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segunda-feira, 20 de junho de 2016

13ª lição do 2º trimestre de 2016: O CULTIVO DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS


Texto Base: Romanos 16:1-16

 

“Ao único Deus, sábio, seja dada glória por Jesus Cristo para todo o sempre. Amém!” (Rm 16:27).

 

INTRODUÇÃO

Esta é a última Aula deste trimestre letivo. Estudaremos o último capítulo da Epístola aos Romanos, o qual nos mostra a suma importância dos relacionamentos entre os irmãos da igreja local. À primeira vista, o capítulo 16 de Romanos parece apenas uma lista enfadonha de nomes de pouco ou nenhum significado para nós hoje, por isso somos inclinados a subestimar o valor de seus ensinos, entretanto, um estudo mais atento deste capítulo negligenciado por muitos cristãos, revela grandes verdades e preciosos ensinamentos acerca dos relacionamentos pessoais na igreja. Paulo traz à lembrança nomes de pessoas que, de uma forma ou de outra, o ajudaram a construir a identidade cristã do primeiro século. Ele elenca 26 nomes, acrescentando na maioria dos casos uma apreciação pessoal e uma palavra de elogio. Expressões como "queridos no Senhor", "a igreja que está em sua casa", "dileto amigo", "meu amado", mostram o carinho e o relacionamento de ternura que Paulo cultivava com as pessoas, mesmo de longe. O apóstolo era um mestre de relacionamentos humanos; era um pastor experiente e sabia o valor de tratar as pessoas pelo nome e de fazer-lhes elogios encorajadores. “Deus deseja que os crentes, alcançados pela graça, cultivem relacionamentos saudáveis”. Imagine a necessidade que temos de cultivar o relacionamento de carinho e ternura com as pessoas que estão pertos: a nossa família, a igreja onde congregamos e pessoas próximas de nós!

I. A IMPORTÂNCIA DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

A vida na igreja local é uma grande oportunidade para termos um relacionamento de respeito e de muita alegria com aqueles que chamamos de irmãos em Cristo. São pessoas de diversas características: criança, adolescente, jovem, adulto, terceira idade, pessoas portadoras de alguma deficiência. Este é o nosso orbe de relacionamento interpessoal. Neste aspecto, o último capítulo de Romanos é um estímulo a doar-nos ao próximo em nome de Jesus.

1. Valorizando pessoas, não coisas. Paulo escreve: “Recomendo-vos, pois, Febe, nossa irmã, a qual serve na igreja que está em Cencréia, para que a recebais no Senhor, como convém aos santos, e a ajudeis em qualquer coisa que de vós necessitar; porque tem hospedado a muitos, como também a mim mesmo” (Rm 16:1,2).

Febe é apresentada como alguém que está servindo à igreja em Cencréia. Ela estava viajando de Cencréia a Roma e possivelmente foi a portadora da Epístola aos Romanos. Sempre que viajavam de uma igreja para outra, os cristãos da igreja do primeiro século levavam consigo cartas de recomendação. Essas cartas demonstravam cortesia para com a igreja visitada e eram úteis para o visitante. Assim, o apóstolo apresenta Febe e pede que ela seja recebida como verdadeira cristã, conforme convém aos irmãos em Cristo. Pede, ainda, que ela receba toda assistência que vier a necessitar. Como recomendação em favor dessa irmã, Paulo informa que ela se dedicou ao ministério de ajudar outros, incluindo ele próprio. É bem possível que seu lar em Cencréia estivesse sempre de portas abertas para obreiros e outros cristãos.

Observação: “... a cooperadora Febe, a pesar de servir a Deus na igreja de Cencréia (Rm 16:1) – aqui, o verbo ‘servir’ (gr.diakoneõ, cognato de diáconos) é o mesmo para designar o serviço dos diáconos -, não há comprovação de que ela tenha sido uma diaconisa, como muitos afirmam. Pelo contrário, o Novo Testamento assevera que o diaconato estava a cargo dos homens (Atos 6:1-5; 1Tm 3:12,13). O aludido verbo é polissêmico e pode denotar os atos de ministrar, de auxiliar ou de prestar qualquer tipo de serviço” (Zibordi, Ciro Sanches. Procura-se pregadores como Paulo. CPAD. p.188).

Não se deve ignorar os importantíssimos e valiosos serviços que mulheres devotas e caridosas, como Febe, são capazes de prestar à igreja de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. No Ministério de Jesus, as mulheres foram essenciais. Elas sempre estiveram ao lado do Senhor Jesus. Desde o seu nascimento, elas o acompanhavam.

Na sua apresentação no templo. Quando Jesus foi apresentado no templo, a Bíblia relata que ali estava a profetisa Ana, segundo registro de Lucas 2:36-38.

Elas o serviam: “Então Maria, tomando uma libra de unguento de nardo puro, de muito preço, ungiu os pós de Jesus e enxugou-lhe com os cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do unguento” (João 12:3).

Elas contribuíam financeiramente: “… e também o seguiam algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual saíram sete demônios; Joana, mulher de Cusa, procurador de Herodes, e Suzana, e muitas outras que o serviam com suas fazendas” (Lc 8:2-3).

Elas estavam presentes na sua morte. Mateus 27:55,56 relata: “Estavam ali, olhando de longe, muitas mulheres que o tinham seguido desde a Galiléia, para o servir. Entre elas estavam Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago e de José e mãe dos filhos de Zebedeu”.

Após a Sua ressurreição, foi a uma mulher que Jesus apareceu pela primeira vez: “Disse-lhe Jesus: Maria. Ela, voltando-se, disse-lhe: Mestre... Maria foi e anunciou aos discípulos que vira o Senhor” (João 20:15-18).

Portanto, a presença feminina no ministério de Jesus é indubitável. Não há como negar: Jesus valorizou a mulher como homem algum jamais o fez. Ela deixou de ser objeto para ser sujeito.

2. O valor das mulheres. A diversidade da igreja pode ser notada pelo gênero masculino e feminino, classe social e raça. Na igreja de Roma havia homens e mulheres servindo a Deus. Dentre as 26 pessoas saudadas na carta de Paulo, nove são mulheres. A proeminência dos nomes de mulheres enfatiza sua ampla espera de atuação (Rm 16:1,3,6,12, etc). Dentre estas mulheres estava Priscila, esposa de Áquila. Paulo fala deste casal, como tendo exposto suas vidas na causa do Evangelho (Rm 16:3). Outras referências a este casal são encontradas em Atos 18:2,18,26; 1Coríntios 16:19 e 2Timóteo 4:19. Na maioria dessas passagens, Paulo sempre cita Priscila em primeiro lugar. Muitos comentaristas concordam que isso tinha uma razão de ser: Priscila se destacava na obra do Senhor, sendo auxiliada por Áquila, seu esposo. Paulo também menciona uma mulher de nome Maria (Rm 16:6). Pouco se diz dessa Maria, mas o que se sabe é que ela “trabalhou muito” na obra de Deus.

O fato incontestável é que, na igreja primitiva, a atuação das mulheres era notória e amplamente valorizada. Elas eram dedicadas à obra de Deus e exerciam seus ministérios com o apoio das lideranças da época. Além de Paulo, Lucas nos mostra que as mulheres tiveram uma participação expressiva na implantação do Reino de Deus. A relação é extensa e inclui, entre outras, Lóide e Eunice (2Tm 1:5), Maria, mãe de João Marcos (At 12:12); Priscila, que juntamente com o esposo, Áquila, passou a doutrina para várias outras pessoas, inclusive para um intelectual e culto homem de Alexandria chamado Apolo (At 18:26); Lídia (Atos 16), a primeira pessoa convertida na Europa. A sua casa foi o primeiro local de reuniões das igrejas na Europa. Todas essas mulheres atuavam nas áreas de ensino, na evangelização, intercessão e contribuição financeira, com amor e dedicação. São exemplos que ficam para sempre e nos quais podemos nos espelhar para servir a Deus.

3. Irmandade e companheirismo. Em romanos 16:7, Paulo cita o nome de pessoas que foram companheiros na jornada. Diz ele: “Saudai a Andrônico e a Júnia, meus parentes e meus companheiros na prisão, os quais se distinguiram entre os apóstolos e que foram antes de mim em Cristo”. Estes dois companheiros de Paulo podem ter sido uma equipe formada por marido e mulher. Júnia (ou Júlia, que é a leitura em certos manuscritos antigos) era um nome feminino largamente usado na época. As referências de Paulo a eles como parentes poderia significar que eles também eram judeus, possivelmente da mesma tribo. Não se sabe quando estiveram na prisão com ele, porque Paulo foi preso diversas vezes (cf. 2Co 11:23), sabe-se apenas que eles compartilharam do sofrimento de Paulo. Paulo elogiou esses cooperadores com sinceridade, e isto tem grande valor nos relacionamentos humanos. Paulo sabia disso e não hesitava em usar esse importante recurso. Hoje, a falta de companheirismo e de vida comunitária, nas igrejas locais, é tanta que nem mesmo os membros se conhecem uns aos outros, máxime nos megatemplos.

II. AS AMEAÇAS ÀS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

No princípio da Igreja, bem como nestes últimos dias da Igreja, os falsos mestres têm intensificado as suas artimanhas no afã de enganar os incautos. E Jesus já tinha alertado os seus discípulos acerca dos falsos obreiros que viriam (Mt 24:11; Mc 13:22,23). Esses falsos obreiros, distorciam, e ainda distorcem, os ensinamentos de Cristo e as palavras de seus apóstolos. Eles estavam destruindo aos poucos o significado da vida, morte e ressurreição de Jesus. Alguns afirmavam que Jesus não poderia ser Deus; outros afirmavam que Ele não poderia ter sido um homem real. Estes falsos mestres permitiam e até mesmo encorajavam todos os tipos de atos errados e imorais, especialmente os pecados sexuais. Este era um problema em toda a igreja primitiva, e Paulo frequentemente advertia as igrejas sobre este assunto.

1. Individualismo. Antes de concluir a Epístola, o apóstolo Paulo faz uma última exortação à igreja em Roma. De forma áspera, Paulo adverte aos destinatários da Epístola acerca dos cuidados que eles deveriam ter dos falsos e dissimuladores mestres que poderiam trazer grandes prejuízos espirituais a igreja e quebrar a koinonia cristã. Paulo ainda não tinha ido a Roma, mas ele certamente percebeu que os falsos mestres, que estavam por toda parte, passariam por ali. Ele rogou aos crentes que notassem os que promoviam dissensões e escândalos contra a doutrina da verdade. Assim exorta o apóstolo: “E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles. Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e, com suaves palavras e lisonjas, enganam o coração dos símplices” (Rm 16:17,18).

Paulo via o individualismo daqueles que promoviam dissensões e facções como um perigo às relações interpessoais dos cristãos. Por isso, os cristãos de Roma deveriam se desviar desses falsos mestres. Eles não serviam a Cristo, mas a si próprios. Em vez de serem servos de Cristo, são escravos de seus próprios apetites e interesses egoístas. O deus deles é o ventre. Eles fazem da igreja uma plataforma para se locupletarem. Buscam o lucro, e não a salvação dos perdidos. Erguem monumentos a si mesmos em vez de buscar a glória de Cristo. A língua deles é cheia de lisonjas. Suas palavras são doces e suaves, mas carregadas de veneno. Eles são amáveis em seus gestos e sempre agradáveis em suas atitudes, mas seu propósito é enganar o coração dos incautos.

Esses falsos mestres estavam mais interessados em servir os seus interesses próprios, motivados por um desejo de ganhar poder e prestígio. Em contraste, os mestres cristãos autênticos são motivados pela fé sincera, e por um desejo de fazer o que é certo. Tanto Paulo quanto Pedro condenavam os mestres gananciosos e mentirosos (cf. 1Tm 6:5).

Esta situação enfatizada por Paulo é uma realidade nos dias hodiernos, nestes últimos dias da Igreja do Senhor Jesus aqui na Terra. Muitos líderes de seitas têm desviado cristãos, ensinando coisas que parecem verdade, mas que na realidade são falsificadas. Os cristãos genuínos devem resistir energicamente estes falsos líderes e seus ensinos apócrifos. Aqueles que estudam a Palavra de Deus não são enganados, a exemplo dos cristãos da cidade de Beréia (cf. Atos 17:10-12).

2. Sensualismo e antinomismo. “E rogo-vos, irmãos, que noteis os que promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes; desviai-vos deles” (Rm 16:17). O apóstolo diz, aqui, que essas pessoas que se diziam “irmãos”, infiltrando-se na igreja, eram facciosas e promoviam escândalos em desacordo com a doutrina.

Quem eram esses falsos mestres? A maioria dos comentaristas concordam que Paulo tinha em mente o movimento herético do primeiro século conhecido como gnosticismo. Era um movimento sectário, que tinha como prática o sensualismo e o antinomismo. Estes falsos mestres viam a matéria como algo ruim, não tinham apreço pelo corpo, já que este era material. Isso os conduzia a uma vida sensual. Segundo o Rev. Hernandes Dias Lopes, em parte alguma o apóstolo diz ou insinua que esses perturbadores fossem membros da igreja romana. Provavelmente eram intrusos, propagandistas itinerantes do erro. Alguns poderiam ser judaizantes legalistas; outros, antinomianos libertinos ou talvez ascetas; ou ainda defensores de uma combinação de dois ou mais ismos destrutivos. Eram pessoas que destroçavam a harmonia e o assentimento da fé verdadeira.

Observe o final do versículo 18: “[..] palavras suaves e lisonjas”. Estas palavras mostram uma ligeira e sutil tendência de alteração na doutrina genuína. Estas “palavras suaves e lisonjas” significa não se prender às regras absolutas da doutrina Bíblica para obedecer. São palavras atrativas, porém, destrutivas. Paulo advertiu os crentes romanos que quando eles ouvissem qualquer ensinador, deveriam verificar o conteúdo do que estava sendo dito para não serem enganados por palavras “suaves” ou “lisonjas”. Segundo afirma o Rev. Hernandes Dias Lopes, a palavra grega crestologia, traduzida por “palavras suaves”, ajuda-nos a entender o caráter desses falsos mestres. Os próprios gregos definiam crestólogo como a pessoa que fala bem e atua mal. É aquela classe de pessoas que, por trás da fachada de palavras piedosas e religiosas, exercem má influência; a pessoa que desencaminha os outros não por um ataque direto, mas sutilmente; a pessoa que finge servir a Cristo, mas na realidade está destruindo a fé.

Pelo versículo 18, percebe-se que os falsos mestres estavam tentando ganhar mais dinheiro distorcendo a verdade e dizendo o que as pessoas queriam ouvir – “...tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e, com palavras suaves e lisonjas, enganam o coração dos símplices”. Segundo o Rev. Hernandes Dias Lopes, Paulo diz que os crentes de Roma precisavam fazer duas coisas: (a) notar bem esses falsos mestres, que são lobos querendo entrar no meio do rebanho (At 20:29,30); (b) afastar-se deles. Nós também devemos aproximar-nos dos irmãos e afastar-nos dos falsos mestres. Devemos fazer uma caminhada na direção da comunhão fraternal e uma caminhada de distanciamento daqueles que provocam divisões e escândalos na igreja.

III. A FONTE DAS RELAÇÕES INTERPESSOAIS

Em linhas gerais, o Deus triúno, a Sua graça e a Sua Palavra são as fontes das relações interpessoais.

1. O Evangelho da graça e o seu Conteúdo. Ora, àquele que é poderoso para vos confirmar segundo o meu evangelho e a pregação de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério guardado em silêncio nos tempos eternos” (Rm 16:25).

O Evangelho que Paulo pregava tinha como conteúdo a Pessoa e a obra de Jesus Cristo. E Paulo queria que os cristãos em Roma se conscientizassem disso. Ele sabia que o Evangelho e o próprio Senhor Jesus Cristo é que fortalecem os crentes na fé. O plano havia estado oculto desde os tempos eternos. Os profetas que escreveram vários livros do Antigo Testamento não estavam totalmente cientes do significado de suas próprias palavras; mas eles escreveram muito, por ordem de Deus, acerca do cumprimento do mistério: a vinda do Messias, o Evangelho e a salvação dos gentios e judeus (cf. Rm 11:25,26). Deus, em sua soberania, permitiu que sua sabedoria fosse revelada no Evangelho da graça. O resultado foi a salvação para todo aquele que crer. Agora, após a vinda de Cristo e o crescimento da igreja, o que os profetas do Antigo Testamento escreveram está sendo entendido (Rm 1:2). E Paulo queria que os cristãos em Roma entendessem bem isso.

2. As Escrituras Sagradas como revelação de Deus. Assim se expressa o apóstolo Paulo:”[...] por meio das Escrituras proféticas, segundo o mandamento do Deus eterno, para a obediência por fé, entre todas as nações!” (Rm 16:26). As Escrituras revelam a Jesus Cristo, o conteúdo do evangelho de Paulo, enquanto a pregação de Jesus Cristo, por intermédio das Escrituras, é o meio de tornar esse mistério conhecido aos homens em todo o mundo. O mistério que estivera oculto agora foi revelado por meio da vida, morte, ressurreição e exaltação de Jesus. As Escrituras proféticas não são uma invenção humana, mas o mandamento do Deus eterno; seu propósito é estimular a obediência por fé entre todas as nações. A evangelização precisa desembocar em transformação de vida. À conversão segue o discipulado; com o fim de levar o convertido ao conhecimento da genuína doutrina, à maturidade e a convicção plena da fé em Cristo.

CONCLUSÃO

Paulo finaliza a Epístola aos Romanos exaltando o Deus único e sábio, criador, sustentador, redentor e galardoador: “ao Deus único e sábio seja dada glória, por meio de Jesus Cristo, pelos séculos dos séculos. Amém!” (Rm 16:27). Deus é merecedor de toda a glória, pelos séculos dos séculos, pois o glorioso evangelho apresentado na Epístola aos Romanos foi concebido por sua sabedoria e por seu poder desde toda a eternidade.

O mesmo Paulo que já irrompera impetuosamente em adoração e louvor - "Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria, como do conhecimento de Deus!'' (Rm 11:33) - volta a exaltar a Deus por sua sabedoria na conclusão desta Epístola. Na verdade, o povo redimido de Deus passará a eternidade atribuindo a Ele "louvor, e a glória, e a sabedoria e as ações de graças, e a honra, e o poder e a força" (Ap 7:12). Eles O adorarão por toda a eternidade por seu poder e glória manifestos na salvação. Esperamos desejosos por esse ditoso Dia.

Foi um prazer estar com vocês neste trimestre letivo. Espero que Deus me conceda ânimo, saúde física e mental, e inspiração para enfrentar um novo desafio que está por vir.

Fonte: ebdweb - Luciano de Paula Lourenço

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