudação, Maria já estava grávida. Foi pelo Espírito Santo que Isabel reconheceu que sua prima estava gerando o Redentor da humanidade. É só pelo Espírito Santo que um homem pode reconhecer que Jesus é Deus e deve ser seu Senhor!

Em Lucas 1:43,44 Isabel continuou falando pelo Espírito, reconhecendo que a criança que estava sendo gerada em Maria era o seu Senhor! Isabel, cheia de fé, também disse que João, em seu ventre, alegrou-se pela presença do Salvador em sua casa. De alguma maneira que nós, humanos, não conseguimos entender, o Espírito Santo produziu alegria na criança que ainda nem tinha nascido.

Lucas 1:45 diz que aquele momento foi muito importante para as duas primas. Para Isabel foi marcante, porque ficou cheia do Espírito Santo. Para Maria foi importante, porque recebeu o testemunho de uma pessoa que também estava sendo usada de modo especial pelo Espírito Santo. Maria precisava daquele momento, daquele encontro com Isabel. Ela era muito jovem e Isabel já tinha uma idade avançada. Isabel podia ajudar muito a prima numa ocasião como aquela.

E como Isabel ajudou Maria? Isabel chamou Maria de mulher bendita entre as mulheres. Não disse que ela era bendita acima das mulheres, mas que era abençoada entre as mulheres. Isabel ressaltou a fé de Maria. Ao contrário de Zacarias, Maria creu! Isabel também confirmou que Maria confiou plenamente nas palavras do Senhor. Era uma mulher que precisava de encorajamento e de compreensão numa ocasião como aquela. E em Isabel Maria encontrou grande ajuda.

Você tem sido uma fonte de encorajamento para os seus irmãos? Tem sido um apoio para as horas de dificuldades daqueles que convivem com você?

II. O ANÚNCIO DO NASCIMENTO DE JESUS

1. Zacarias e Izabel. Em Lucas 1:6 lemos o seguinte a respeito de Zacarias e Isabel: “Ambos eram justos diante de Deus, vivendo irrepreensivelmente em todos os preceitos e mandamentos do Senhor. Eles estavam em comunhão com Deus”.

Mas apesar de andarem em comunhão com Deus, enfrentavam um problema que lhes tirava toda a alegria. Eles não tinham filhos. Para um casal judeu isso era muito triste. De acordo com Lc 1:7 eles formavam um casal de velhos e não tinham filhos. Era uma grande tristeza para uma mulher judia.

Apesar de tudo, Zacarias servia ao Senhor no templo. Ele era da tribo de Levi e, naquele momento, estava servindo ao Senhor no altar da oração. O seu turno ou horário de trabalho era noturno. Estava pondo incenso no altar quando lhe apareceu um anjo do Senhor, em pé, à direita do altar do incenso. E Zacarias temeu. O fato de ter medo não depõe contra ele. Sua reação foi normal para quem vê um anjo. Se você visse um anjo não faria a mesma coisa? A sua reação seria a mesma de Zacarias e, provavelmente, você ficaria temeroso.

Porém, o anjo disse para Zacarias não temer. A oração de Zacarias e Isabel fora ouvida: “Isabel tua mulher, te dará à luz um filho, a quem darás o nome de João” (Lc 1:13).

Certamente Zacarias permanecia no templo ministrando ao Senhor, mas também orando por um filho. E a sua esposa também orava pelo mesmo motivo. Eu sei que muitos casais cristãos oram também pela benção de gerarem um filho. O povo de Deus pode orar por essa bênção, pois homens e mulheres santos do passado oraram e suas orações foram honradas.

O filho de Isabel e Zacarias deveria ser nazireu. Os nazireus não tomavam vinho ou bebida forte, não cortavam os cabelos e achavam a sua alegria no Espírito de Deus.

A missão de João Batista era muito importante. Ele era o precursor do Messias. Veio para converter os corações dos pais e dos filhos. Converter muitos dos filhos de Israel ao Senhor, seu Deus. Converter os corações dos pais aos filhos, converter os desobedientes à prudência dos justos. Tudo indica que havia um problema muito grande entre os pais e os filhos naquele tempo. É um problema que talvez acompanhe os séculos. Porém, o maior problema em nossos dias não está no relacionamento entre país e filhos, mas entre os pais e Deus. Quando o pai tem um relacionamento correto com Deus, não terá dificuldades para relacionar-se com seus filhos.

2. José e Maria. Em Lucas 1:26,27 lemos o que aconteceu seis meses depois que o anjo Gabriel apareceu a Zacarias. O anjo Gabriel foi enviado à cidade de Nazaré e anuncia a Maria que ele geraria um filho. Em Lucas 1:28 temos a saudação de Gabriel a Maria: “E, entrando o anjo aonde ela estava, disse: Alegra-te, muito favorecida! O Senhor é contigo”. Favorecida, ou agraciada, quer dizer que Deus a escolheu para ser o veículo por meio do qual traria o salvador ao mundo.

Em Lucas 1:29 encontramos a primeira reação de Maria ao anúncio do anjo. Ela perturbou-se muito e pôs-se a pensar no significado dessa saudação. Quando o sobrenatural toca no que é natural, produz perplexidade, produz temor. Não sei como você encararia um anjo que se apresentasse diante de você. Certamente a sua reação seria a mesma de Maria.

Em Lucas 1:30-33, Gabriel anuncia que Maria havia achado graça diante de Deus e que seria usada como instrumento divino para trazer ao mundo o Filho do Altíssimo. Que grande privilégio! Gabriel, então, descreve quem seria esse bebê que iria nascer:

a) Seu nome seria Jesus.

b) Seria chamado filho do Altíssimo.

c) Seria alguém reconhecido como filho de Davi.

d) Seria alguém da linhagem real.

e) Seria alguém que reinaria para sempre: “O seu reinado não teria fim!”.

f) Ele seria santo (Lc 1:35).

g) Seria chamado Filho de Deus.

Em Lucas 1:34 vemos a reação de Maria: “Como será isto?”. Essa foi uma boa pergunta. E ela apresentou a razão para o questionamento: "Eu nunca tive relação sexual com homem algum. Como posso dar à luz?”.

Então, em Lucas 1:35, Gabriel descreve como tudo aconteceria: O Espírito Santo teria papel fundamental, o poder do Deus Altíssimo a envolveria com a sua sombra e Maria ficaria grávida.

Vemos, aqui, que o menino que nasceria era divino, Filho de Deus, no sentido de ser da mesma natureza divina de Deus. Ele não seria filho de José, noivo de Maria.

Portanto, o nascimento de Jesus foi independente de qualquer homem. A semente humana é pecaminosa. Nenhum homem pode procriar um ser que seja santo. Todos os homens são pecadores. Davi, o rei salmista, quando falou a respeito do seu próprio nascimento, disse: “Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Sl 51:5). Quando a pessoa nasce, já possui a contaminação pelo pecado. Já nasce com o vírus do pecado.

Então, para que Jesus nascesse, teve de ser gerado de Deus, por meio do Espírito Santo. Esse é o motivo por que dizemos que Ele foi gerado por obra e graça do divino Espírito Santo.

III. O NASCIMENTO DE JESUS E OS CAMPONESES

1. A nobreza dos pobres. Em Lucas 2:8-20 temos o relato do anúncio angelical do nascimento do Filho do Homem aos pastores, os quais, segundo estudiosos, eram desprezados pela maioria da sociedade, porque, pelo trabalho que tinham, ficavam quase impedidos de observar a lei cerimonial. Eles não eram dignos de confiança e seus testemunhos não eram aceitos nos tribunais. Deus mobilizou seus anjos para anunciarem não a Herodes, não a César Augusto, mas aos pastores de Belém, as boas-novas de grande alegria: o nascimento de Jesus, a vinda do Salvador, o Messias, o Filho do Homem.

A beleza celestial revelada aos pastores mostra como Deus trata as pessoas de um modo diferente de nós. Aquela revelação celestial não foi feita aos reis ou imperadores da terra, não foi feita nos teatros dos grandes centros de então, nem nos palácios suntuosos dos Césares, nem dos Herodes, mas na campina de Belém onde estavam os pobres pastores. A eles Deus revelou a sua glória. Aquele momento tinha que ser revestido de glória celestial, pois a maior mensagem de todos os tempos estava sendo entregue: “Eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo: é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2:10,11).

Em Lucas 2:12 os anjos dão o sinal para que os pastores encontrem Jesus: “Encontrareis uma criança envolta em faixas e deitada em manjedoura”. Essa é a grande notícia divina. O Rei da glória se fez homem e humilhou-se nascendo em humilhação, identificando-se com os desprezados pela sociedade.

Em Lucas 2:14 a mensagem dos anjos ecoou pelas campinas, invadindo a noite de Belém. Eles louvaram a Deus, dizendo: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem!”. A mensagem divina é de paz aos homens. O pecado trouxe inimizade, mas Jesus pode dar paz aos que creem. O homem não terá paz a não ser que tenha Cristo como seu Salvador.

Os pastores foram e viram tudo o que os anjos tinham anunciado. Ficaram maravilhados com o que viram e ouviram. Eles saíram anunciando a todos o que contemplaram (Lc 2:20). É maravilhoso quando o homem vai a Cristo e recebe a mensagem do amor divino. Ele é transformado e passa a anunciar aos outros o que Jesus representa para a sua vida. Você tem compartilhado sobre o que Jesus é para você? Ah! Precisamos mais do que nunca dar um testemunho mais vibrante da pessoa sublime e gloriosa de nosso Senhor Jesus Cristo. O mundo necessita ouvir essa mensagem.

2. A realeza do Messias. Lucas detalha como o anjo de Deus falou da realeza do Messias e da Sua divindade aos camponeses: “Este será grande e será chamado Filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai, e reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu Reino não terá fim” (Lc 1:33). “Ele é o Salvador, o Cristo, o Senhor” (Lc 2:11).

Em Hb 1:8, lemos: “Mas do Filho diz: ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos, cetro de equidade é o cetro do teu reino”. Aqui o Filho é chamado Deus, como de fato Ele o é, além de ser também Rei, cujo cetro (símbolo da autoridade real) é de retidão.

Jesus é Rei, não só rei dos judeus (Mt 2:2; 27:11; Lc 23:3; João 1:49), mas também Rei dos reis e Senhor dos senhores (Ap 19:16). O principado está sobre os seus ombros, ou seja, o governo do mundo lhe foi destinado (Is 9:6) e, como Rei, governará o mundo com paz e justiça. Enquanto na Terra, Jesus disse que seu reino não era deste mundo (João 18:36), mas dias virão em que o reino será restabelecido em Israel (At 1:6,7) e, de Israel, Jesus reinará sobre todo o mundo por mil anos(Ap 20:1-6).

CONCLUSÃO

Jesus foi enviado a terra para trazer a paz, a alegria, o amor, o verdadeiro sentido para nossa vida e o direito de desfrutarmos da vida eterna. Não podemos esquecer que o Seu nascimento mudou a nossa história por completo. Estávamos condenados à morte e ao sofrimento eterno. Seu nascimento, Sua vida, Sua morte e Sua ressurreição trouxeram novas esperanças e a confiança de que um dia todos nós estaremos com Ele, em Sua glória, vivendo eternamente em Seu Reino. Amém!
Fonte: ebdweb

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