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terça-feira, 26 de outubro de 2010

A Tercerira Perseguição


Na série "Os Mártires: Sangue que fala" estarei expondo a terceira perseguição da igreja primitiva. Desejo ao amado leitor uma boa e reflexiva leitura

A Tercerira Perseguição


A Terceira perseguição, sob Trajano, 108 d.C.
Na terceira perseguição, Plínio o Jovem, homem erudito e famoso, vendo a lamentável matança de cristãos, e movido por ela à compaixão, escreveu a Trajano, comunicando-lhe que havia muitos milhares deles que eram mortos a diário, que não tinham feito nada contrário à lei de Roma, motivo pelo qual não mereciam perseguição. "Tudo o que eles contavam acerca de seu crime ou erro (como deva chamar-se) só consistia nisto: que costumavam reunir-se em determinado dia antes do amanhecer, e repetirem juntos uma oração composta de honra de Cristo como Deus, e em comprometer-se por obrigação não certamente a cometer maldade alguma, senão ao contrário, a nunca cometer furtos, roubos ou adultério, a nunca falsear a palavra, a nunca defraudar ninguém; depois do qual era costume separar-se, e voltar a reunir-se depois para participar em comum de uma comida inocente".
Nesta perseguição sofreram o bem-aventurado mártir Inácio, quem é tido em grande reverência entre muitos. Este Inácio tinha sido designado para o bispado de Antioquia, seguindo a Pedro na sucessão. Alguns dizem que ao ser enviado da Síria para a Roma, porque professava a Cristo, foi entregue às feras para ser devorado. Também se diz dele que quando passou pela Ásia (a atual Turquia), estando sob o mais estrito cuidado de seus guardiões, fortaleceu e confirmou as igrejas por todas as cidades por onde passava, tanto com suas exortações como predicando a Palavra de Deus. Assim, tendo negado a Esmirna, escreveu à Igreja de Roma, exortando-os para que não empregassem médio algum para libertá-lo de seu martírio, não fosse que o privassem daquilo que mais anelava e esperava. "Agora começo a ser um discípulo. nada me importa das coisas visíveis ou invisíveis, para poder somente ganhar a Cristo. Que o fogo e a cruz, que manadas de bestas selvagens, que a ruptura dos ossos e a dilaceração de todo o corpo, e que toda a malícia do diabo venham sobre mim; assim seja, se só puder ganhar a Cristo Jesus!". E inclusive quando foi sentenciado a ser lançado às feras, tal era o ardente desejo que tinha de padecer, que dizia, cada vez que ouvia rugir os leões: "Sou o trigo de Cristo; vou ser moído com os dentes de feras selvagens para que possa ser achado pão puro".
Adriano, o sucessor de Trajano, prosseguiu esta terceira perseguição com tanta severidade como se antecessor. Por volta desta época foram martirizados Alexandre, bispo de Roma, e seus dois diáconos; também Quirino e Hermes, com suas famílias; Zeno, um nobre romano, e por volta de outros dez mil cristãos.
Muitos foram crucificados no Monte Ararate, coroados de espinhos, sendo traspassados com lanças, em imitação da paixão de Cristo. Eustáquio, um valoroso comandante romano, com muitos êxitos militares, recebeu a ordem de parte do imperador de unir-se a um sacrifício idólatra para celebrar algumas de suas próprias vitórias. Porém sua fé (pois era cristão de coração) era tanto maior que sua vaidade, que recusou nobremente. Enfurecido por esta negativa, o ingrato imperador esqueceu os serviços deste destro comandante, e ordenou seu martírio e o de toda sua família.
No martírio de Faustines e Jovitas, que eram irmãos e cidadãos de Bréscia, tantos foram seus padecimentos e tão grande sua paciência, que Calocério, um pagão, contemplando-os, ficou absorto de admiração e exclamou, num arrebato: "Grande é o Deus dos cristãos!", pel qual foi preso e foi-lhe feito sofrer parelha sorte.
Muitas outras crueldades e rigores tiveram de padecer os cristãos, até que Quadratus, bispo de Atenas, fez uma erudita apologia em seu favor perante o imperador, que estava então presente, e Aristides, um filósofo da mesma cidade, escreveu uma elegante epístola, o que levou Adriano a diminuir sua severidade e a ceder em favor deles.
Adriano, ao morrer no 138 d.C., foi sucedido por Antonino Pio, um dos mais gentis monarcas que jamais reinou, e que deteve as perseguições contra os cristãos.

Fonte: O livro: Os Mártires ( Jonh Fox)

sábado, 23 de outubro de 2010

A segunda perseguição da igreja primitiva.



Considerando o Cristianismo que ora professamos, veio a mim o desejo de expor o tema: OS MÁRTIRES: SANGUE QUE FALA. Levando contudo em consideração a você que já conhece o tema supracitado,,no entanto estarei expondo as cruciantes perseguições que a igreja de Cristo foi submetida ao longo dos séculos, ao mesmo tempo em que aprendemos de cristãos valorosos que não tiveram suas vidas por preciosas, que deixaram sobretudo, exemplos de fé e coragem para nós que hoje confessamos e seguimos o mesmo Deus. Que o tema possa tornar para você proveitoso e reflexivo.

Pb. Efigênio Hortêncio


A segunda perseguição, sob Domiciano, em 81 d.c O imperador Domiciano, de natural inclinado à crueldade, deu morte primeiro a seu irmão, e logo suscitou a segunda perseguição contra os cristãos. Em seu furor deu morte a alguns senadores romanos, a alguns por malícia, e a outros para confiscar seus bens. Depois mandou que todos os pertencentes à linhagem de Davi fossem executados.
Entre os numerosos mártires que sofreram durante esta perseguição estavam Simeão, bispo de Jerusalém, que foi crucificado, e são João, que foi fervido em óleo e depois desterrado a Patmos. Flavia, filha de um senador romano, foi do mesmo modo desterrada ao Ponto; e se ditou uma lei dizendo: "Que nenhum cristão, uma vez trazido ante um tribunal, fique isento do castigo sem que renuncie a sua religião".
Durante este reinado se redargüiram várias histórias inventadas, com o fim de danificar os cristãos. Tal era a paixão dos pagãos que toda fome, epidemia ou terremoto que assolasse qualquer das províncias romanas, era atribuída aos cristãos. Estas perseguições contra os cristãos aumentaram o número de informantes, e muitos, movidos pela cobiça, testemunharam em falso contra as vidas de inocentes.
Outra dificuldade foi que quando qualquer cristão era levado ante os tribunais, era submetido a um juramento de prova, e se recusavam tomá-lo, eram sentenciados a morte; também, se confessavam serem cristãos, a sentença era a mesma.
Os seguintes foram os mais destacados entre os numerosos mártires que sofreram durante esta perseguição.
Dionísio, o areopagita, era ateniense de nascimento, e foi instruído em toda a literatura útil e estética da Grécia. Viajou depois a Egito para estudar astronomia, e realizou observações muito precisas do grande eclipse sobrenatural que teve lugar no tempo da crucifixão de nosso Senhor.
A santidade de sua forma de viver e a pureza de suas maneiras o recomendaram de tal modo entre os cristãos em geral que foi designado bispo de Atenas.
Nicodemo, um benevolente cristão de alguma distinção, sofreu na Roma durante o furor da perseguição de Domiciano.
Protásio e Gervásio foram martirizados em Milan.
Timóteo, o célebre discípulo de são Paulo, foi bispo de Éfeso, onde governou zelosamente a Igreja até o 97 d.C. neste tempo, quando os pagãos estavam para celebrar uma festa chamada Catagogião, Timóteo, enfrentando-se à procissão, os repreendeu severamente por sua ridícula idolatria, o que exasperou de tal modo a plebe que caíram sobre ele com paus, e o espancaram de maneira tão terrível que expirou dois dias depois pelo efeito dos golpes.

Fonte: O Livro dos Mártires ( Jonh Fox)



sexta-feira, 22 de outubro de 2010

A primeira perseguição da igreja primitiva



Considerando o Cristianismo que ora professamos, veio a mim o desejo de expor o tema: "OS MÁRTIRES: SANGUE QUE FALA". Levando contudo em consideração a você que já conhece o tema supracitado, estarei expondo as cruciantes perseguições que a igreja de Cristo foi submetida ao longo dos séculos, ao mesmo tempo em que aprendemos de cristãos valorosos que não tiveram suas vidas por preciosas, que deixaram sobretudo, exemplos de fé e coragem para nós que hoje confessamos e seguimos o mesmo Deus. Desejo ao amado leitor, que o tema possa tornar para você, uma leitura proveitosa e reflexiva.  Pb. Efigênio Hortêncio

Fonte: O Livro dos Mártires ( Jonh Fox)


A primeira perseguição da Igreja teve lugar no ano 67, sob Nero, o sexto imperador de Roma. Este monarca reinou pelo espaço de cinco anos de uma maneira tolerável, mas depois deu liberdade ao maior desenfreio e as mais atrozes barbaridades. Entre outros caprichos diabólicos, ordenou que a cidade de Roma fosse incendiada, ordem que foi cumprida pelos seus oficiais, guardas e servos. Enquanto a cidade imperial estava em chamas, subiu na torre de Mecenas, tocando a lira e cantando o cântico do incêndio de Tróia, declarando abertamente que "desejava a ruína de todas as coisas antes de sua morte". Além do grande edifício do Circo Romano, muitos outros palácios e casas ficaram derruídos; vários milhares de pessoas pereceram nas chamas, ou se afogaram com a fumaça, ou foram sepultados sob as ruínas.
Este terrível incêndio durou nove anos. quando Nero descobriu que sua conduta era intensamente censurada, e que era objeto de um profundo ódio, decidiu inculpar os cristãos, aproveitando a oportunidade para escusar-se ao mesmo tempo que enchia seu olhar com novas crueldades. Esta foi a causa da primeira perseguição; e as brutalidades cometidas contra os cristãos foram tais que inclusive moveram os próprios romanos à compaixão. Nero inclusive refinou suas crueldades e inventou todo tipo de castigos contra os cristãos que puder ter sido inventado pela mais infernal imaginação. Particularmente, fez que alguns deles fossem costurados em peles de animais silvestres, lançando-os aos cães até morrerem; a outros os vestiu de camisas untadas com cera, amarrando-os a postes, e os incendiou nos seus jardins, para iluminá-los. Esta perseguição foi geral por todo o Império Romano; porém mais bem aumentou que diminuiu o espírito do cristianismo. Foi durante esta perseguição que foram martirizados são Paulo e são Pedro.
A seus nomes podem-se agregar Erasto, tesoureiro de Corinto; Aristarco, o macedônio, e Trófimo de Éfeso, convertido por são Paulo e seu colaborador, assim como José, comumente chamado Barsabé e Ananias, bispo de Damasco; cada um dos Setenta.

Fonte: O Livro dos Mártires ( Jonh Fox)














quinta-feira, 14 de outubro de 2010




Programa Assembleia de Deus em ação
Quadro: Escola Bíblica Dominical em Ação
Acesse:www.princesadasmatas.com.br
Um abraço a todos!!!!!!

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

3ª Lição: A Oração Sábia



Igreja Evangélica Asembleia de Deus
Rua Frederico Maia, 49 - centro
Viçosa - Alagoas
Escola Bíblica Dominical
Pastor: Donizete Inácio de Melo
Superintendente: Pb. Efigênio Hortencio de Oliveira

I – Vivendo a diferença.

1. O Lar de Salomão.

Quero aqui mostrar para as pessoas que tiveram sua infância, conturbada com os mais diversos problemas, que é possível através da oração sábia, da comunhão com o Senhor, do desejo de acertar e não ser igual aos pais ou irmãos que deixaram exemplos maus, ter uma vida sadia, alegre com o Senhor. Salomão viveu no lar conturbado, cheios de problemas morais, como o incesto entre seus irmãos Tamar e Amnom ( 2 Sm 13.1-17); o assassinato de Amnom (13.23-29); a usurpação do trono de Davi por seu filho Absalão (15.1-8); que mais tarde prostituiu-se com as concubinas de seu pai (16.20-23). E muitos outros episódios que marcaram a vida de Salomão, no entanto, enquanto Salomão esteve na presença do Senhor, Deus o abençoou.

Obs. Queridos irmãos, muitos tem sido criados em lares, cheios das mais diversas dificuldades, em comunidades onde a violência tem tomado conta. Mas eu tenho uma ótima notícia para vocês, Deus ainda é o mesmo, suas misericórdias não tem fim, seja fiel ao Seus Deus, busque-o, ame-o e Ele cumprirá o desejo do seu coração.

2. Salomão e o altar de Deus.

As experiências de Salomão com Deus no altar da oração evidenciam que é possível, a qualquer crente, permanecer firme e inabalável na fé, independente do meio no qual esteja, como é o caso de José (Gn 39.7-21), Daniel (Dn 1.8,9), Misael, Hananias e Azarias. Muitos crentes através da história sofreram ao ter de viver a sua fé em ambientes hostis, no entanto, permaneceram fiéis ao Senhor (Hb 11.36-38).

Obs. Sejamos fiéis ao Senhor, independente de onde estamos, pois ainda temos liberdade de servi-lo, adorá-lo sem sermos perseguidos pelo regime político, ou até religioso. Porém essa liberdade pode cessar a qualquer momento, lembremos dos irmãos que vivem em países aonde é proibido falar de Jesus, onde cristãos vivem no mundo hostil, mas que permanecem com sua fé inabalável, e por tem a certeza de sua salvação em Cristo Jesus. Aos amados que vivem no lar aonde só ele ou ela é cristão, fique firme, pois o Senhor é a sua vitória, ele é a sua bandeira, tenha bom ânimo esforça-te e cristo de ajudará.

3. A oração de Salomão na inauguração do Templo.

A oração do Justo pode muito em seus efeitos (Tg 5.16). Josué orou e o sol parou ( Js 10.13); Elias orou e o fogo desceu e consumiu o holocausto (1 Rs 18. 36-38), um homem chamado Jorge Muller, em certa ocasião ao fazer uma viagem para pregar a palavra em outro continente, embarcando ele no navio depois de algum tempo o comandante lhe disse que não era possível chegar no horário marcado pois caíra um grande nevoeiro e estava dificultando a visão, Jorge Muller, respondeu: eu nunca cheguei atrasado a um compromisso com meu Deus, e não será desta vez, convidou o comandante a orar, no porão do navio e aos sair o céu estava limpo sem nenhuma nuvem. Deus ainda responde orações sábias. Nesta oração de Salomão o objetivo foi dar ao Senhor uma Casa (embora Deus não habite em templos feitos por mãos) e ao povo um local para adorar, reconhecendo o que Deus é capaz de fazer por meio da oração. Você reconhece que Deus é o Deus do impossível, e que não há nada que Ele não possa fazer?(Mt 19.26; Mc 10.27) Confiemos em Deus que tudo pode.
II – As características da oração de Salomão

1. Salomão confessou que Deus é único (2 Cr 6.14).

A oração precisa ser objetiva, e toda oração tem início, meio e fim, Se observarmos na oração de Salomão ele inicia exaltando ao Senhor Deus, reconhecendo sua grandeza, seu poderio, que guarda a aliança, ou seja cumpre com suas palavras, Salomão faz um resumo das promessas do Senhor ao seu pai Davi, demonstrando conhecimento da história de Israel, e do que Deus fez pelo seu povo. Que nas nossas orações antes de pedirmos, possamos reconhecer o que Deus fez por nós, trazendo em nossas lembranças os livramentos e benefícios realizados por este Deus, que é digno de honras, glórias e louvores.

2.Salomão proclama a fidelidade de Deus.

Observamos neste tópico algo muito importante que precisa está sempre em nossa mente, independente da situação em que estamos vivendo, estou falando da fidelidade de Deus – [ do heb. Aman; do Gr. Aletheia; do lat. Fidelitatem] Firme compromisso de Deus em manter as cláusulas das alianças que Ele estabeleceu com o seu povo. Sua fidelidade advém de sua natureza moral, absoluta e infinitamente justa ( 2 Ts 3.3), e do exercício de seus atributos incomunicáveis: onipotência, onisciência, onipresença, infinitude etc. Salomão estava vivendo o cumprimento das ricas e infalíveis promessas divinas feitas, antes do seu nascimento, a seu pai Davi. Este reconhecimento é manifesto através de uma oração de gratidão a Deus. No finalzinho deste tópico o comentarista nos chama a atenção para uma vida santa e abundante no Senhor, pois despertará no povo de Deus o desejo de conhecê-lo mais e mais pelas gerações futuras.

2. Salomão era sensível ao bem-estar do seu povo.

Salomão demonstra amor e sua preocupação pelas necessidades sociais e espirituais do povo, observe aqui mais uma característica da oração sábia, não buscar seus próprios interesses, ter em mente o bem-estar da comunidade. Os dons ministeriais foram dados com o objetivo de servir a comunidade (Ef 4.14), Abraão intercede por Ismael Gn 17.18,20, intercede por Ló 18.23-32, entre vários exemplos de orações em favor de outrem, ou orações intercessoras, que é o que veremos no próximo tópico.

III – A Oração intercessora.

Podemos dizer que esta oração, demonstra o amor que devotamos aos nossos irmãos, a ponto de termos empatia pelo próximo.

Intercessão: Súplica em favor de outrem. A intercessão pressupõe sofrer comos que sofrem; chorar com os que choram; e, tomar, como se fossem nossas, as dores alheias. É dizer a Deus que nos importamos com o sofrimento do próximo.

1.No antigo testamento.

Salomão demonstrou a mesma sensibilidade espiritual vista em Abraão, quando intercedeu diante de Deus, antes da destruição de Sodoma e Gomorra (Gn 18.22-33) O mesmo sentimento teve Moisés, concernente ao povo de Deus escravizado no Egito. Ele não só orava, mas também sofria pelo povo ( Hb 11.24-26) 1Sm 7.8 diz: Por isso disseram os filhos de Israel a Samuel: Não cesses de clamar ao SENHOR nosso Deus por nós, para que nos livre da mão dos filisteus, Jeremias foi o profeta que mais intercedeu pelos Judeus(Jr 14.11).

2. No período Interbíblico.

O vocábulo interbíblico significa “entre a Bíblia”, ou seja, período entre o antigo e o novo testamento. Sabemos que neste período não houve nenhuma revelação divina escrita, porém, acreditamos que os piedoso servos de Deus deste período oravam, aguardando a vinda do Messias e a redenção em Jerusalém.

3. Em o Novo Testamento

A mais bela de todas as intercessões acha-se em João 17. Nesta passagem, Jesus mostra porque recebeu o sacerdócio segundo a ordem de Melquisedeque. (Jo 17. 9,11) “Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus. E eu já não estou mais no mundo, mas eles estão no mundo, e eu vou para ti.

Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós”. Glória a Deus nas maiores alturas, leia toda esta oração do Senhor Jesus.

Fonte:ebdweb
Todaquimta das 18:10 às 19:00 hs
Escola Bíblica Dominical e Ação
acesse: wwww.princesadasmatas.com

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Dez razões para ir à Escola Dominical



1. Por causa da enorme e crescente necessidade do genuíno e sadio alimento espiritual que só pode ser obtido pelo estudo claro, metódico, continuado e progressivo da Palavra de Deus;

2. Porque a EBD é a própria igreja crescendo e desenvolvendo-se através do estudo da Palavra de Deus;


3. Porque os objetivos da EBD são os mesmo objetivos da Igreja e, se eles forem alcançados na vida dos alunos, tudo se transformará na vida da igreja local;


4. Porque a qualidade da EBD determina a qualidade e o nível espiritual da igreja local;


5. Porque é na EBD que homens, mulheres, jovens, adolescentes e crianças adquirem uma fé mais robusta e madura, e, assim, estarão prontos e mais aptos a desempenharem suas atividades na obra de Deus;

6. Porque a EBD desenvolve a espiritualidade e o caráter dos crentes;


7. Porque a EBD é um dos meios de evangelização que a igreja possui, ou seja, pode-se evangelizar na Escola e através dela. Além disso, é onde o crente aprende a amar e cooperar com a obra missionária;

8. Porque a EBD é o lugar para a descoberta, motivação e treinamento de novos talentos;



9. Porque a EBD reúne a família: pais e filhos fortalecem o relacionamento, as crianças crescem na disciplina do Senhor e os casais aperfeiçoam a vida conjugal;

10. Porque a EBD é uma fonte de avivamento espiritual para a igreja, pois, onde a Palavra de Deus é ensinada e praticada, o avivamento acontece.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010



De segunda a sexta-feira das 18:10 às 19:00, ouça o programa ASSEMBLÉIA DE DEUS EM AÇÃO. ACESSE:www.princesadasmatas.com
ESTA É UMA PROGRAMAÇÃO DA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM VIÇOSA -ALAGOAS