free counters

Seguidores

sábado, 29 de março de 2014

APÓS 20 ANOS COMO EVEVANGELÍCO, PASTOR DA AD BRAZ SE CONVERTE AO CATOLICISMO

  



LEIA AQUI O RELATO DE CONVERSÃO DO EX-PASTOR DA AD BRAZ.

Ontem fez exatamente 20 anos do meu batismo na Igreja Assembleia de Deus. Foi em 27 de Março de 1994, domingo, na igreja sede da Assembleia de Deus no Brás (Ministério em Madureira, hoje mais conhecida como AD Brás).

Foi um momento marcante em minha vida, eu estava vivendo uma linda experiência de conversão e aquele ato batismal era o cumprimento de uma decisão tomada poucos meses antes, quando aceitei a Jesus como meu Salvador. Sempre fui apaixonado pelo Evangelho desde criança, quando ganhei minha primeira Bíblia aos sete anos, poderia até ver isso como uma vocação sacerdotal.

Passados estes vinte anos eu vivo novamente a experiência da conversão, mas desta vez minha fé me trouxe de volta à Igreja Católica Apostólica Romana. 

No período em que estiva na Assembleia de Deus participei de grupos de mocidade, fui professor de Escola Bíblica Dominical e cursei Teologia(Básico) pela EETAD, curso que deixei pela metade para viver o meu sonho de trabalhar em uma emissora de rádio.

Por um período de sete anos eu apresentei um programa chamado "Jovens Para Cristo", que era patrocinado pelos membros da igreja. Neste período eu trabalhei como funcionário desta emissora até o seu fechamento pela Anatel em 2002. Após o fechamento da emissora de rádio, passei por um período de depressão e me afastei da igreja.

Meses depois eu, por conta própria, decidi procurar uma igreja diferente para frequentar, um misto de vergonha e orgulho me impediu de retornar à minha antiga congregação. Deste tempo, até aqui, fui membro de três igrejas diferentes, passei por altos e baixos na minha fé. Apesar de sucessivas decepções, aconteceu a maior dádiva da minha vida, conheci a moça que hoje é minha esposa e mãe de meu filho. Deus me abençoou com uma família maravilhosa.

Nestes últimos anos desenvolvi diversas atividades ministeriais, especialmente voltadas para a evangelização de jovens, também ministrei cursos para formação de lideres e obreiros. Até que cheguei ao pastorado, fui pastor auxiliar pelo período de um ano e pastor titular por outro período de um ano em uma congregação que inaugurei junto ao ministério do qual fazia parte.

Pouco depois do nascimento de nosso filho, por motivos alheios à minha vontade, renunciei à direção da igreja que pastoreava e meses depois entendi que deveria abrir mão do ministério pastoral. Era dia 12 de Outubro de 2012 eu preguei o meu último sermão na igreja sede da igrea que congregava e sabia que não retornaria mais a um púlpito na condição de pastor.

Tudo que eu sempre almejei e alcancei, deixei pra trás, somente restou em meu coração a ardente paixão pelo Evangelho e minha vida consagrada a Cristo. Ao longo desta experiência muita dor, angústia e lágrimas derramadas.

Talvez, nesse ponto, você esteja se perguntando o motivo de atitudes tão drásticas, tão radicais. Tais motivos, claro existem, mas decidi não falar sobre tais assuntos no momento. 

Reencontro com o catolicismo

Fui criado católico, fui batizado, fiz a primeira comunhão, mas aos 18 anos, nenhum destes fundamentos fazia o menor sentido pra mim. Na adolescência fiz parte de movimentos ligados à "Teologia da libertação" e com o passar do tempo fui me afastando da igreja. Aos 18 anos aceitei ao convite de um amigo e fui com sua família a um culto da Assembleia de Deus, fiquei maravilhado com aquela atmosfera. Nunca havia sentido uma sensação tão boa,eu me senti tocado por Deus e aceitei seguir aquele caminho.

De modo algum eu quero invalidar este processo de conversão. Foi uma experiência real, verdadeira e produziu frutos em minha vida.

Porém, não é segredo para ninguém que a expansão do Protestantismo no Brasil, especialmente o ramo pentecostal, se deu por conta de uma visão anti-católica que, baseada em textos bíblicos, proclamava a verdadeira salvação por meio apenas de igrejas pertencentes a este seguimento. Igreja Católica era sinônimo de idolatria e o Papa, o próprio Anti-cristo.


Passei a ver o catolicismo como uma religião idólatra e anti-bíblica. Por anos tive esta visão e convicção.

No auge da rede social Orkut, entrei em uma comunidade de debates entre católicos e evangélicos. A comunidade "Debate Católicos e Evangélicos" carinhosamente chamada de "DC&E" congregava um número interessante de pessoas tanto católicos quanto evangélicos, ali tínhamos debates teológicos de grandeza magistral, mas também exemplos extremistas de fundamentalismo religioso, de ambas as partes.

Logo em minha primeira participação na comunidade entrei em um tópico que debatia algo sobre as Escrituras, fui logo confrontando e declarando de que adiantava debater sobre a Bíblia e não acreditar, nem fazer o que ela mandava.

Naquele dia eu levei a maior surra de interpretação bíblica, apanhei até cansar de um católico chamado Paulo, mais conhecido como Confrade. Eu não tinha argumentos, mesmo sendo um leitor ativo da Bíblia, me considerando apto a debater as Escrituras, eu fui calado pela sabedoria e conhecimento daquele rapaz. Derrotado, pedi perdão pelo equívoco...

Passei e estudar com mais afinco o catolicismo, seus costumes, o Magistério, a Tradição, os dogmas, especialmente os ligados a Maria, mãe do Mestre.

O efeito disso foi a anulação do sentimento anti-catolicismo adquirido e o início de uma fase de fraternidade e aprendizado. Porém, nunca concebi a ideia de me tornar católico novamente. Deste período de debates surgiram amizades, encontros, como o da foto abaixo.

Esta imagem é um registro histórico de um dos orkontros realizados pelos membros da comunidade. Este foi o primeiro em São Paulo, havendo outros no Rio de Janeiro e algumas outras cidades do Brasil.

comunidade foi fundamental para renovar a minha mente. Passei a enxergar a Igreja Católica com a Igreja de Cristo, todo protestante deve entender que, sem ela, o Evangelho não nos alcançaria.

No entanto foram necessários alguns anos para que eu entendesse que deveria regressar à Igreja mãe. Foram necessárias várias decepções, muitas frustrações, para poder abrir o meu coração e conceber que meu lugar é na Igreja Católica.

Após renunciar ao pastorado e à direção de uma igreja, eu me desigrejei. Não queria mais saber de templos e religião institucionalizada.

Decidi romper com a religião. Eu tinha a minha fé, acreditava em Deus e viveria para fazer o bem e por minha família. Não queria mais vínculo com denominação alguma, minha religião era Cristo, e pronto.

Iniciei o projeto deste blog [Compartilhando a Graça], compartilhando textos com amigos do Facebook. Comecei a escrever sobre a fé cristã, postar reportagens e notícias sobre os cristianismo, inclusive algumas polêmicas e escândalos.

Até que um belo dia escrevi o texto Castel Gandolfo: Onde o Papa passa as férias. Isso foi no dia 11 de Janeiro de 2013, no início da noite.

Foi uma noite mal dormida, pois sonhei com o Papa Bento XVI e a ideia de ser novamente um católico. Cheguei a comentar com minha esposa: "... e se eu voltasse para Igreja Católica?"

A ideia se transformou em desejo, e o desejo, decisão. Eu comecei a compartilhar isso com meu amigo Marcio Araújo, mais um remanescente da "DC&E", e desde então ele tem me ajudado. Márcio é dono da página Beleza da Igreja Católica e tem sido um grande incentivador da minha jornada. Pouco tempo depois criei a página Francisco, o Papa da humildade, fiquei maravilhado com a mensagem cristocêntrica do Papa, só faltava conferir se a Igreja correspondia a tamanho entusiasmo.

Comecei a participar da Missa, mas mantive a discrição. No início ia para observar, mas, com o passar do tempo, eu já estava envolvido de corpo e alma. Um determinado dia marquei uma reunião com o padre Douglas, pároco da nossa região. O recebi em minha casa para um café da manhã e conversamos bastante.

Foi muito especial, contei a ele minha história e tenho recebido o seu apoio e instrução, iniciei o curso de Crisma a pouco dias em uma classe de Catequese voltada para os adultos. Estou vivendo intensamente este processo de conversão, aprendendo a viver esta fé milenar em sua plenitude.
(...)


FONTE: http://santos-decalcajeans.blogspot.com.br/2014/03/pastor-se-converte-igreja-catolica-apos.html

sexta-feira, 28 de março de 2014

CONGREGAÇÃO DO POVOADO SABALANGÁ EM VIÇOSA REALIZA ENCERRAMENTO DA EBD.




Nesta sexta-feira(28), foi realizado o encerramento do primeiro trimestre da Escola bíblica da Congregação do Povoado Sabalangá, congregação pertencente ao Campo Evangelístico da Assembleia de Deus em Viçosa. As aulas são realizadas nas dependências da Escola Dr. José Aprígio Vilela toadas sextas-feiras.

A escola  bíblica  da referida congregação é formada por três classes, sendo uma de crianças, uma de adolescentes e outra de adultos. O salão de recreação da escola serviu de sala para a explanação da lição: Legado de Moisés. Todos os alunos matriculados estavam presentes além de um bom números de visitantes atentos ao estudo em apreço. Simultaneamente as professoras Valdenice e Alcione lecionavam para a faixa etária de infanto-juvenil em outras salas.

O encerramento aconteceu num clima de gratidão e alegria por parte dos alunos. Após os estudos das lições, todos se dirigiram para uma confraternização.
“Foi muito bom participar da lição com os irmãos – declarou uma jovem visitante. Aprendi muito” – Disse. Ao ser interrogada se pretendia voltar outras vezes afirmou com firmeza que sim.

Por Efigênio Hortêncio 









quinta-feira, 27 de março de 2014

Visão Mundial vai contratar cristãos gays “casados”

Visão Mundial vai contratar cristãos gays “casados”: A Ideologia Gay em Missões e Igrejas



Visão Mundial vai contratar cristãos gays “casados”

Julio Severo
A Visão Mundial, proeminente organização de assistência aos pobres, disse na segunda-feira que vai contratar cristãos envolvidos em “casamento” homossexual, uma dramática mudança de política numa das questões morais mais divisivas que estão defrontando as igrejas evangélicas dos EUA.
Richard Stearns, presidente da Visão Mundial nos EUA, disse que sua organização está mudando suas políticas de emprego com relação a indivíduos num estilo de vida homossexual.
No passado, a Visão Mundial (VM) exigia que seus 1.100 empregados obedecessem a uma política que requeria fidelidade dentro do casamento e abstinência fora do casamento, e só reconhecia o casamento entre um homem e uma mulher. Contudo, agora a VM está permitindo a contratação de cristãos gays em “casamentos” homossexuais legais.
A nova política da Visão Mundial foi revelada pela primeira vez na revista liberal Christianity Today (Cristianismo Hoje).
Em resumo: a Visão Mundial espera esquivar-se da divisão que atualmente está “despedaçando as igrejas americanas” por causa dos relacionamentos homossexuais ao solidificar sua antiga filosofia de organização para-eclesiástica: deixar para as igrejas as questões teológicas, e focar em vez disso na união dos cristãos em torno do serviço aos pobres.
Filosofia da VM: Por amor dos pobres, cristãos homossexuais e não homossexuais deveriam se unir.
Com sede no estado de Washington e iniciada por evangélicos, a Visão Mundial agora tem um orçamento internacional de aproximadamente 1 bilhão de dólares e conduz projetos de assistência de emergência e desenvolvimento econômico no mundo inteiro. No ano passado, a Visão Mundial registrou ter recebido 18 por cento de seu financiamento anual do governo americano, que requer que todas as organizações que recebem financiamento federal extingam todas as restrições de emprego para gays e lésbicas.
Stearns sentiu que a nova política de sua organização não representa apoio ao “casamento” homossexual. Ele disse: “Quero deixar claro que não estamos apoiando o casamento de mesmo sexo, mas escolhemos deixar essa questão para a autoridade das igrejas locais.” Assim se uma igreja esquerdista local escolhe enviar um homossexual para trabalhar na Visão Mundial, não há problema nenhum para a VM.
A VM requer que os empregados afirmem, por meio da declaração de fé da organização ou do Credo Apostólico, que eles seguem Cristo. Stearns disse que a VM continuará a seguir essa política, de modo que será suficiente que os empregados gays permaneçam fiéis a essa declaração de fé. A VM diz que emprega pessoas de muitas denominações protestantes com diferentes opiniões sobre a homossexualidade.
O quadro de funcionários da VM vem de mais de 50 denominações cristãs, algumas das quais permitem o “casamento” homossexual dentro da igreja, inclusive a Igreja Unida de Cristo, a Igreja Episcopal, a Igreja Evangélica Luterana da América e a Igreja Presbiteriana dos EUA (PCUSA). Stearns citou a natureza multi-denominacional dos empregados da VM como motivo para a mudança.
Num comunicado à imprensa, Franklin Graham, presidente da Associação Evangelística Billy Graham, declarou:
Fiquei chocado hoje de saber da decisão da Visão Mundial de contratar empregados envolvidos em “casamento” homossexual. A Bíblia é clara que o casamento é entre um homem e uma mulher.
Meu querido amigo, Bob Pierce, fundador da Visão Mundial e do Samaritan’s Purse, ficaria de coração partido. Ele era um evangelista que cria na Palavra inspirada de Deus.
A Visão Mundial afirma que sua decisão tem como base unificar a igreja — que considero ofensivo — como se apoiar o pecado e a conduta iníqua pudesse unir a igreja.
Do Antigo Testamento ao Novo Testamento, a Bíblia sistematicamente ensina que o casamento é entre um homem e uma mulher e qualquer outro relacionamento de casamento é pecado.
Ao que tudo indica, a Visão Mundial dos EUA não está sozinha em seu envolvimento em polêmicas. O diretor da Visão Mundial no Brasil, Ariovaldo Ramos, esteve envolvido na polêmica de ter louvado Hugo Chavez e seu “serviço” aos pobres. Ariovaldo também lamentou publicamente a morte do ditador marxista.
Tudo por amor aos pobres.
Com informações do The Washington Post, The Huffington Post, Associação Evangelística Billy Graham e Christianity Today.

segunda-feira, 24 de março de 2014

13ª lição do 1º trimestre de 2014: O LEGADO DE MOISÉS


Durante este trimestre vivenciamos o caráter e as virtudes do grande homem de Deus e líder do povo de Israel, Moisés. Inúmeros adjetivos poderão ser atribuídos a ele, pois o seu legado nos dá um elenco superlativo de qualidades que esse grande homem de Deus nos deixa de exemplo a ser imitado e seguido. Não há dúvida de que o seu maior legado foi a fidelidade e sua obediência a Deus, e, principalmente, a sua santidade; é a própria Bíblia que diz: “E nunca mais se levantou em Israel profeta algum como Moisés, a quem o Senhor conhecera face a face” (Dt 34:10). Ele teve uma comunhão especial com o Senhor. No último livro do Antigo Testamento, Deus chama-o de "meu servo" (Ml 4:4), e no último livro do Novo Testamento ele é chamado "Moisés, servo de Deus" (Ap 15:3).

O QUE É LEGADO


O Legado constitui-se de uma história de vida de uma pessoa que fala de Deus e vive o que ele ensina na vida pessoal, em casa, entre amigos, no mundo onde se vive e trabalha. O legado é uma herança. Claro que no contexto que estamos estudando não tem a ver com dinheiro ou posses que alguém deixa para os seus entequeridos. Estamos falando em modelo de vida, exemplos de valores morais e espirituais, deixados pelo líder para o bem do povo de Deus. Moisés serviu a Deus com integridade e deixou uma herança para as gerações posteriores, e seu legado foi visto na pessoa de Josué, em atitudes, milagres e santidade. O teólogo norte-americano A.W.Tozer disse certa vez que “nada morre de Deus quando um homem de Deus morre!”.

A féas nossas atitudes, o nosso relacionamento com Deus e o compromisso com a sua Palavra são o maior patrimônio que podemos passar às gerações seguintes. O apóstolo Paulo, ao final da carreira, fez menção de sua fé como algo zelosamente guardado no coração. Era a sua preciosa herança para os que viriam depois (2Tm 4:7).

Que contribuição estaremos deixando nessa área vital de nossas relações com Deus?Que perspectivas nossos filhos e netos terão da fé ao olharem a nossa história? Eles nos verão como pessoas que sempre souberam confiar em Deus e viverem inteiramente para Ele? O maior legado que você pode deixar para seus filhos não vem de títulos ou funções que ocupou, mas da pessoa que você foi. Filhos e jovens anseiam por modelos, por pessoas que imitam Cristo em sua forma de viver. Imitar Cristo tem a ver com o caráter de Cristo, de ter atitudes, palavras, ações e compromisso que refletem a pessoa de Cristo.

A maioria dos líderes de Israel morreram sem deixar nenhuma saudade. Um deles foi o rei Jeorão (2Cr 21:4-20)Ele foi um opressor que não tinha qualquer sensibilidade humana. Foi um déspota impiedoso. Ele não deixou qualquer legado edificante para os seus sucessores, ao ponto de o texto bíblico descrever o sentimento do povo quando da sua morte, desse modo: "e foi-se sem deixar de si saudades" (2Cr 21:20). Que este não seja o legado dos líderes do povo de Deus da Nova Aliança!.

I. - OS ÚLTIMOS DIAS DE MOISÉS (capítulos 31-34)

1. As palavras de despedida. Nos capítulos 29 e 30, Moisés apela pessoalmente àquela geração a fim de que reassumam o pacto firmado com Deus e jurem lealdade a Ele. Prediz a apostasia de Israel e seu castigo; experimentarão a bênção e a maldição; finalmente, a graça de Deus abriria a porta para o arrependimento e para o perdão. Deus circuncidará o coração de seu povo a fim de que obedeçam a Ele. A circuncisão de coração refere-se à transformação da vontade, de modo que sirvam ao Senhor com sinceridade.

O povo de Israel não devia pensar que a lei seria demasiado difícil de cumprir. Ela não estaria no céu nem além do mar, não seria inatingível, "está mui perto de ti, na tua boca, e no teu coração, para a fazeres" (Dt 30:11-14). Se o coração está em harmonia com Deus é fácil obedecer ao Senhor. Paulo parafraseou esta passagem substituindo a palavra “escrita” pela Palavra “encarnada” (Rm 10:6-8).

Moisés apresenta a Israel duas alternativas: servir ao Senhor ou servir aos falsos deuses (ler Dt 30:15-20). Ao deixar o Senhor, Israel seria então sempre presa dos invasores. Unicamente o braço invisível de Deus podia protegê-lo se o povo apoiar-se nEle. Também sucede assim na vida de todo cristão: Deus é a única defesa contra as paixões, contra os vícios e contra os maus costumes.

2. Moisés incentiva o povo a meditar na Palavra. “Guardai, pois, as palavras deste concerto e cumpri-as para que prospereis em tudo quanto fizerdes” (Dt 29:9). Moisés deu instruções aos levitas para que congregassem o povo nos anos sabáticos, na Festa dos Tabernáculos, a fim de ler-lhes a lei (Dt 31:10). Desse modo os levitas receberam o cargo docente em Israel. Ele reforça a ideia de que os israelitas precisavam ouvir e obedecer às ordenanças de Deus, a fim de que prosperassem enquanto nação. Sabemos que todos que amam e meditam na lei de Deus são bem-aventurados (Sl 1:1-6). 

No capítulo 32 do livro de Deuteronômio, temos o último cântico de Moisés. O servo do Senhor se despede com adoração e louvor. O cântico de Moisés tinha muita importância, pois os cânticos nacionais se gravam profundamente na memória, e exercem poderosa influência para comover os senti­mentos de um povo.

Na verdade, Moisés deixava claro a Josué (futuro líder de Israel) que a nação abandonaria Deus e anularia o concerto (Dt 31:16) divino. Junto com Moisés, Josué foi encarregado de escrever um cântico do testemunho do concerto e ensiná-lo aos filhos de Israel (Dt 31:19). Esta canção desempenharia a função de testemunha do concerto. Quando Israel traiu o concerto, o cântico, por sua existência e por seu teor, testificaria que a nação conscientemente estava quebrando sua palavra (Dt 31:20,21).
3. Moisés nomeia seu sucessor (Dt 31.7-8). Antes de falecer, Moisés impusera suas mãos sobre Josué, que foi cheio do espírito de sabedoria (Dt 34:9). Observamos, nesse ato, a importância de os líderes abençoarem aqueles que participam de seu ministério e prepararem uma nova geração para estar à frente do povo de Deus.

Como auxiliar(servo) de Moisés, Josué demonstrava intensa devoção e amor a Deus, e muitas vezes permaneceu na presença do Senhor por um longo período de tempo(Ex 33:11). Era um homem que se deleitava na santa presença de Deus. Por certo aprendeu muito com Moisés, seu conselheiro e guia de confiança, a respeito dos caminhos de Deus e das dificuldades na condução do povo. Em Cades-Barnéia, Josué serviu a Moisés como um dos doze espias que observaram a terra de Canaã. Ele, juntamente com Calebe, rejeitou energicamente o relatório da maioria, que retratava a incredulidade do povo(Num 14). Muitos anos antes de substituir Moisés como líder de Israel, Josué demonstrou ser um homem de fé, visão, coragem, lealdade, obediência inconteste, oração e dedicação a Deus e à sua Palavra. Quando foi escolhido para substituir Moisés, já era um homem “em que há o Espírito”(Num 27:18; Dt 34:9).

Todo líder, de qualquer seguimento, um dia terá que deixar o cargo. Isso é um processo natural. Acontece que muitos pensam que são insubstituíveis, ou não querem "largar" a liderança para não perder status, vantagens, benefícios, privilégios etc. É aí que surgem os problemas. Alguns líderes evangélicos na atualidade tratam igrejas e convenções como propriedade particular, empresa ou negócio de família. Esquecem que a igreja tem um dono e o seu nome é Jesus.

4. Moisés vê a Terra Prometida e morre (Dt 34). Moisés conduziu Israel desde a saída do Egito até as proximidades da Terra Prometida, mas não pôde entrar nela, pois desobedecera à ordem expressa do Altíssimo, diante de todo o povo (Nm 20:12). O ocorrido foi o seguinte: em Meribá, a água e os alimentos estavam escassos. Nessa ocasião, mas uma vez, o povo lamentou ter saído do Egito e murmurou (Nm 20:1-5). A fim de lhes prover o socorro, Moisés e Arão oraram, e o Senhor disse a Moisés que falasse à rocha e ela verteria água e saciaria a sede dos hebreus. Contudo, Moisés tomou sua vara e, em vez de fazer como o Senhor lhe ordenara, feriu a rocha por duas vezes (Nm 20:11).

No Antigo Testamento, em diversos momentos, a rocha simboliza o Senhor (Dt 32:15; Sl 18:31), enquanto no Novo Testamento a rocha é Cristo (Mt 7:24,25; Mt 16:18). Por isso, Moisés pecou contra Deus, mas, como parte da recompensa por sua fidelidade, Deus permite a Moisés contemplar a Terra Prometida do topo do monte Nebo. Isso demonstra que embora Moisés seja libertador, não é o libertador por excelência, pois não pôde alcançar para seu povo a vitória final. Não obstante, não houve profeta antes nem depois em Israel como ele. Só Jesus seria semelhante a Moisés (Dt 18:15).

Pouco antes de subir ao monte Nebo para contemplar a terra prometida e morrer, Moisés abençoou as tribos de Israel (Dt 33:1-29). Convocou-as, exceto a de Simeão, e profetizou poeticamente as bênçãos que elas receberiam ao estabelecer-se em Canaã.

Pergunta-se: Moisés nunca entrou na terra prometida? Sim, vemo-lo na Palestina falando com Cristo no monte da Transfiguração. Quão apropriado era conceder-lhe esta honra! Moisés havia tido uma grande parte na preparação da vinda e obra daquele cujo ministério foi prefigurado pelo grande líder de Israel.

II. LEGADO DE MOISÉS (1)


Segundo o pr. Silas Daniel, Moisés foi:

1. Um exemplo de fé. Ao elaborar uma "Galeria de Heróis da Fé" do Antigo Testamento, o escritor da Epístola aos Hebreus coloca entre os seus destaques, como não poderia deixar de ser, Moisés (Hb 11:23-29). Chama a atenção, na descrição que ele faz do grande líder hebreu, principalmente o que lemos nos versículos 24 a 27:

“Pela fé, Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, escolhendo, antes, ser maltratado com o povo de Deus do que, por um pouco de tempo, ter o gozo do pecado; tendo, por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egito, porque tinha em vista a recompensa. Pela fé, deixou o Egito, não temendo a ira do rei; porque ficou firme, como vendo o invisível”.

Somente um homem que ama e serve a Deus com uma fé robusta rejeita completamente as riquezas e a glória do mundo, preferindo sofrer fazendo a obra do Senhor. Moisés não tomava as suas decisões baseado simplesmente no que a lógica humana e os seus cinco sentidos lhe diziam, mas tinha em vista a importância histórica e espiritual do que estava fazendo e "a recompensa" que receberia do seu Senhor peia sua fidelidade ao seu chamado. Ele via além do que poderia perceber a maioria das pessoas do seu tempo, porque ele via "o invisível".

Ademais, somente um homem que ama e serve a Deus com uma fé robusta não empalidece diante das adversidades mais intensas, não esmorece diante dos poderosos e das circunstâncias prementes que o pressionam a abandonar a vontade divina. A Bíblia diz que Moisés desprezou completamente "a ira do rei", a oposição dos grandes e poderosos deste mundo, e "ficou firme", porque estava "vendo o invisível". "Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não vêem" (Hb 11:1).

2. Um exemplo de liderança. Moisés foi um líder notável, que aguentou o que pouquíssimos - ou ninguém - em sua época aguentaria. Ele guiou brilhantemente milhões de pessoas peio deserto; resistiu à oposição com firmeza; soube superar os momentos de crise, tensão, desânimo e revolta; levou o povo ao arrependimento várias vezes; organizou aqueles ex-escravos corno uma sociedade; deu a eles uma identidade como nação; soube ouvir os conselhos de seu sogro, Jetro (Êx 18:13-27), e preparou muito bem o seu sucessor, Josué.

3. Um exemplo de paciência. Números 12:3 nos lembra que "era o varão Moisés mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra". E era preciso ser muito temperante mesmo para suportar todas as adversidades e pressões que ele enfrentou. Aliás, isso mostra quão poderosa foi a transformação que Deus fez em Moisés, que antes fora precipitado e assassino (Êx 2:11-13).

Mesmo um homem impetuoso e assassino como o jovem Moisés pode se tornar, quarenta anos depois, um homem extremamente manso e humilde, em virtude da graça transformadora de Deus; e mesmo o homem mais humilde e manso da Terra pela graça de Deus pode ter momentos de fraqueza e perder seu autocontrole se não tiver cuidado, como aconteceu com Moisés. Resumo da história: somos dependentes da graça divina, do poder do Espírito Santo, tanto para desenvolvermos a temperança quanto para mantermo-nos no centro da vontade de Deus, humildes e temperantes, sejam quais forem as circunstâncias.

Não por acaso, a temperança é apresentada na Bíblia como uma das virtudes do fruto do Espírito; chama-se fruto do Espírito exatamente porque é produzido em nós pela ação do Espírito Santo de Deus, isto é, quando nos entregamos à ação dEle em nossa vida (Gl 5:22,23).

Que Deus nos dê graça para seguirmos o bom exemplo desse homem de Deus, que, tirando o episódio das águas de Meribá (Nm 20:7-13), durante seus quarenta anos de ministério, nada fez "por contenda ou por vanglória, mas por humildade" (Fp 1:3) e zelo ardente pela obra de Deus.

4. Um exemplo de intercessor. Moisés foi um grande sacerdote do povo de Deus (Sl 99:6). Ele intercedeu decisivamente pelo povo de Israel em momentos de enorme crise (Êx 15:25; 33:1-17; Nm 14:13-25).

5. Seu exemplo de integridade. Moisés teve muitas oportunidades de corromper a sua integridade, mas escolheu manter-se íntegro. Ele, por exemplo, preferiu sofrer com o povo de Israel a gozar a glória e os prazeres do Egito, sendo fiel ao seu chamado (Hb 11:24-26).

6. Seu exemplo de comunhão com Deus. A Bíblia nos mostra que Moisés cultivava uma vida de oração, mantendo um relacionamento muito íntimo com Deus: "Falava o Senhor a Moisés face a face, como qualquer fala com o seu amigo" (Êx 33.11). Como frisa Matthew Henry, "isto sugere que Deus se revelou a Moisés, não só com clareza e evidências maiores da luz divina do que a qualquer outro dos profetas, mas também com expressões particulares e ainda maiores de bondade e graça. Ele fala não como um príncipe a um súdito, mas como qualquer fala com o seu amigo, a quem ama".

Deus também quer ter hoje um relacionamento íntimo conosco! Como destaca a Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal, "Moisés desfrutou tal favor de Deus não porque era perfeito, genial ou poderoso, mas porque Deus o escolheu. Por sua vez, Moisés confiou inteiramente na sabedoria e direção de Deus. A amizade com Deus era um verdadeiro privilégio para Moisés, e estava [nesse nível] fora do alcance dos hebreus. Mas, hoje, ela não é inalcançável para nós. Jesus chamou seus discípulos - e, por extensão, todos os seus seguidores - de amigos (João 15:15). Ele o chamou para ser seu amigo. Você confiaria nEle como fez Moisés?".
 
7. Exemplo de Fidelidade.  Esta posição relevante de Moisés é bem mostrada pelo escritor aos hebreus que considerou Moisés como sendo “o servo fiel em toda a sua casa” (Hb 3:2,3), por ter cumprido todas as determinações divinas para a edificação do tabernáculo (Ex 39:43; 40:16), bem como na transmissão da lei aos filhos de Israel (Ex 24:3). De pronto, podemos ver que uma das principais qualidades de Moisés é esta fidelidade ao Senhor, que o fez ser reconhecido pelo Senhor como “Seu servo” (Ex 14:31; Nm 11:11;12:7,8; Dt 3:24; 34:5: Js 1:1,2,13; 9:24; 11:12,15; 12:6; 13:8; 14:7; 18:7; 22:2,4,5). Somente pode ser servo do Senhor aquele que for fiel a Deus, que sempre cumprir as Suas determinações, que se submeter à Sua vontade.

III.  APRENDENDO COM MOISÉS


1. Se comunicar bem com o povo.  É indispensável que haja uma sintonia entre o líder e os liderados. Sem comunicação, não pode haver comunhão e sem comunhão, não há como se construir uma união onde o Senhor possa se manifestar e realizar a sua obra.

Moisés no início sentiu grande dificuldade em se comunicar com o povo de Israel. Fazia quarenta anos que estava no deserto, já não sabia se expressar corretamente seja na língua egípcia, seja na língua hebraica. Era este o sentido da expressão de que não era eloquente, “pesado de boca” e “pesado de língua” ou, na tradução da Bíblia Hebraica, “fala lenta” e “língua trêmula”.

Se o papel do líder é, principalmente, o de falar a Palavra de Deus, como divulgá-la e ensiná-la sem que se tenha uma mesma língua que os liderados? Como realizar o ministério da Palavra sem uma comunicação eficaz? Muitos têm fracassado ou, pelo menos, prejudicado seu ministério porque não se importam em ser compreendidos pelos liderados, porque não têm qualquer preocupação em estabelecer um canal de comunicação.

Deus, diante desta nova dificuldade apresentada por Moisés mostrou que Ele é suficiente. Disse que Ele fez a boca do homem, como também o mudo e o surdo. A obra é de Deus e o Senhor não precisa de técnicas humanas para poder fazer valer a sua vontade e o seu senhorio. Deus havia resolvido livrar o seu povo do Egito e isto seria realizado. Esta observação do Senhor para Moisés é muito atual: quantos não têm tentado substituir o Espírito Santo na obra de Deus por “planos”, “visões”, “estratégias” e “técnicas”? Entretanto, nada disso pode substituir o próprio Deus, pois Ele, e somente Ele é o Senhor!

2. Não ter comunhão com o pecado e com o mal. O líder genuíno da parte de Deus não tem qualquer comunhão com o pecado e com o mal. Quando nos sujeitamos a Deus, passamos a lutar contra o mal. Muitos, porém, na atualidade, não querem enfrentar o adversário, permitem que o pecado e a impureza dominem entre os seus liderados e nesta “trégua” com o inimigo, acham que levam alguma vantagem. Infelizmente, não é isto que nos ensina a Bíblia e o que se verá é que estes “pacificadores” estarão sendo envolvidos pela iniquidade e farão eterna companhia ao adversário no lago de fogo e enxofre.

3. Demonstrar amor aos seus liderados. “por que fizeste mal a este povo?” (Ex 5:22). Um verdadeiro líder é aquele que sente amor pelos seus liderados, ou seja, é capaz de sentir aquilo que eles estão sentindo, não demonstrando qualquer interesse próprio ou pensamento em si, mas o bem-estar daqueles que estão sob sua responsabilidade. Moisés, nos quarenta anos do “curso do deserto”, havia aprendido a buscar o bem-estar das ovelhas, a viver em função delas e a sentir o que elas sentiam. Já no início de seu ministério, Moisés mostra que o líder deve amar os seus liderados, não buscar o seu próprio proveito e, se necessário for, anular-se em prol do grupo.

Moisés, ante a aflição vivida pelo povo e a rejeição de que foi vítima, foi aos pés do Senhor. No momento da angústia, da dor, da solidão, da oposição, quando as coisas parecem estar todas indo numa direção oposta ao que foi prometido por Deus, o servo do Senhor deve correr aos pés do Senhor - “Então tornou Moisés ao Senhor” (Ex 5:22). Que bom quando, nestes momentos difíceis, recorremos a Deus e lhe pedimos a devida orientação. De onde nos virá o socorro? O socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra (Sl 121:1,2).

4. Não confiar em nossas habilidades, mas confiar na direção de Deus. Quando Israel saiu do Egito, Moisés, embora tivesse sua liderança confirmada pelos fatos, não deixou de reconhecer que o senhorio era de Deus. Saindo do Egito, não tomou o caminho que lhe pareceria mais fácil, mas seguiu a direção de Deus. Moisés estava à frente do povo, mas a orientação, a direção era de Deus (Ex 13:17). Que exemplo a ser seguido!

Quarenta anos antes, certamente não tinha sido este o caminho escolhido por Moisés para fugir de Faraó. Mas, agora, o Moisés que estava à frente do povo de Israel não era, em absoluto, aquele Moisés que escapara das mãos de Faraó. Estava-se diante de um servo de Deus, que sabia que quem deveria dirigir o povo era o Senhor.

5. Ser receptivo aos conselhos – ser humilde. Moisés também demonstra que é humilde, pois aceitou receber um conselho da parte de seu sogro. Ao ver que Moisés decidia sozinho todas as causas do povo, que se aglomerava todos os dias para ser atendido por ele, Jetro, dentro de sua experiência, sugeriu a Moisés que efetuasse a descentralização do poder, resolvendo apenas as causas mais graves, criando maiorais de mil, de cem, cinquenta e de dez para resolver as “pequenas causas”, trazendo agilidade e paz para o povo de Israel. Moisés prontamente atendeu ao conselho de Jetro(Ex 18:24), demonstrando ser uma pessoa humilde e receptiva a criticas.

6. Não se impor com autoritarismo ou com soberba. Moisés mostrou, também, toda a sua humildade de espírito. Sempre clamava a Deus para que tivesse a solução dos problemas, jamais se impondo com autoritarismo ou com soberba. Mesmo nos momentos mais difíceis de seu ministério, Moisés nunca quis se sobrepor sobre o povo, demonstrando autoridade consoante a ordem de Deus que, mais de uma vez, interveio diretamente para mostrar que Moisés era o homem chamado por Ele para liderar o povo, como no episódio da sedição de Miriã e Arão (Nm 12:1-10). Quando precisou usar de sua autoridade, fê-lo debaixo da chamada e do senhorio divinos na sua vida, como no episódio da rebelião de Datã, Abirão e Coré (Nm 16).

CONCLUSÃO


Moisés deixou um precioso legado ao seu sucessor Josué. Este não apenas herdou a primazia do poder do Espírito que operava em Moisés, mas foi herdeiro também do seu caráter, de sua integridade e de sua fidelidade ao Senhor. O que os líderes atuais estão deixando para as novas gerações de líderes, para os seus sucessores? O que eles estão fazendo por eles? Ainda são referenciais como Moisés foi para Josué? Qual o nosso legado? Sigamos o exemplo de Moisés a fim de que possamos viver com sabedoria e a agradar a Deus em toda a nossa maneira de viver.

Agradeço sobremaneira a todos que me acompanharam durante este trimestre letivo. Creio que mais firmes estamos em nossa jornada de fé rumo à Terra Prometida. Afirmo novamente, o deserto não é somente momentos difíceis que passamos durante a nossa jornada, não! O deserto é a nossa trajetória, por isso que a nossa jornada não é fácil; é imprescindível  a presença de Deus, do contrário pereceremos; e creio piamente que Sua gloriosa proteção e provisão não se afastarão de nós, se permanecermos firmes nEle. Amém?

“O SENHOR te abençoe e te guarde; o SENHOR faça resplandecer o seu rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o SENHOR sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz” (Nm 6:24-26).

Fonte: ebdweb

Lição do 2º trimestre de 2014: DONS ESPIRITUAIS E MINISTERIAIS


 
Em breve estarão sendo distribuídas as revistas produzidas pela Casa Publicadora da Assembleia de Deus (CPAD) para o segundo semestre de 2014 da Escola Bíblica Dominical com o tema: "Dons Espirituais e Ministeriais - Servindo a Deus e aos homens com poder extraordinário", para a faixa etária Jovens e Adultos.
O escritor da revista neste trimestre é o Pastor Elinaldo Renovato de Lima, líder da Assembleia de Deus em Parnamirim (RN). Ele já escreveu outras revistas da CPAD.

Confira o assunto que será estudado a cada domingo:

Lição 1 – E deu dons aos homens
Lição 2 – O propósito dos dons espirituais
Lição 3 – Dons de revelação
Lição 4 – Dons de poder
Lição 5 – Dons de elocução
Lição 6 – O ministério de apóstolo
Lição 7 – O ministério de profeta
Lição 8 – O ministério de evangelista
Lição 9 – O ministério de pastor
Lição 10 – O ministério de mestre ou doutor
Lição 11 – O presbítero, bispo ou ancião
Lição 12 – O diaconato
Lição 13 – A multiforme sabedoria de Deus
Esta revista é estudada nas Escolas Bíblicas Dominicais que acontecem todos os domingos de 9h às 11h30, nos templos da Assembleia de Deus em todo o Brasil.
 Fonte: http://www.franciscoevangelista.com/2014/02/licao-do-2-trimestre-da-escola.html